Pastor Ademar Rodrigues

Este Blog tem por objetivo explorar temas relacionados à Educação Cristã e ao Ensino Bíblico. Acredito que o conhecimento das Escrituras é essencial para o crescimento espiritual e a formação de discípulos comprometidos. Neste espaço, compartilho insights, reflexões e recursos para enriquecer sua jornada de fé.
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terça-feira, 19 de agosto de 2025

LIÇÃO 10 - A EXPANSÃO DA IGREJA

 3° TRIMESTRE DE 2025  EBD ADULTOS



A lição mostra como a perseguição à igreja em Jerusalém foi usada por Deus para espalhar o Evangelho, cumprindo a missão de Atos 1.8. Mesmo em meio à dor, os cristãos continuaram firmes, anunciando a Palavra com poder e fidelidade.


TEXTO ÁUREO
“Mas os que andavam dispersos iam por toda parte anunciando a palavra. E, descendo Filipe à cidade de Samaria, lhes pregava a Cristo.”  

VERDADE PRÁTICA
A igreja só crescerá quando ultrapassar seus próprios limites e levar a mensagem de Cristo para além de suas paredes.


LEITURA DIÁRIA

 Segunda – Mateus 28.19 
 ■ Respondendo ao “Ide” de Jesus

 Terça – Lucas 4.18
 ■ A sublime missão de pregar o Evangelho

 Quarta – 1 Coríntios 9.16
 ■ A necessidade de pregar o Evangelho

 Quinta – Atos 8.12
 ■ Proclamando as Boas-Novas do Reino de Deus


 Sexta – 1 Coríntios 2.4
 ■ Pregando o Evangelho de poder

 Sábado – Atos 8.4
 ■ Pregando em todo lugar e para todas as pessoas



LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

1 — E também Saulo consentiu na morte dele. E fez-se, naquele dia, uma grande perseguição contra a igreja que estava em Jerusalém; e todos foram dispersos pelas terras da Judeia e da Samaria, exceto os apóstolos.
2 — E uns varões piedosos foram enterrar Estêvão e fizeram sobre ele grande pranto.
3 — E Saulo assolava a igreja, entrando pelas casas; e, arrastando homens e mulheres, os encerrava na prisão.
4 — Mas os que andavam dispersos iam por toda parte anunciando a palavra.
5 — E, descendo Filipe à cidade de Samaria, lhes pregava a Cristo.
6 — E as multidões unanimemente prestavam atenção ao que Filipe dizia, porque ouviam e viam os sinais que ele fazia,
7 — pois que os espíritos imundos saíam de muitos que os tinham, clamando em alta voz; e muitos paralíticos e coxos eram curados.
8 — E havia grande alegria naquela cidade.


12 — Mas, como cressem em Filipe, que lhes pregava acerca do Reino de Deus e do nome de Jesus Cristo, se batizavam, tanto homens como mulheres.
13 — E creu até o próprio Simão; e, sendo batizado, ficou, de contínuo, com Filipe e, vendo os sinais e as grandes maravilhas que se faziam, estava atônito.
14 — Os apóstolos, pois, que estavam em Jerusalém, ouvindo que Samaria recebera a palavra de Deus, enviaram para lá Pedro e João,
15 — os quais, tendo descido, oraram por eles para que recebessem o Espírito Santo.


Hinos Sugeridos: 127 • 394 • 409 da Harpa Cristã



■  INTRODUÇÃO
Nesta semana, vamos estudar como a Igreja foi dispersa por causa de uma grande perseguição. Até então, os cristãos estavam concentrados em Jerusalém e não tinham avançado na missão de espalhar o Evangelho. Mas tudo mudou quando Estêvão, um dos sete escolhidos para servir, foi morto por causa de sua fé. Na verdade, Jesus já havia predito em Atos 1.8 que os cristãos seriam espalhados pelo mundo para anunciar a sua mensagem. Muitas vezes, Deus usa circunstâncias para cumprir seus propósitos. Foi isso que aconteceu com a igreja em Jerusalém: mesmo sofrendo uma grande perda e tendo de sair da cidade, os cristãos não fugiram derrotados. Pelo contrário, eles continuaram firmes, levando as Boas-Novas para outras pessoas.

Palavra-Chave: Evangelização

I – A IGREJA DIANTE DA PERSEGUIÇÃO
A morte de Estêvão gerou uma grande perseguição.
• Os cristãos foram dispersos, mas não se calaram nem se desorganizaram.
•  Mesmo em luto, a igreja permaneceu firme e atuante.


1. Embora perseguida, não fragmentada. Por conta da perseguição que foi movida contra Estêvão, o evangelista enfatiza que os cristãos “foram dispersos pelas terras da Judeia e da Samaria, exceto os apóstolos” (Atos 8.1). Os capítulos 4 e 5 de Atos registram a perseguição focada mais sobre os apóstolos, líderes da igreja. O fato de eles não terem se dispersado, como fizeram os demais crentes, não significa que eles também não foram perseguidos. Eles ficaram em Jerusalém porque a igreja, sob pressão e perseguição, precisava deles. O que está em foco aqui é a intensidade que a perseguição atingiu, que daquele momento em diante alcançaria todos os crentes. Deve ser também destacado que, mesmo perseguida e dispersada, essa igreja não se desorganizou nem se fragmentou, mas continuou uma igreja forte e unida.

2. A igreja em luto. A narrativa de Lucas destaca que “uns varões piedosos foram enterrar Estêvão e fizeram sobre ele grande pranto” (At 8.2). A palavra kophetós, traduzida aqui como “pranto” significa também “choro”, “lamentação” e “luto”. Lucas nos informa que esse pranto foi feito por “varões piedosos”. O texto não especifica quem eram eles. Alguns acreditam que fossem judeus que viviam em Jerusalém e cuja oposição aos cristãos não era tão intensa. O contexto favorece que eram cristãos compassivos que fizeram esse lamento antes também de fugirem ou serem dispersados.

3. Mas não desesperada. O fato é que a igreja pranteou Estêvão, chorou por ele e lágrimas foram derramadas. Contudo, o texto não mostra uma igreja desesperada, desmotivada ou devorada pela tristeza. Um de seus membros queridos e ilustres havia sido morto, trazendo consequências para todos, mas isso não a calou nem tampouco a impediu de manter-se entusiasmada para avançar no testemunho de Cristo.


SINOPSE I
Mesmo perseguida e dispersa, a Igreja permaneceu unida, firme e atuante na fé.

II – A IGREJA QUE EVANGELIZA
• Os dispersos pregavam a Palavra por onde passavam.
• Filipe pregou a Cristo em Samaria, e muitos foram salvos e libertos.
• A evangelização era centrada na Palavra e em Jesus, não em estratégias humanas.

1. Evangelização centrada na Palavra. Em Atos 8.4, lemos que “os que andavam dispersos iam por toda parte anunciando a palavra”. Esse versículo mostra que a Igreja Primitiva era movida pelo poder do Espírito Santo, ou seja, cheia da presença divina para levar a mensagem de Jesus adiante. Mas, além disso, a Igreja de Jerusalém também era focada na Palavra de Deus. Os cristãos que foram espalhados por diferentes lugares não pararam de falar sobre as Boas-Novas de Jesus. A Igreja Primitiva operava sob o Espírito Santo e era, portanto, firmada na Palavra de Deus. Sua fidelidade à mensagem do Reino resultou em muitas conversões, milagres e libertações. Se queremos evangelizar com êxito, também precisamos viver pelo poder do Espírito e estar centrados na Bíblia.

2. Evangelização centrada em Cristo. Filipe, um dos sete escolhidos para servir na igreja, também foi disperso e, ao chegar a Samaria, “lhes pregava a Cristo” (Atos 8.5). Como já vimos, um ministério bem-sucedido precisa ser fiel à Palavra de Deus, mas também deve ser totalmente centrado em Jesus. Filipe não pregava ideias da moda, mas sim, a mensagem da cruz. Cristo era o centro de sua pregação. Assim, a evangelização precisa ser focada em Jesus. Qualquer pregação que não tem a cruz como base se torna vazia. É a mensagem da cruz que transforma vidas, trazendo cura, libertação e salvação. Foi por isso que a campanha evangelística de Filipe em Samaria teve tanto impacto: muitas pessoas foram salvas e libertas. Portanto, não devemos colocar nossa confiança em estratégias humanas, mas priorizar nossa ação no poder do Espírito e na força da Palavra.


SINOPSE II
A Igreja, cheia do Espírito e centrada em Cristo, anunciou a Palavra com poder.

III – A IGREJA QUE DÁ SUPORTE À EVANGELIZAÇÃO

Os apóstolos enviaram Pedro e João para apoiar os novos convertidos.
• A igreja não apenas evangeliza, mas também discipula e fortalece os que recebem a fé.

1. O suporte da igreja. No Livro de Atos, lemos que “os apóstolos, pois, que estavam em Jerusalém, ouvindo que Samaria recebera a palavra de Deus, enviaram para lá Pedro e João” (At 8.14). Essa passagem mostra que a igreja de Jerusalém dava suporte e completo apoio ao trabalho que era feito fora de seus muros. Quando a igreja começou a sair fora de seus portões, os apóstolos procuraram dar apoio e suporte ao trabalho evangelístico e missionário. Não basta mandar missionários, é necessário dar-lhes suporte na missão que realizam.

2. A igreja que discipula. Lucas mostra que os apóstolos, tendo ido a Samaria “oraram por eles para que recebessem o Espírito Santo” (At 8.15). Esse texto mostra, além do apoio dado ao ministério de Filipe, o trabalho de discipulado da Igreja. Fazia parte da doutrina dos apóstolos o ensino sobre a iniciação cristã, que envolvia o ensino sobre a conversão, o batismo nas águas e a capacitação do Espírito. O texto bíblico diz que as pessoas aceitaram a Palavra de Deus, isto é, se converteram e foram batizadas nas águas. Contudo, por uma razão não especificada, aqueles crentes não haviam recebido o Espírito Santo.

3. Sem o recebimento do Espírito, o discipulado está incompleto. Filipe pregou a Cristo e realizou muitos sinais entre os samaritanos, levando-os à fé e ao batismo nas águas. Mais tarde, os apóstolos Pedro e João foram enviados para que recebessem o Espírito Santo, completando assim o discipulado desses novos crentes (At 8.14,15). Para os apóstolos, o discipulado estava incompleto sem o recebimento do Espírito. Essa visão da conversão cristã permanece, e devemos levar os novos na fé a desfrutarem da experiência pentecostal, assim como fizeram os apóstolos.


SINOPSE III
A Igreja de Jerusalém discipulou os novos convertidos, mostrando que sem o Espírito Santo não há discipulado completo.

 CONCLUSÃO
Nesta lição, vimos como o Evangelho se espalhou rapidamente após a perseguição contra a Igreja. Isso só aconteceu porque a mensagem cristã tinha um foco claro: a Palavra de Deus e a cruz de Cristo. Sem Cristo e sem a Bíblia, não há Evangelho. A Bíblia não destaca os métodos que Filipe usou para evangelizar Samaria, mas enfatiza o poder do Espírito Santo e da Palavra de Deus. Esse é o exemplo que devemos seguir.


APLICAÇÕES PRÁTICAS

Deus usa circunstâncias difíceis para cumprir Seus propósitos.
• A evangelização deve ser centrada em Cristo e na Palavra.
• A igreja precisa apoiar e discipular os novos convertidos.
• Não devemos temer a perseguição, mas confiar no poder do Espírito Santo.



REVISANDO O CONTEÚDO


1. O que os capítulos 4 e 5 de Atos registram quanto à perseguição da Igreja?
Registram que a perseguição era inicialmente focada nos apóstolos, líderes da igreja.

2. O que Atos 8.4 mostra sobre a Igreja Primitiva?
Mostra que a igreja primitiva era movida pelo poder do Espírito Santo, ou seja, cheia da presença divina para levar a mensagem de Jesus adiante.

3. De acordo com a lição, que tipo de pregação pode se tornar vazia?
A pregação que não tem a cruz de Cristo como base pode se tornar vazia e sem poder transformador.

4. O que Atos 8.14 mostra sobre a igreja em Jerusalém?
Mostra que a igreja em Jerusalém dava suporte ao trabalho missionário, enviando Pedro e João para fortalecer os novos convertidos em Samaria.

5. O que está incompleto sem o recebimento do Espírito Santo?
O discipulado cristão.

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LIÇÃO 9 - UMA IGREJA QUE SE ARRISCA

 3° TRIMESTRE DE 2025  EBD ADULTOS


A lição destaca o exemplo de Estêvão como modelo de coragem, fé e fidelidade diante da perseguição. Ele representa uma igreja que não se acomoda, mas se arrisca por amor ao Evangelho.


TEXTO ÁUREO
Mas ele, estando cheio do Espírito Santo e fixando os olhos no céu,viu a glória de Deus e Jesus, que estava à direita de Deus." 

VERDADE PRÁTICA
A igreja foi capacitada por Deus para enfrentar um mundo que é hostil à sua fé e valores.


LEITURA DIÁRIA

 Segunda – Mateus 10.16 
 ■ Vivendo em um mundo hostil

 Terça – Atos 20.24
 ■ Nada a temer na pregação do Evangelho

 Quarta – Atos 6.10
 ■ Capacitados com sabedoria para o confronto

 Quinta – Atos 6.11-13
 ■ Caluniados e difamados pelos opositores


 Sexta – Apocalipse 2.10
 ■ Fiel até à morte nas perseguições contra a fé

 Sábado – Atos 7.60
 ■ Morrendo e perdoando pela fé



LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Atos 6.8-15 • 7.54-60

Atos 6

8 — E Estêvão, cheio de fé e de poder, fazia prodígios e grandes sinais entre o povo.
9 — E levantaram-se alguns que eram da sinagoga chamada dos Libertos, e dos cireneus, e dos alexandrinos, e dos que eram da Cilícia e da Ásia, e disputavam com Estêvão.
10 — E não podiam resistir à sabedoria e ao Espírito com que falava.
11 — Então, subornaram uns homens para que dissessem: Ouvimos-lhe proferir palavras blasfemas contra Moisés e contra Deus.
12 — E excitaram o povo, os anciãos e os escribas; e, investindo com ele, o arrebataram e o levaram ao conselho.
13 — Apresentaram falsas testemunhas, que diziam: Este homem não cessa de proferir palavras blasfemas contra este santo lugar e a lei;
14 — porque nós lhe ouvimos dizer que esse Jesus Nazareno há de destruir este lugar e mudar os costumes que Moisés nos deu.
15 — Então, todos os que estavam assentados no conselho, fixando os olhos nele, viram o seu rosto como o rosto de um anjo.

Atos 7

54 — E, ouvindo eles isto, enfureciam-se em seu coração e rangiam os dentes contra ele.
55 — Mas ele, estando cheio do Espírito Santo e fixando os olhos no céu, viu a glória de Deus e Jesus, que estava à direita de Deus,
56 — e disse: Eis que vejo os céus abertos e o Filho do Homem, que está em pé à mão direita de Deus.
57 — Mas eles gritaram com grande voz, taparam os ouvidos e arremeteram unânimes contra ele.
58 — E, expulsando-o da cidade, o apedrejavam. E as testemunhas depuseram as suas vestes aos pés de um jovem chamado Saulo.
59 — E apedrejaram a Estêvão, que em invocação dizia: Senhor Jesus, recebe o meu espírito.
60 — E, pondo-se de joelhos, clamou com grande voz: Senhor, não lhes imputes este pecado. E, tendo dito isto, adormeceu.


Hinos Sugeridos: 418 • 509 • 515 da Harpa Cristã



■  INTRODUÇÃO
Na lição de hoje vamos conhecer um pouco mais sobre a vida de Estêvão, um dos sete escolhidos para a diaconia (Atos 6.1-7). Quando lemos esse texto do Livro de Atos, logo percebemos que estamos diante de uma pessoa extraordinária — de grande fé, cheio do Espírito Santo e de sabedoria. Um autêntico cristão destemido! Estêvão é um modelo para todo cristão e, sem dúvida, serve de modelo para a Igreja do Senhor. Observamos que a perseguição a Estêvão e seu consequente martírio marcam um momento decisivo na história da igreja cristã — quando a igreja sai para fora dos muros de Jerusalém para alcançar o mundo. Estava tendo, portanto, cumprimento das palavras de Jesus de que a Igreja seria testemunha tanto em Jerusalém, Judeia, Samaria e até os confins da terra. Atos 8.1 marca o início daquilo que foi anunciado em Atos 1.8.

Palavra-Chave: Martírio

I – ESTÊVÃO E A IGREJA QUE TEM SUA FÉ CONTESTADA

• Estêvão, cheio de fé, sabedoria e do Espírito Santo, enfrentou oposição religiosa e intelectual.
• A fé cristã sempre será questionada, e os crentes devem estar preparados para defendê-la com sabedoria e firmeza.


1. Aprendendo com Estêvão. Com Estêvão, em Atos 6 e 7, aprendemos que a fé cristã sempre será questionada. Ele enfrentou oposição, e todo cristão também enfrentará. A fé será colocada à prova, sem espaço para indecisão. Além disso, Estêvão nos ensina que todo cristão deve saber defender sua fé. Explicar e sustentar as crenças cristãs é uma responsabilidade da Igreja, e cada crente precisa entender no que acredita e como responder a desafios. No entanto, em um mundo que muitas vezes se opõe ao Cristianismo, não basta apenas defender a fé — é preciso estar preparado até mesmo para enfrentar perseguições. Estêvão é um exemplo de coragem, mostrando que tanto o cristão quanto a Igreja devem estar dispostos a permanecer firmes, mesmo que isso signifique perder a liberdade ou até a própria vida.

2. A fé sob ataque. Lucas nos conta que, em um momento do ministério de Estêvão, um grupo de judeus que vivia fora de Israel, chamado de judeus helenistas, se levantou contra ele. Esses judeus faziam parte da Diáspora, ou seja, eram pessoas que tinham se espalhado por outras regiões, fora do território de Israel. Eles não concordaram com o que Estêvão estava ensinando e começaram a se opor ao seu trabalho (Atos 6.9). Esse levante aconteceu logo após Estêvão fazer “prodígios e grandes sinais entre o povo” (Atos 6.8). É interessante observar que o verbo grego usado aqui, anistemi, com o sentido de “levantar” é o mesmo verbo usado por Marcos quando disse que houve testemunhas falsas que se levantaram para acusar Jesus (Marcos 14.57). Anteriormente, Cristo já fora atacado no seu ministério terreno, agora o ciclo se repetia com seus seguidores. A fé cristã sempre será alvo e objeto de ataque. Se a igreja é verdadeiramente cristã, sempre haverá em algum lugar um levante. Neste episódio, o levante fora motivado por conta da inveja que os religiosos sentiram ao verem suas sinagogas esvaziadas por motivo das pessoas se renderem a um Evangelho de poder. Uma igreja bíblica sempre estará sob ataque e terá sua fé contestada.

• Judeus helenistas se levantaram contra Estêvão, motivados por inveja e resistência à mensagem do Evangelho.
• A perseguição a Estêvão marca um ponto de virada, levando a igreja a sair dos muros de Jerusalém para alcançar o mundo.


3. A disputa com Estêvão. Uma outra palavra usada nesse texto merece nossa atenção. É o vocábulo “suzéteó”, traduzido aqui como “disputavam”: “E disputavam com Estêvão” (Atos 6.9). Os léxicos, ou dicionários de grego português, observam que este termo era frequentemente usado no contexto de discussões religiosas ou filosóficas, onde diferentes pontos de vistas estavam sendo examinados ou desafiados. Era uma forma de debater ideias e impor aos outros sua forma de enxergar as coisas. Em outras palavras, os judeus helenistas não estavam simplesmente “discutindo” com Estêvão, isto é, batendo boca, mas procurando, a todo custo, sobrepor sua cosmovisão através de uma narrativa bem construída.

4. A falsa narrativa. A Igreja sempre teve de lidar e combater as falsas narrativas. Nos dias de Jesus, Ele foi acusado de enganar o povo (João 7.12); quando Ele ressuscitou, criaram a narrativa de que seu corpo havia sido roubado pelos discípulos (Mateus 28.13). O apóstolo Paulo foi acusado de pregar contra os decretos de César (Atos 17.7) e pelo fato de pregar a respeito de Jesus e da ressurreição, o acusaram de pregar “deuses estranhos” (Atos 17.18). Hoje não é diferente. A igreja luta em várias frentes com falsas narrativas que a todo custo querem minar o seu testemunho e desacreditá-la. Você pode reconhecer algumas dessas narrativas?


SINOPSE I
A fé de Estevão foi desafiada por opositores, mas ele permaneceu firme na verdade.

II – ESTÊVÃO E A IGREJA QUE DEFENDE SUA FÉ
1. Deus na história do seu povo. Estêvão é conhecido como o primeiro defensor da fé cristã e o primeiro mártir da Igreja. Ele faz uma defesa apaixonada da fé, usando a própria história do povo de Israel como base. No capítulo 7 do livro de Atos, encontramos seu discurso completo, no qual, guiado pelo Espírito Santo, ele não apenas mostra como Deus sempre agiu na história do seu povo, mas também revela o propósito principal dessa história: provar que Jesus é o Cristo. Durante sua fala, Estêvão menciona grandes nomes como Abraão, José e Moisés, destacando que todos eles viveram na esperança da vinda do Messias, que mesmo sendo tão esperado, acabou rejeitado. A defesa de Estêvão nos ensina que toda explicação e defesa da fé cristã — a chamada apologética — deve sempre ter um objetivo central: apontar para Jesus Cristo.

2. Corações endurecidos. Concluindo sua defesa da fé, Estêvão disse: “Homens de dura cerviz e incircuncisos de coração e ouvido, vós sempre resistis ao Espírito Santo; assim, vós sois como vossos pais” (At 7.51). Mesmo diante dos fatos apresentados por Estêvão em uma defesa suficientemente convincente, seus adversários preferiram ignorar. Na verdade, ninguém convence quem não quer ser convencido. Deus não força ninguém a crer, nem tampouco o condena sem lhe dar, antes, oportunidade. O texto mostra que o Espírito Santo não tem espaço em corações endurecidos.


SINOPSE II
Estêvão defendeu o Evangelho com sabedoria e coragem, mesmo diante da perseguição.

III – ESTÊVÃO E O MARTÍRIO DA IGREJA

• Estêvão não apenas defendeu sua fé, mas também perdoou seus agressores, refletindo a glória de Deus mesmo em meio à dor.
• Seu martírio é um testemunho poderoso de fidelidade e coragem, inspirando a igreja a perseverar em sua missão.


1. Contemplando a vitória da cruz. Diante de um grupo enfurecido (Atos 7.54), Estêvão contemplou a glória de Deus: “Eis que vejo os céus abertos e o Filho do Homem, que está em pé à mão direita de Deus” (Atos 7.56). Uma igreja que contempla o Cristo glorificado não nega a sua fé, pois ela contempla a vitória da cruz. Assim como Estêvão, o apóstolo Paulo demonstrou estar pronto, não somente para sofrer pelo nome de Jesus, mas morrer por Ele (Atos 21.13). Uma igreja que mantém seus olhos no Cristo glorificado não tem nada a temer.

2. Perdoando o agressor. A última declaração de Estêvão antes de sua morte é marcante e cheia de significado: “E, pondo-se de joelhos, clamou com grande voz: Senhor, não lhes imputes este pecado. E, tendo dito isto, adormeceu” (Atos 7.60). Aqui vemos um cristão que não teme a morte porque contempla a coroa da vida (Apocalipse 2.10). Temos aqui a figura de uma igreja que, literalmente, se dá pelo perdido, que se sacrifica por ele. Esse deve ser o modelo a seguir.


SINOPSE III
A fidelidade de Estêvão a Cristo o levou ao martírio, tornando-o um exemplo de perseverança na fé.

 CONCLUSÃO
Estêvão, um dos sete escolhidos para o trabalho social da primeira igreja, representa o modelo de uma igreja verdadeiramente bíblica. Qualificado, cheio de fé e do Espírito Santo, não teme se posicionar diante de um mundo e de uma cultura contrários. Não teme o sofrimento e nem mesmo a morte na defesa daquilo que acredita e prega. É o modelo de uma igreja, que em vez de ficar no seu conforto, vai até as últimas consequências, arriscando-se pelo seu Senhor.


APLICAÇÕES PRÁTICAS

• A igreja deve estar disposta a enfrentar oposição e até perseguição por causa do Evangelho.

• Cada cristão é chamado a conhecer, viver e defender sua fé com ousadia e graça.

• O sofrimento por Cristo não é derrota, mas parte do testemunho que glorifica a Deus.



REVISANDO O CONTEÚDO


1. O que podemos aprender com Estêvão?
Aprendemos que a fé cristã sempre será questionada, será colocada à prova, mas não há espaço para indecisão. Estêvão nos ensina que todo cristão deve saber defender a sua fé.

2. Quem foram os que se levantaram contra Estêvão?
Um grupo de judeus que viviam fora de Israel, chamados de judeus helenistas, se levantaram contra ele. Esses judeus faziam parte da Diáspora.

3. Contra o quê a Igreja sempre teve que lidar e combater?
A igreja sempre teve que lidar e combater as falsas narrativas. A igreja luta em várias frentes com falsas narrativas que a todo custo querem minar o seu testemunho e desacreditá-la.

4. Como Estêvão fez uma defesa apaixonada da fé?
Ele faz uma defesa apaixonada da fé, usando a própria história do povo de Israel como base.

5. O que Estêvão pôde contemplar diante de um grupo enfurecido?
Diante de um grupo enfurecido (Atos 7.54), Estêvão contemplou a glória de Deus: “Eis que vejo os céus abertos e o Filho do Homem, que está em pé à mão direita de Deus” (Atos 7.56).

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sábado, 16 de agosto de 2025

LIÇÃO 8 - UMA IGREJA QUE ENFRENTA OS SEUS PROBLEMAS

 3° TRIMESTRE DE 2025  EBD ADULTOS


A lição trata dos conflitos internos enfrentados pela igreja primitiva e como ela, guiada pelo Espírito Santo, soube lidar com sabedoria, organização e serviço cristão para manter a unidade e cumprir sua missão.

TEXTO ÁUREO
“Escolhei, pois, irmãos, dentre vós, sete varões de boa reputação, cheios do Espírito Santo e de sabedoria, aos quais constituamos sobre este importante negócio.” 

VERDADE PRÁTICA
Uma igreja cheia da sabedoria do Espírito age sabiamente para resolver conflitos de relacionamentos.

LEITURA DIÁRIA

 Segunda – Atos 6.1,2
 ■ Identificando a natureza dos conflitos

 Terça – 1 Coríntios 6.5
 ■ Resolvendo conflitos na esfera da igreja

 Quarta – Mateus 5.9
 ■ Pacificando todos os tipos de conflitoso

 Quinta – 2 Timóteo 2.24
 ■  Gentileza, paciência e habilidades para evitar os conflitos

 Sexta – Gálatas 5.13
 ■ Servindo uns aos outros para prevenir os conflitos

 Sábado – Provérbios 13.10
 ■ O valor de sábios conselhos na resolução de conflitos

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Atos 6.1-7

1 - Ora, naqueles dias, crescendo o número dos discípulos, houve uma murmuração dos gregos contra os hebreus, porque as suas viúvas eram desprezadas no ministério cotidiano.
2 - E os doze, convocando a multidão dos discípulos, disseram: Não é razoável que nós deixemos a palavra de Deus e sirvamos às mesas.
3 - Escolhei, pois, irmãos, dentre vós, sete varões de boa reputação, cheios do Espírito Santo e de sabedoria, aos quais constituamos sobre este importante negócio.
4 - Mas nós perseveraremos na oração e no ministério da palavra.
5 - E este parecer contentou a toda a multidão, e elegeram Estêvão, homem cheio de fé e do Espírito Santo, e Filipe, e Prócoro, e Nicanor, e Timão, e Pármenas e Nicolau, prosélito de Antioquia;
6 - e os apresentaram ante os apóstolos, e estes, orando, lhes impuseram as mãos.
7 - E crescia a palavra de Deus, e em Jerusalém se multiplicava muito o número dos discípulos, e grande parte dos sacerdotes obedecia à fé.

Hinos Sugeridos: 46 • 304 • 372 da Harpa Cristã

■ INTRODUÇÃO
Nesta lição, exploraremos a diaconia bíblica, um ministério essencial de serviço na igreja, que nos ensina sobre o serviço ao próximo. A Bíblia nos mostra que a Igreja, mesmo em seus primórdios, enfrentava desafios, mas a busca por soluções em Deus era fundamental. A criação do ministério dos diáconos não foi para estabelecer uma hierarquia, mas para organizar o serviço social na Igreja, mostrando que todos os líderes são chamados a servir. O que realmente importa no Reino de Deus é a disposição em servir, independentemente do cargo ou tarefa, pois o serviço é a essência do trabalho na igreja.


Palavra-Chave: Diaconia

– A IDENTIFICAÇÃO DOS CONFLITOS
• Conflito cultural: Judeus helenistas (gregos) e hebreus tinham diferenças linguísticas e culturais que geraram tensões.
• Conflito social: Viúvas helenistas estavam sendo negligenciadas na distribuição diária de mantimentos.
• A igreja reconheceu que precisava agir para preservar a unidade e o testemunho cristão.

1. Conflito de natureza cultural. Lucas cita um conflito entre os “gregos” e “hebreus” (At 6.1a). A referência neste texto aos “gregos” está relacionada aos judeus helenistas, isto é, que haviam emigrado para outros países e que, por conta disso, falavam somente a língua grega. Por outro lado, o termo “hebreus” era uma referência aos judeus de Jerusalém que se comunicavam principalmente em hebraico (aramaico). Havia, portanto, uma barreira de natureza cultural por conta da língua. Essa barreira cultural trouxe um conflito de relacionamento entre os crentes da primeira igreja. Isso fez com que os apóstolos, logo após tomarem conhecimento do problema, buscassem uma solução. Eles não podiam deixar a igreja de Jerusalém se desintegrar por conta da barreira de natureza cultural. A unidade da igreja não pode ser ameaçada por conflitos de qualquer natureza.

2. Conflito de natureza social. Lucas explica que em razão daquela diferença cultural, “as suas viúvas eram desprezadas no ministério cotidiano” (At 6.1b). Aqui fica evidente a natureza social do problema — as viúvas de fala grega estavam sendo negligenciadas na distribuição diária. O conflito se instalou e precisava de solução. Fica em evidência que a igreja não é só um organismo, ela também é uma organização. Ela tem sua esfera espiritual, mas também social. Era, portanto, essa parte social que estava em desequilíbrio e precisava de cuidados.

3. Qual é a prioridade? É muito comum a ideia de que o cristão deve cuidar apenas da esfera espiritual e negligenciar a social. Cria-se dessa forma um entendimento nada bíblico de que a primeira deve ser privilegiada e a segunda, negligenciada. Assim, por exemplo, um evento musical recebe grande atenção porquanto mexe com as emoções, enquanto um trabalho social numa igreja local carente conta com poucas adesões. Negligenciar os mais necessitados é um dos pecados denunciados tanto no Antigo Testamento (Is 58.6) quanto no Novo Testamento (Mt 25.35-38). Não podemos ignorar a situação social dos menos favorecidos e pensar que, dessa forma, estamos adorando a Deus em espírito e em verdade. 

SINOPSE I
A igreja primitiva enfrentou desafios internos que exigiram sabedoria para manter a unidade.

II – A DELEGAÇÃO DE TAREFAS
• Os apóstolos entenderam que não podiam abandonar a oração e a pregação para resolver o problema social.
• Instituíram diáconos, homens cheios do Espírito e sabedoria, para cuidar das necessidades práticas da comunidade.

1. O ministério da oração e da Palavra. Diante do conflito, os apóstolos perceberam que a parte da comunidade que estava sendo negligenciada precisava de cuidados. Contudo, eles também perceberam que não poderiam resolver um problema criando outro. Cuidar dos mais necessitados era uma missão urgente da igreja, mas os ministérios da oração e pregação da Palavra de Deus também o eram (At 6.4). Tanto a parte social como a devocional e evangelística fazem parte de uma única missão da Igreja. Poderíamos dizer que são os dois lados de uma mesma moeda. Cuidar dos necessitados é importante, igualmente importante é a oração e a evangelização.

2. Não há conflito entre tarefas. Não podemos ler Atos 6 como se o ministério da oração e da pregação estivessem em oposição com o ministério de serviço social. Não há essa contradição, onde um é considerado mais espiritual e o outro menos. Tudo faz parte de uma única missão da Igreja. Assim, se a igreja ora e prega, mas não cuida dos necessitados, ela falha em sua missão. Da mesma forma, se a igreja se torna apenas um centro social, negligenciando a oração e a pregação, ela perde a sua essência, deixa de ser Igreja de Cristo e, por isso, também falha em sua missão.

3. A Diaconia. O parecer dos apóstolos foi que eles constituíssem pessoas habilitadas sobre o que eles denominaram de “este importante negócio” (At 6.3). É, portanto, uma referência ao “serviço” ou “diaconia”, identificado no versículo 3 como “servir” às mesas (At 6.3). A palavra “diaconia” tem a ver mais com a função do que com a forma. Assim, em Atos 6 o que está mais em destaque é a função exercida pelos sete diáconos do cargo ou ofício ocupado por eles. O contexto favorece esse entendimento. Contudo, essa narrativa bíblica fundamenta a instituição do diaconato cristão. Outrossim, devemos enfatizar aqui que a diaconia era vista pelos apóstolos como um “importante” negócio, ou seja, algo necessário à igreja. Esse entendimento apostólico contradiz o que muitos pensam atualmente a respeito do serviço da diaconia. Infelizmente, há os que enxergam um diácono como um obreiro de classe inferior. Mas no contexto bíblico, a diaconia é um serviço especial onde somente pessoas especiais, isto é, com as qualificações bíblicas exigidas, podem trabalhar. 
• O serviço cristão (diaconia) foi valorizado como essencial para o equilíbrio entre missão espiritual e social.
• A escolha dos diáconos mostrou que liderança na igreja deve ser baseada em caráter, sabedoria e disposição para servir 


SINOPSE II
Os apóstolos instituíram diáconos para equilibrar o ministério da pregação da Palavra, da oração e do serviço social.

III – SEGUINDO OS PRINCÍPIOS CRISTÃOS
1. Privilegiando o caráter. Nas exigências das qualificações exigidas para o exercício do diaconato, o caráter ganha ênfase: “Escolhei, pois, irmãos, dentre vós, sete varões de boa reputação, cheios do Espírito Santo e de sabedoria, aos quais constituamos sobre este importante negócio” (At 6.3). Aqueles que iriam “cuidar das mesas” deveriam ser pessoas de “boa reputação”. A palavra “boa reputação” traduz o termo grego martyreo, que significa “testemunha” ou “mártir”, quer dizer uma pessoa autêntica, honesta, correta e que não negocia valores para exercer a função da diaconia. Às vezes pensamos que essas exigências eram apenas para os dias bíblicos, o que evidentemente é um equívoco. Se para aqueles que se dedicariam apenas em “servir as mesas”, isto é, os diáconos, era exigido “boa reputação”, então o que dizer dos pastores que cuidam de todo o rebanho?

2. Exercitando os dons. Essas pessoas, encarregadas da diaconia da igreja, além da exigência de boa reputação, deviam ser cheias do “Espírito Santo e de sabedoria” (At 6.3). Defender a boa ortodoxia, isto é, a doutrina correta, era importante, mas incompleto. Era necessário que essas pessoas também fossem cheias do Espírito Santo e da sabedoria. É possível uma pessoa ser ortodoxa, eticamente irrepreensível, contudo, não ser quebrantada e nem possuir fervor espiritual. Da mesma forma, é possível uma pessoa exercitar os dons espirituais, contudo, não ter sabedoria nenhuma. Uma coisa não pode funcionar sem a outra. O ideal de Deus é que o cristão viva corretamente exercitando os dons espirituais com a sabedoria no exercício da diaconia.

SINOPSE III
A escolha dos diáconos seguiu critérios espirituais, destacando caráter, fé, compromisso cristão e fervor espiritual.

■ CONCLUSÃO
Aprendemos nesta lição a importância do serviço cristão. A igreja “espiritual” é também social. Devemos nos dedicar tanto ao ministério da oração e pregação como também à assistência aos mais necessitados. A igreja que cuida da alma também deve cuidar do corpo. Deus não é glorificado na desgraça de ninguém. Se há um necessitado em nosso meio, e há, devemos considerar os princípios bíblicos ensinados nessa passagem das Escrituras para alcançá-lo. Assim, a igreja cresce como Igreja de Deus e o Senhor é glorificado.

APLICAÇÕES PRÁTICAS
• Reconhecer e enfrentar conflitos com sabedoria e amor.
• Valorizar tanto o ministério espiritual quanto o serviço social.
• Buscar líderes capacitados espiritualmente para lidar com questões práticas.
• Promover a inclusão e o cuidado mútuo dentro da igreja.

REVISANDO O CONTEÚDO

1. Quais são as referências de “gregos” e “hebreus”?
“Gregos” refere-se aos judeus helenistas, que falavam grego e tinham influência da cultura grega, enquanto “hebreus” eram judeus de fala aramaica, ligados à tradição judaica de Jerusalém.

2. Quais são as duas naturezas do conflito entre os judeus gregos e hebreus?
O conflito era de natureza cultural, devido às diferenças de idioma e costumes, e de natureza social, pois as viúvas dos helenistas estavam sendo negligenciadas na distribuição diária de mantimentos.

3. Há contradição entre as esferas espiritual e social?
Não há essa contradição, onde um é mais espiritual e o outro menos. Tudo faz parte de uma única missão da Igreja.

4. Com o que a palavra “diaconia” tem a ver?
A palavra “diaconia” tem a ver mais com a função do que com a forma. Assim, em Atos 6 o que está mais em destaque é a função exercida pelos sete diáconos do cargo ou ofício ocupado por eles.

5. O que recebeu ênfase pelas exigências e qualificações exigidas para o diaconato?
Nas exigências das qualificações exigidas para o exercício do diaconato, o caráter ganha ênfase. Aqueles que iriam “cuidar das mesas” deveriam ser pessoas de “boa reputação”.


NÃO SAIA SEM ANTES...


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