Este Blog tem por objetivo explorar temas relacionados à Educação Cristã e ao Ensino Bíblico. Acredito que o conhecimento das Escrituras é essencial para o crescimento espiritual e a formação de discípulos comprometidos. Neste espaço, compartilho insights, reflexões e recursos para enriquecer sua jornada de fé.
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terça-feira, 6 de fevereiro de 2024

O PASTOR QUE FRACASSOU

 O Pastor que (não) fracassou

O Pastor de um pequeno vilarejo chegou à igreja animado para realizar mais um culto. Logo a hora começou a passar e o povo não chegava.

Depois de 15 minutos de atraso, entraram três crianças e depois de 20 minutos entraram dois jovens. Então o pastor resolveu começar a reunião com os cinco irmãos.

No decorrer do culto, entrou um casal que se sentou nos últimos bancos da igreja.

Quando o pastor fazia a pregação, entrou mais um senhor, meio sujo, com uma corda na mão.

Desapontado e sem entender o porquê da fraca participação dos fiéis, o pastor conduziu o culto animado e pregou com dedicação e zelo.

Quando voltava para a casa foi assaltado e espancado por dois ladrões que levaram a sua pasta onde estavam sua Bíblia e outros pertences de valor.

Chegando em casa, fazendo os curativos das feridas, ele descreveu aquele dia como:

1) o dia mais triste da sua vida,

2)  o dia mais fracassado do seu ministério,

3) o dia mais infrutífero da sua carreira.

Após cinco anos, o pastor resolveu compartilhar essa história com a igreja. Quando ele terminava de contar a história, um casal de grande destaque naquela região interrompeu-o e disse:

 - Pastor, o casal da história que se  sentou no fundo éramos nós. Estávamos à beira da separação em função de vários problemas e desentendimentos que havia no nosso lar. Naquela noite decidimos por fim ao nosso casamento, mas, primeiro, decidimos vir à  igreja para  deixarmos as nossas alianças e depois cada um seguiria o seu caminho. Entretanto, desistimos da separação depois de ouvirmos sua mensagem, naquela mesma noite. Como consequência, hoje, estamos aqui com o lar e a família restaurados.

Enquanto o casal falava,  um dos empresários mais bem sucedidos que ajudava no sustento daquela igreja acenava, pedindo para falar e ao lhe ser  dada a oportunidade disse:

- Pastor, eu sou aquele senhor que entrou meio sujo com uma corda na mão. Eu estava à beira da falência, perdido nas drogas, minha esposa e meus filhos tinham ido embora de casa por conta das minhas agressões. Naquela noite tentei suicidar-me, só que a corda arrebentou.  Então decidi comprar outra. Quando me pus a caminho para comprar uma outra corda, vi a igreja aberta, decidi entrar mesmo sujo e com a corda na mão.

O homem tomou fôlego e continuou:

- Naquela noite, a sua mensagem perfurou o meu coração e saí daqui com ânimo para viver. Hoje estou livre das drogas, minha família voltou para casa e me tornei o maior empresário da cidade.

Lá na porta da entrada do templo, um diácono gritou: 

- Pastor, eu fui um daqueles ladrões que o assaltaram. O outro morreu naquela mesma noite, quando realizávamos o segundo assalto. Naquela sua pasta, havia uma Bíblia. Eu passei a lê-la sempre que acordava pela manhã. Depois de tanto ler, resolvi participar dessa igreja.

O Pastor ficou em choque e começou a chorar junto com os fiéis.

Afinal aquela noite que ele considerava como uma noite de fracasso foi uma noite muito produtiva.

Moral da Estória

1 - Exerça o seu chamado (trabalho/missão) com dedicação e zelo, independente do número de participantes.

2 - Dê o seu melhor todos os dias, pois a cada dia você é um instrumento do bem para a vida de alguém.

3 - Nos piores dias da sua vida você ainda pode ser bênção na vida de alguém.

4 - O dia que você considera como o dia mais infrutífero da sua vida na terra, na verdade é o dia mais produtivo no mundo espiritual.

5- Deus usa as circunstâncias ruins da vida para produzir grandes vitórias.

6 - Nunca diga: "hoje Deus não fez nada", só pelo fato de seus olhos nada enxergarem!

Autor desconhecido


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A CORUJA E O FALCÃO

 A Coruja e o Falcão

Certa vez um homem observou uma coruja que estava junto à janela. Ela caiu e o distraiu da oração, mas ele não deu muita importância a ela.

Nos outros dias, ele observou que a coruja permanecia naquele lugar e parecia que se estabelecera ali.

Dia após dia ele pôs-se a observar aquela coruja. Notou que ela quase não se movia. Começou a incomodar-se com aquela ave. Ela ocupava mais tempo de sua atenção que a oração.

Como veio parar ali, se não comia? 

Uma vez até chegou a mexer com ela para ver se realmente era uma coruja de verdade.

De tanto observar, notou que a ave era cega e isso encheu mais ainda sua cabeça de perguntas.

Até que, certo dia, notou que um falcão entrava na igreja com algo entre o bico.

Eram algumas minhocas ou algum inseto e que servia de alimento para a coruja.

Ele maravilhou-se com o que viu e chegou a coçar os olhos para ver se enxergava direito: O falcão entrava na igreja para alimentar a coruja, da mesma forma como faria com um de seus filhotes.

Imediatamente o piedoso homem começou a louvar o Senhor e a se perguntar a razão de tamanho milagre. Jesus diz que Deus cuida até dos pássaros com o cuidado de um pai.

Sentiu enorme consolação ao pensar em um Deus amoroso, que coloca um falcão para cuidar de uma mísera coruja. O que não faria Deus por ele?

Sentiu o coração vibrar ao perceber que Deus também cuidava dele com o mesmo carinho com que cuidava daquela ave.

No entanto sua consolação também lhe trouxe a moção interior de que Deus lhe revelava algo único.

Refletiu e decidiu vender tudo o que tinha e colocar-se ao único cuidado do Senhor.

Ponderou que era apegado demais aos seus bens e que Deus o chamava para viver uma vida de pobre, dependendo unicamente da providência divina, pois ele valeria mais que milhões de coruja.

Saiu de sua casa e colocou-se como mendigo na porta da mesma igreja que costumava freqüentar.

No entanto começou a ter dificuldades. As pessoas o tinham conhecido como rico comerciante e não entendiam porque ele estava ali.

Alguns achavam que tinha endoidecido; não lhe davam esmolas e ele começou a passar fome.

Desolado e entristecido, pensava que Deus o tinha abandonado. Renunciara a tudo para viver da providência de Deus e Deus não aceitara sua renúncia.

Revelou sua desolação e procurou um pastor.

Ao que o pastor lhe perguntou:

– Você tem certeza que foi Deus quem lhe pediu para viver como mendigo?

– Claro, a experiência com a coruja me mostrou que Deus sempre cuida de quem precisa, eu não tinha como duvidar! – Respondeu convicto.

O pastor o olhou serenamente e com muita compaixão lhe perguntou:

– Você tem certeza que Deus o chamava a ser coruja? Não lhe estaria chamando a ser falcão?


Moral da estória

Muitos agem como verdadeiros fariseus abdicando de tudo que tem para viver uma vida pobre que aguça a compaixão das pessoas.

Deus nos tem chamado para sermos falcões, libertando pessoas, levando amor, consolo e sustento.

É claro que Deus por vezes nos trata como à coruja, mas nos chamou para sermos como o falcão.

Se você decidir assumir seu papel como falcão, Deus lhe conduzirá exatamente onde há uma coruja precisando de alimento. 


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CULPADO OU INOCENTE?

 Culpado ou Inocente?

Conta uma antiga lenda que, na Idade Média, um homem muito religioso foi injustamente acusado de ter assassinado uma mulher. Na verdade, o autor era pessoa influente do reino e por isso, desde o primeiro momento procuraram um "bode expiatório" para acobertar o verdadeiro assassino. O homem foi levado a julgamento, já temendo o resultado: a forca. Ele sabia que tudo iria ser feito para condená-lo e que teria poucas chances de sair vivo desta história. O juiz, que também estava combinado para levar o pobre homem à morte, simulou um julgamento justo, fazendo uma proposta ao acusado que provasse sua inocência.

Disse o juiz:

- Sou de uma profunda religiosidade e por isso vou deixar sua sorte nas mãos do Senhor. Vou escrever num pedaço de papel a palavra INOCENTE e no outro pedaço a palavra CULPADO. Você sorteará um dos papéis e aquele que sair será o veredicto. O Senhor decidirá seu destino, determinou o juiz.

Sem que o acusado percebesse, o juiz preparou os dois papéis, mas em ambos escreveu CULPADO, de maneira que, naquele instante, não existia nenhuma chance do acusado se livrar da forca. Não havia saída. Não havia alternativas para o pobre homem! 

O juiz colocou os dois papéis em uma mesa e mandou o acusado escolher um. O homem pensou alguns segundos e pressentindo a "vibração" aproximou-se confiante da mesa, pegou um dos papéis e rapidamente colocou na boca e engoliu. Os presentes ao julgamento reagiram surpresos e indignados com a atitude do homem.

O que você fez? E agora? Como vamos saber qual seu veredicto? - perguntou o juiz contrariado.

- É muito fácil! - respondeu o homem - basta olhar o outro pedaço que sobrou e saberemos que acabei engolindo o contrário dele.

Todos ficaram surpresos e, sem argumentos, liberaram o pobre homem!

Moral da estória

Por mais difícil que seja uma situação, não deixe de acreditar até o último momento. Lembre-se que a verdade muitas vezes está escondida nas entrelinhas e na perspicácia daqueles que a buscam.


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A PARÁBOLA DO CAVALO

 A Parábola do Cavalo

Um fazendeiro, que lutava com muitas dificuldades, possuía alguns cavalos para ajudar nos trabalhos em sua pequena fazenda.

Um dia, seu capataz veio trazer a notícia de que um dos cavalos havia caído num velho poço abandonado. O poço era muito profundo e seria extremamente difícil tirar o cavalo de lá. O fazendeiro foi rapidamente até o local do acidente, avaliou a situação, certificando-se que o animal não se havia machucado. Mas, pela dificuldade e alto custo para retirá-lo do fundo do poço, achou que não valia a pena investir na operação de resgate.

Tomou, então, a difícil decisão: determinou ao capataz que sacrificasse o animal jogando terra no poço até enterrá-lo, ali mesmo. E assim foi feito: os empregados, comandados pelo capataz, começaram a lançar terra para dentro do buraco de forma a cobrir o cavalo. Mas, à medida que a terra caía em seu dorso, o animal a sacudia e ela ia se acumulando no fundo, possibilitando ao cavalo ir subindo.

Logo os homens perceberam que o cavalo não se deixava enterrar, mas, ao contrário, estava subindo à medida que a terra enchia o poço, até que, finalmente, conseguiu sair!


Moral da estória

Se você estiver "lá embaixo", sentindo-se pouco valorizado, quando, certos de seu "desaparecimento", os outros jogarem sobre você a terra da incompreensão, da falta de oportunidade e de apoio, lembre-se do cavalo desta estória. 

Não aceite a terra que jogaram sobre você: sacuda-a e suba sobre ela. E quanto mais jogarem, mais você aproveite para subir... Subir!


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A ÁRVORE DOS PROBLEMAS

A Árvore dos Problemas

Esta é uma história de um homem que contratou um carpinteiro para ajudar a arrumar algumas coisas na sua fazenda

O primeiro dia do carpinteiro foi bem difícil. O pneu de seu carro furou e ele deixou de ganhar uma hora de trabalho. A sua serra elétrica quebrou, ele cortou o dedo e, finalmente, no final do dia, o seu carro não funcionou. 

O homem que contratou o carpinteiro ofereceu uma carona para casa e, durante o caminho, o carpinteiro não falou nada. 

Quando chegaram a sua casa o carpinteiro convidou o homem para entrar e conhecer a sua família. 

Quando os dois homens estavam se encaminhando para a porta da frente, o carpinteiro parou junto a uma pequena árvore e gentilmente tocou as pontas dos galhos com as duas mãos. 

Depois de abrir a porta da sua casa, o carpinteiro transformou-se. Os traços tensos do seu rosto transformaram-se em um grande sorriso, e ele abraçou os seus filhos e beijou a sua esposa. Um pouco mais tarde, o carpinteiro acompanhou a sua visita até o carro. 

Assim que eles passaram pela árvore, o homem perguntou por que ele havia tocado na planta antes de entrar em casa.

“Ah – respondeu o carpinteiro – esta é a minha planta dos problemas. Eu sei que não posso evitar ter problemas no meu trabalho, mas estes problemas não devem chegar até os meus filhos e minha esposa. Então, toda noite, eu deixo os meus problemas nesta árvore quando chego em casa, e os pego no dia seguinte.” 

“E você quer saber de uma coisa? – prosseguiu - Toda manhã, quando eu volto para buscar os meus problemas, eles não são nem metade do que eu me lembro de ter deixado na noite anterior”. 


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