Pastor Ademar Rodrigues

Este Blog tem por objetivo explorar temas relacionados à Educação Cristã e ao Ensino Bíblico. Acredito que o conhecimento das Escrituras é essencial para o crescimento espiritual e a formação de discípulos comprometidos. Neste espaço, compartilho insights, reflexões e recursos para enriquecer sua jornada de fé.
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sexta-feira, 31 de maio de 2024

LIÇÃO 7 - ACHADOS E PERDIDOS NO REINO

▶ 2° TRIMESTRE DE 2024 ▶ EBD ADOLESCENTES


LEITURA BÍBLICA
Lucas 15.3-7

A MENSAGEM

Porque o Filho do Homem veio buscar e salvar quem está perdido.

Lucas 19.10

Devocional

• Segunda   | Mateus 18.10:11

• Terça         | João 3:16

• Quarta       | João 10.10:11

• Quinta       | Colossenses 1.13:14

• Sexta         | Salmos 100:3

• Sábado      | João 3:17

Vamos Descobrir

Você já perdeu algo que era importante para você? Quando isso acontece ficamos apreensivos, não é mesmo? E caso não encontremos, um sentimento de frustração e tristeza toma o nosso coração. Nesta lição falaremos sobre o amor de Deus pelos pecadores perdidos, através da história da ovelha perdida. Essa parábola nos mostra o que Deus faz pelo ser humano que se perde dEle nos caminhos da vida.

Hora de Aprender

A aproximação entre Jesus, os “cobradores de impostos e outras pessoas de má fama” (Lc 15.1) era algo inadmissível para os fariseus e mestres da Lei. Afinal de contas, os primeiros eram tidos como judeus traidores que se uniram a Roma para extorquir seus compatriotas, enquanto que o segundo grupo era visto como impuro. Desta maneira, eles tratavam tais pessoas como indignas do amor e da misericórdia de Deus. É exatamente dentro deste contexto que Jesus Lhes propõe três histórias com uma única ênfase: expressar o amor de Deus pelos perdidos e indignos da sociedade.

I – ACHADOS E PERDIDOS NO REINO DE DEUS

O capítulo 15 do Evangelho escrito por Lucas tem sido chamado carinhosamente por alguns estudiosos de “achados e perdidos do Reino de Deus”, isso porque ele nos apresenta três histórias sobre a alegria de encontrar algo que se havia XX perdido. Nele, temos um pastor que sai à procura da centésima ovelha; uma mulher com dez moedas que sente a falta de uma; e um pai que tem dois filhos e um deles resolve ir embora. Nessas histórias fica evidente a presença de quatro verbos – perder, procurar, encontrar e se alegrar. Isso ilustra o insistente amor restaurador de Deus pelos que estão perdidos (apesar da murmuração dos religiosos), pois o “[…] o Filho do Homem veio buscar e salvar quem está perdido” (Lc 19.10).

Não importa quão pecadores sejamos, a condição de perdido é o suficiente para o Deus amoroso vir ao nosso encontro com perdão, restauração e salvação. Você esteve perdido, mas foi achado por Deus! Sabe o que isso significa? Que Jesus te amou e te alcançou e agora você é filho de Deus e tem uma missão! Então, não fique parado, mãos à obra, vá ao encontro daqueles que se perderam e diga-lhes que há um Deus que os ama e os procura insistentemente.

Seu interesse é que todos sejam salvos 

II – O DEUS QUE PROCURA ATÉ ENCONTRAR

Nesta parábola, uma ovelha de um pastor que tem cem animais para cuidar se desgarrou do rebanho. É bem possível que a ovelha da história tenha sido atraída por novas pastagens, se distraído com algo e, quando percebeu, estava longe do convívio das demais. Como é sabido, as ovelhas são animais dóceis e desprovidos de senso de direção. Sendo assim, ao se distanciar do rebanho além de se tornar uma presa fácil a qualquer predador, ela também demonstra incapacidade de retornar para casa sozinha. O pastor dessa parábola demonstra duas atitudes para com ela:

1. O pastor valoriza a ovelha perdida. O pastor poderia muito bem dizer a si mesmo: “ela saiu do meio do rebanho porque quis, agora ela deve sofrer as consequências. Afinal de contas, é apenas uma ovelha e ainda tenho 99”. Mas não, ele ama cada uma das suas ovelhas. Assim também é o nosso Deus; Ele ama os pecadores de tal maneira que entregou o seu Filho para morrer por eles (Jo 3.16; Rm 5.8). Seu interesse é que todos sejam salvos (Ez 33.11; 1 Tm 2.4; 2 Pe 3.9). Seu amor alcança tanto os que estão seguros no aprisco, quanto os que estão perdidos no mundo sem Deus e sem salvação (Jo 6.37-40; 10.11-16). Ele não desiste. Seu amor é insistente.

2. O pastor procura a ovelha perdida. De acordo com a história, o pastor deixa as 99 ovelhas no aprisco em segurança e sai em busca da perdida. O pastor correu riscos para encontrar a ovelha que se perdeu. Ele estava disposto a fazer o que fosse necessário para achá-la. O pastor dos pastores, Jesus Cristo, também se expôs para nos recuperar. Ele se fez carne (Jo 1.14), sofreu, foi humilhado, perseguido, cuspido e pregado em uma cruz (Mt 26.67; 27.33-38,50). Ele nos procurou, encontrou, deu a sua vida em nosso resgate e em breve virá para nos buscar, a fim de vivermos a eternidade com Ele (Jo 14.1-3;Tt 2.11-13;Ap 22.20).

III – O DEUS QUE SE ALEGRA COM O REENCONTRO

Ao encontrar a ovelha perdida, o pastor da história fica muito contente e volta com ela nos ombros” (Lc 15.5). Como é maravilhoso pensar em um Deus que sente alegria ao encontrar pecadores arrependidos. Ele nos toma em seus braços e nos tira do lugar de morte onde estávamos e nos conduz ao Lugar de vida e segurança (Cl 1.13,14). Ele nos torna seus filhos (Jo 1.12; Rm 8.14-17; Efl.5). 

Ao chegar em casa, o pastor celebra com alegria o resgate bem-sucedido da ovelha e “chama os amigos e vizinhos e diz: ‘alegrem-se comigo porque achei a minha ovelha perdida’” (Lc 15.6). Jesus conclui dizendo que de forma semelhante há “[…] alegria no céu por um pecador que se arrepende dos seus pecados […]” (v.7). De modo que, ainda que os fariseus se neguem a aceitar e celebrar a restauração dos pecadores e impuros, o Céu e todos os seus agentes celestiais celebram alegremente a reconciliação do ser humano que se arrepende dos seus pecados e confessa Jesus Cristo como o seu único e suficiente Senhor e Salvador. 

Você esteve perdido, mas foi achado por Deus 

Essa história, além de ser uma demonstração do amor insistente de Deus pelos pecadores, também deve ser encarada como uma convocação para todos os cidadãos do Reino de Deus. Ele nos chama a amar e procurar os perdidos como Ele ama e procura, bem como a celebrar os encontros como o Céu celebra. Seja um adolescente acolhedor, amoroso e preocupado com a salvação dos perdidos. Deus conta com você!

CONCLUSÃO

Jesus é maravilhoso. Ele toma a iniciativa de buscar as ovelhas perdidas até encontrar, porque é o Bom Pastor. Ele chama cada ovelha perdida de volta para seu aprisco. A cada dia seja como as ovelhas que ouvem a voz do pastor e o seguem. Busque você também a Deus para estar perto dEle, a fim de nunca se tornar uma ovelha perdida. E, durante sua caminhada com Deus, ore por aqueles que se perderam, para que possam ter um reencontro com o Bom Pastor.

VAMOS PRATICAR

1. Quais são os quatro principais verbos das três histórias narradas por Jesus no capítulo 15 de Lucas?

Perder, procurar, encontrar e se alegrar.

2. Caça as seguintes palavras: OVELHA, PERDIDA, REENCONTRO, ALEGRIA.


3. Complete a frase: Como é maravilhoso pensar em um Deus que sente alegria ao encontrar pecadores arrependidos. Ele nos toma em seus braços e nos tira do lugar de morte onde estávamos e nos conduz ao lugar de  vida e  segurança (Cl 1.13,14).

Pense Nisso

O nosso Deus está procurando incansavelmente os pecadores perdidos e chamando-os ao arrependimento e fé, pois são valiosos para Ele. Ele também nos convida a participar de sua alegria, procurando e festejando com os pecadores arrependidos que foram achados e reconciliados ao seu Reino de amor. Deixe o seu coração ser despertado para urgência da evangelização dos perdidos, afinal de contas, há alegria no céu quando um pecador se arrepende.

quarta-feira, 29 de maio de 2024

LIÇÃO 7 - O PERIGO DA MURMURAÇÃO

 2° TRIMESTRE DE 2024  EBD ADULTOS

HINOS SUGERIDOS: 77 • 303 • 388 - DA HARPA CRISTÃ

TEXTO ÁUREO

E não murmureis, como também alguns deles murmuraram e pereceram pelo destruidor.
(1 Coríntios 10.10)

VERDADE PRÁTICA

A prática da murmuração enfraquece a vida espiritual, acaba com a comunhão da igreja local e nos impede de desfrutar das promessas de Deus

LEITURA DIÁRIA

Segunda - Êxodo 16.11
 A murmuração dos israelitas nos dias de Moisés

Terça - Lucas 15.2 • Atos 6.1
 A murmuração nos dias de Jesus e dos apóstolos

Quarta - 1 Tessalonicenses 5.12,13 • Hebreus 13.17
■ 
Devemos evitar a murmuração contra a liderança

Quinta - Hebreus 4.16
■ 
Devemos chegar a Deus com confiança, não com murmuração

Sexta - 1 Coríntios 10.10
■ 
A prática da murmuração e a morte espiritual

Sábado - Mateus 12.25 • Lucas 1.17-22
■ A murmuração traz divisão e separação

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Êxodo 16.1-7 • 1 Coríntios 10.10,11

Êxodo 16

1 - E, partidos de Elim, toda a congregação dos filhos de Israel veio ao deserto de Sim, que está entre Elim e Sinai, aos quinze dias do mês segundo, depois que saíram da terra do Egito.

2 - E toda a congregação dos filhos de Israel murmurou contra Moisés e contra Arão no deserto.

3 - E os filhos de Israel disseram-lhes: Quem dera que nós morrêssemos por mão do Senhor na terra do Egito, quando estávamos sentados junto às panelas de carne, quando comíamos pão até fartar! Porque nos tendes tirado para este deserto, para matardes de fome a toda esta multidão.

4 - Então, disse o Senhor a Moisés: Eis que vos farei chover pão dos céus, e o povo sairá e colherá cada dia a porção para cada dia, para que eu veja se anda em minha lei ou não.

5 - E acontecerá, ao sexto dia, que prepararão o que colherem; e será o dobro do que colhem cada dia.

6 - Então, disse Moisés e Arão a todos os filhos de Israel: À tarde sabereis que o Senhor vos tirou da terra do Egito,

7 - e amanhã vereis a glória do Senhor, porquanto ouviu as vossas murmurações contra o Senhor, porque quem somos nós para que murmureis contra nós?

1 Coríntios 10

10 - E não murmureis, como também alguns deles murmuraram e pereceram pelo destruidor.

11- Ora, tudo isso lhes sobreveio como figuras, e estão escritas para aviso nosso, para quem já são chegados os fins dos séculos.

■ INTRODUÇÃO

É verdade que há ações maléficas que vêm direto do Inimigo, mas também é verdade que há as que são produzidas dentro de nós como obras da carne. Uma delas é o pecado da murmuração. Esse pecado é tão perigoso em nossa jornada que pode nos levar à queda. Ele não acontece instantaneamente, pois geralmente sucede a incredulidade. Sim, incredulidade e murmuração andam juntas. Por isso, nesta lição, estudaremos os perigos da murmuração à luz da recomendação do apóstolo: “Fazei todas as coisas sem murmurações” (Fp 2.14).

Palavra-Chave: Murmuração

I - A MURMURAÇÃO NA BÍBLIA

1. O que é murmurar? As principais palavras para murmuração na Bíblia são as seguintes: do hebraico, o verbo liyn, “resmungar”, “reclamar” e “murmurar” (Nm 14.36); e o substantivo higgayown, “meditação”, “música solene”, “pensamento”, “conspiração” (Lm 3.62); do grego, o verbo goggúzó, “murmurar”, “resmungar”, “queixar-se”, “dizer algo contra em um tom baixo”, “dos que confabulam secreta- mente” (Jo 7.32). De acordo com essas palavras, o murmurador tem o espírito dominado pelo descontentamento, de acordo, irá, queixas e oposição. Nem Deus escapa dele, pois basta lembrar do que foi feito contra Moisés e Arão (Ex 15.24; 17.3; Nm 14.27; 16.41).

2. O comportamento dos murmuradores. De acordo com os dois testamentos da Bíblia, o mal da murmuração estava no meio do povo Deus, entre os israelitas dos dias de Moisés (Ex 16.11); nos dias de Jesus Cristo com os escribas e fariseus (Lc 15.2); na igreja em Jerusalém, no início (At 6.1). Esse mal revela um comportamento inconveniente, um temperamento inquieto, indiretas sarcásticas. O comportamento dos murmuradores é tão sério que chegou a ameaçar a unidade da Igreja em Atos, se não fosse o cuidado dos apóstolos (At 6.1-7). Por isso, precisamos ter toda cautela com esse comportamento, pois o pecado da murmuração, além de enfraquecer a nossa vida espiritual, também altera negativamente a nossa saúde emocional e física.

3. O crente murmurador. Quem se diz salvo em Cristo e tem o Espírito Santo em sua vida não pode naturalizar a prática da murmuração. Não é normal um crente cheio do Espírito Santo se entregar a esse pecado. Nesse sentido, estão presentes a indisciplina e o descuido com as virtudes do Espírito (Gl 5.16). Quando um crente se torna um murmurador, ele passa a ser um instrumento do Maligno contra a obra de Cristo no mundo, permitindo ao Diabo dominá-lo e usá-lo de todas as maneiras. Assim, não é possível o crente murmurador ser alegre, bondoso e agradável por meio de sua atitude, visto que sua alma está doente, pois o corpo só será luminoso se os olhos forem bons (Mt 6.22,23).

SINOPSE I

Murmurar significa “resmungar” e “reclamar” e o murmurador tem o espírito dominado pelo descontentamento, desacordo, irá, queixas e oposição.

II – MURMURAÇÃO: IMPEDIMENTO DA PRIMEIRA GERAÇÃO À TERRA PROMETIDA

1. A murmuração contra os líderes escolhidos por Deus. Deus escolheu Moisés e seu irmão, como seu auxiliador, para libertar o povo de Israel da escravidão de Faraó e conduzi-lo à Terra Prometida (Ex 7.1,2). Após experimentar grande livramento, esse povo passou a murmurar contra a liderança de Moisés e Arão de maneira sistemática, alegando que o Legislador o conduzia para morrer em pleno deserto (Êx 16.3). Nesses relatos, percebemos que a murmuração sucede à incredulidade. Há uma ausência de fé e se passa escolher o que é mau: a prática da murmuração. Logo, não se pode esperar mais atitudes de bondade, sinceridade e verdade de quem submerge na murmuração, mas, sim de impaciência, ingratidão e desrespeito à liderança bíblica (1 Ts 5.12,13; Hb 13.17).

2. A murmuração contra Deus. O Senhor Deus respondeu às murmurações do povo, dizendo que faria cair “pão dos céus” (Êx 16.4). Entretanto, o Senhor deixou claro que contemplou as suas “murmurações”, mas tratou o povo com piedade e compaixão (Êx 16.12). Ora, o Senhor Deus contempla todas as nossas ações, sabe do que precisamos e necessitamos. Por isso, diante de uma circunstância difícil, é muito melhor nos dirigirmos a Ele de maneira humilde, graciosa e amorosa do que nos achegarmos a Ele com ingratidão, queixas e murmuração (Hb 4.16).

3. Por que é perigoso murmurar? A Palavra de Deus diz: “quem se endureceu contra ele [Deus] e teve paz?” (Jó 9.4). À luz desse texto, podemos dizer que a murmuração configura um ato de impiedade extrema contra Deus. Ela se torna perigosa porque, além de revelar uma ausência de fé, limita a nossa capacidade de enxergar as ações de Deus em nossas vidas e no contexto em que estamos. Por conseguinte, a murmuração cega-nos diante de Deus. Não lembramos mais das grandes obras do Senhor em nossa vida. Não por acaso, o apóstolo Paulo reúne os episódios de murmuração dos israelitas para que os crentes da atualidade tenham cuidado e não pratiquem esse pecado a fim de não serem destruídos (1 Co 10.10,11; Rm 15.4).

SINOPSE II

A murmuração impediu a primeira geração de israelitas de adentrar na Terra Prometida.

III – MURMURAÇÃO: UM PECADO QUE NOS IMPEDE DE ENTRAR NA CANAĀ CELESTIAL

1. O fim dos israelitas murmuradores. Examinando os textos de Números 14.29 e 16.41-49, percebemos que, por causa da murmuração, os israelitas daquela geração não entraram na terra da promessa, foram mortos e sepultados no deserto (Nm 14.29). A peregrinação de Israel pelo deserto nos serve de exemplo e advertência em nossa jornada para que não adotemos seu comportamento murmurador. Devido a esse pecado, os israelitas perderam de vista os propósitos divinos e não alcançaram o cumprimento da promessa.

2. O destino dos murmuradores. À luz dos relatos do livro de Números, o apóstolo Paulo faz uma séria advertência ao povo da Nova Aliança: “E não murmureis, como também alguns deles murmuraram e pereceram pelo destruidor” (1 Co 10.10). Isso significa que um crente que vive praticando a murmuração já se encontra espiritualmente morto, perdeu a comunhão com o Senhor e não tem mais o prazer nas coisas espirituais. Logo, o seu destino é a morte, que, à luz do Antigo Testamento, infelizmente, tem caráter físico e espiritual. A murmuração é um perigo ao longo da nossa trajetória cristã.

3. Os males da murmuração. Há muitos males que a murmuração pode provocar. Por exemplo, na vida da igreja local a murmuração pode trazer desânimo espiritual, contendas comunitárias, rebeldias espirituais e divisões ministeriais. Esse processo acaba com a vida de comunhão da igreja local. Além disso, o nosso Senhor disse que o reino dividido contra si mesmo é “devastado” e não “subsistirá” (Mt 12.25; cf. Lc 1.17-22). Há também o mal de caráter espiritual. Por exemplo, a murmuração também resulta em mentiras e calúnias, portanto, o Espírito Santo não habita uma vida que é dominada por esse tipo de obras carnais (Ef 4.30; Gl 5.19-21). Por isso, afirmamos que quem se entrega a tal prática acaba atraindo outros pecados para a sua vida, tais como: idolatria, rebelião, adultério, blasfêmias contra Deus. Como consequência acaba prestando serviço ao inimigo e estacionando no meio do trajeto celestial.

SINOPSE III

A murmuração é pecado e pode nos impedir de entrar na Canaã Celestial.

■ CONCLUSÃO

Nesta lição, vimos o quanto a prática da murmuração é perigosa e destruidora tanto para a vida espiritual quanto para a vida comunitária na igreja local ao longo da nossa jornada cristã. Não devemos, pois, ignorar a advertência da Palavra de Deus quanto ao pecado da murmuração (Rm 15.4). Ora, a vontade de Deus é a de que participemos de suas promessas. Portanto, evitemos o mal da murmuração em nossas casas, igrejas e em qualquer lugar que nos relacionamos com o próximo.

REVISANDO O CONTEÚDO

1. De acordo com a lição, o murmurador tem o espírito dominado pelo quê?

O murmurador tem o espírito dominado pelo descontentamento, desacordo, ira, queixas e oposição.

2. Por que precisamos ter cautela com o comportamento murmurador?

Precisamos ter toda cautela com esse comportamento, pois o pecado da murmuração, além de enfraquecer a nossa vida espiritual, também altera negativamente a nossa saúde emocional e física.

3. Como o Senhor Deus respondeu à murmuração dos israelitas?

O Senhor Deus respondeu às murmurações do povo, dizendo que faria cair “pão dos céus” (Êx 16.4). Entretanto, o Senhor deixou claro que contemplou as suas “murmurações”, mas tratou o povo com piedade e compaixão (Ex 16.12).

4. O que percebemos ao examinar os textos do livro de Números?

Examinando os textos de Números 14.29 e 16.41-49, percebemos que, por causa da murmuração, os israelitas daquela geração não entraram na terra da promessa, foram mortos e sepultados no deserto (Nm 14.29).

5. O que Paulo traz à Igreja à luz do exemplo do livro de Números?

À luz dos relatos do livro de Números, o apóstolo Paulo faz uma séria advertência ao povo da Nova Aliança (1 Co 10.10). Isso significa que um crente que vive praticando a murmuração já se encontra espiritualmente morto, perdeu a comunhão com o Senhor e não tem mais o prazer nas coisas espirituais.

VOCABULÁRIO

Cautela: Precaução para evitar transtorno e perigo, cuidado, prudência.

Naturalizar: Passar a ter como próprio; adaptar-se; adotar.

Imerge: O que afunda, mergulha.


segunda-feira, 27 de maio de 2024

LEITURA DIÁRIA - ADOLESCENTES


▶︎ Segunda 

Mateus 18.10:11

◼︎ LEITURA

10 — Cuidado, não desprezem nenhum destes pequeninos! Eu afirmo a vocês que os anjos deles estão sempre na presença do meu Pai, que está no céu.

11 [Porque o Filho do Homem veio salvar quem está perdido.] 


◼︎ EXPLICAÇÃO

Mateus 18:10-11 é um trecho bíblico que enfatiza a importância de cada indivíduo aos olhos de Deus, especialmente os mais humildes e pequeninos. No versículo 10, Jesus adverte contra o desprezo aos "pequeninos", referindo-se não apenas às crianças, mas a todos que são humildes ou têm fé simples. Ele revela que os anjos desses pequeninos têm acesso direto a Deus, simbolizando a alta estima que Deus tem por eles. O versículo 11, por sua vez, reforça a missão de Jesus como o Salvador, que veio ao mundo para resgatar aqueles que estavam perdidos. Este trecho destaca a misericórdia e o amor inclusivo de Deus, que não deseja que nenhum de seus filhos se perca. A menção dos anjos vendo a face do Pai celeste sugere uma proximidade e um cuidado especial de Deus para com os mais vulneráveis. Assim, esses versículos nos convidam a refletir sobre o valor que Deus atribui a cada pessoa e sobre nossa responsabilidade em respeitar e cuidar dos outros, especialmente dos mais necessitados. A mensagem é clara: todos são preciosos para Deus, e a salvação está disponível para todos através de Jesus, o Filho do Homem.

◼︎ SAIBA MAIS

•18.10 O seus anjos. As Escrituras ensinam que anjos guardam e ministram ao povo de Deus (Salmos 91.11 • Hebreus 1.14) e que a estes seres espirituais podem ser atribuídas áreas específicas de responsabilidade (Daniel 12.1). Ainda que este versículo seja interpretado como significando que cada crente tem um anjo de guarda pessoal (Atos 12.15) esta crença popular vai além da evidência bíblica. Não obstante, o cuidado de Deus para com seu povo, através dos anjos, deve ser um encorajamento aos cristãos.

•18.11 quem está perdido. O que se perdeu: quer dizer, os pecadores, conforme Lucas 19.10.

terça-feira, 21 de maio de 2024

LIÇÃO 6 - A OBEDIÊNCIA VERDADEIRA

▶ 2° TRIMESTRE DE 2024 ▶ EBD ADOLESCENTES


LEITURA BÍBLICA
Mateus 21.28-32

A MENSAGEM

Jesus continuou: - Se vocês me amam, obedeçam aos meus mandamentos.

João 14.15

DEVOCIONAL

• Segunda   | Lucas 6.46-49

Terça         | Mateus 5.19

• Quarta       | Deuteronômio 5.29

• Quinta       | 1 Samuel 15.22

• Sexta         | Atos 5.29

• Sábado      | Tiago 1.22

VAMOS DESCOBRIR

Para você a obediência é algo importante? Você gosta de obedecer? Na aula de hoje conversaremos sobre este tema, a partir de uma história sobre dois filhos. Apenas um dos filhos fez a vontade do pai. Essa história fala de relacionamento com o pai e de valores como: falar a verdade X viver em engano; obedecer sinceramente X manter aparência de obediência. Você já esteve em situações em que precisou fazer escolhas difíceis diante de Deus? Vamos ver o que a Bíblia tem a ensinar sobre esses dilemas.

HORA DE APRENDER

O capítulo 21 de Mateus é marcado por três eventos:

1°) a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém (vv.1-11);

2°) a purificação do templo de Jerusalém (vv.12-17); e

3°) a maldição lançada por Jesus sobre uma figueira florida que era infrutífera (vv.18-22).

Depois disso, quando Jesus retornou ao templo para ensinar, “alguns chefes dos sacerdotes e alguns líderes judeus” (v.23) se aproximaram dele e questionaram acerca da origem da autoridade demonstrada por Ele, quando entrou no pátio do Templo e expulsou todos os que compravam e vendiam naquele lugar.

I – JOÃO, JESUS E OS LÍDERES RELIGIOSOS

Jesus se coloca à disposição para esclarecê-los desde que, primeiro, eles lhes respondam a seguinte questão: “Quem deu autoridade a João para batizar? Foi Deus ou foram pessoas?” (v.25). Eles se recusam a responder, pois diziam entre si se dissermos que foi Deus, ele vai perguntar: ‘Então por que vocês não creram em João?’ Mas, se dissermos que foram pessoas, temos medo do que o povo pode fazer, pois todos acham que João era profeta” (w.25,26). Como fica evidente, havia uma declarada hostilidade e rejeição por parte dos líderes oficiais da religião judaica a João Batista e também a Jesus Cristo. Eles não suportavam a mensagem de arrependimento proclamada por eles.

II – A VERDADEIRA E A FALSA OBEDIÊNCIA

Neste contexto, Jesus contou a seguinte história: um pai de família tem dois filhos e uma plantação de uvas para cuidar. Como é de se esperar, esse pai chama os filhos para trabalharem na lavoura, porém, e para sua surpresa, o mais velho diz que não vai, mas, no final acaba indo (Mt 21.29); e, o outro, diz que vai, mas resolve não ir (v.30). Jesus, então, a fim de provocar uma resposta dos seus ouvintes, lhes pergunta: “Qual deles fez o que o pai queria?” (v.31) e o público respondeu: o filho mais velho. A partir dessa parábola, podemos aprender sobre a verdadeira e a falsa obediência.

A verdadeira obediência nasce de um coração arrependido

1. A verdadeira obediência é fruto do arrependimento. O filho mais velho da parábola representa “os cobradores de impostos e as prostitutas” (v.31) que, começaram dizendo “não” ao Pai celestial, vivendo suas vidas como se Ele não existisse ou se importasse. Entretanto, ao ouvirem a pregação e a convocação ao arrependimento eles creram na mensagem, confessaram os seus pecados, foram batizados e inseridos no Reino de Deus (Mc 1.4-8). O arrependimento sincero e verdadeiro é capaz de mudar não apenas a forma de pensar de alguém, mas, sobretudo, a sua maneira de sentir e agir.

2. A falsa obediência é fruto da hipocrisia. O filho mais novo representa os líderes religiosos de Israel que, embora iniciem dizendo “sim” a Deus, não fazem o que Ele ordena, não se arrependem (Mt 3.7-12), confessam a Deus da boca para fora e, por isso, não entram no Reino (Mt 21.32). Eles diziam que estavam dispostos a viver a vontade de Deus, mas deliberadamente a desobedeciam; honravam a Deus com os lábios, mas seus corações e atitudes estavam distantes do Senhor (Mc 7.1,2,6-9). Faziam as coisas para serem vistos pelos homens (Mt 23.1-7), escolhendo viver uma espiritualidade hipócrita. 

Você está vivo porque Deus quer e tem um propósito contigo

A grande lição que aprendemos com essa história é que a verdadeira obediência nasce de um coração arrependido e grato a Deus. E que, ao mesmo tempo, a hipocrisia quando escolhida como companheira de rotina nos conduz para longe de Deus. ouvir; mas, na verdade, sua atitude era falsa. Existem muitos cristãos que têm lábios doces nas respostas, porém seus corações dizem o contrário (1 Jo 3.18). Professam pertencer ao Senhor, mas são desobedientes e rebeldes.

Aprendemos nesta parábola que esses dos dois filhos representam duas classes de pessoas. Uma é aquela que exibe religiosidade, mas não passa de aparência, sem nenhum conteúdo. A outra é aquela classe pecadora, desprezada e discriminada, mas que pode ser alcançada pela graça de Deus porque não tem nada a esconder. Uma é falsa e dissimulada; a outra é pecadora, mas é autêntica, e não esconde o seu pecado. A graça de Deus é para todos” (CABRAL, Elienai. Parábolas de Jesus – Advertências para os dias de hoje. Rio de Janeiro: CPAD, Ia Ed. 2005, p. 134-135).

III – DEUS TEM UM PROPÓSITO PARA SUA VIDA

Enquanto os líderes religiosos estavam sendo acusados de rejeitar a obra de Deus, os pecadores, estavam ouvindo o chamado de Deus, se arrependendo dos seus pecados e se colocando à disposição de Deus para que o Reino viesse, com todo o seu poder. De forma que podemos entender que a convocação para trabalhar na plantação de uvas do pai equivale a estar comprometido e engajado nos projetos de Deus para o mundo. É importante que você saiba que sua vida não é fruto do acaso (Sl 139.13,14).

Você não está vivo por mérito ou por acidente. Você está vivo porque Deus quer e tem um propósito contigo. Você foi salvo por Cristo. E, por isso, Ele espera que você pratique boas obras, que glorifiquem a Deus (Ef 2.8-10). Entenda que Deus quer usar sua inteligência, seu temperamento, sua dor, sua alegria, suas redes sociais, seus relacionamentos, sua família e tudo o que você tem para glória dEle e para a salvação dos perdidos. Deus escolheu você para ser um cooperador do Reino!

CONCLUSÃO

Sempre que o Evangelho do Reino for pregado haverá pecadores que se renderão à graça perdoadora de Deus e se voltarão para Cristo Jesus. De igual modo, haverá também pessoas relutantes que ignorarão o chamado ao arrependimento e a obediência verdadeira. Que o Senhor tenha misericórdia de nós e nos conduza à obediência verdadeira! Que sejamos o (a) filho (a) que ouve o chamado do Pai e obedece, pois sua vontade é perfeita.

VAMOS PRATICAR

1. De acordo com a lição classifique as frases abaixo como falsas (F) ou verdadeiras (V):

(F) A falsa obediência é fruto do arrependimento.

(V) Havia uma declarada hostilidade e rejeição por parte dos líderes oficiais da religião judaica a João Batista.

(V) O filho mais velho fez a vontade do pai.

(V) A verdadeira obediência é fruto do arrependimento.

(V) Você está vivo porque Deus quer e tem um propósito contigo.

PENSE NISSO

Obedecer é um principio fundamental e inegociável da Palavra de Deus. É impossível pensar em alguém bem- -sucedido no Reino de Deus que tenha escolhido viver em desobediência. Por essa razão, a grande manchete do Remo é o chamado ao arrependimento, ou seja, a uma mudança radical da mente e de atitudes. Seja um (a) filho (a) de Deus obediente a sua voz. 

SETE DAS MUITAS RAZÕES PARA VOCÊ SEGUIR JESUS!


Muitas vezes as pessoas não dão importância para Jesus. Vêem as outras pessoas indo para a igreja e perguntam "para que ir para a igreja"?

Essas pessoas não entendem que somos chamados não para simplesmente ir para a igreja, mas sim, para seguir Jesus.

Mas por que devemos seguir Jesus?

Muitas são as razões para seguirmos Jesus. 

13 Ele nos libertou do poder da escuridão e nos trouxe em segurança para o Reino do seu Filho amado. 

14 É ele quem nos liberta, e é por meio dele que os nossos pecados são perdoados.

Colossenses 1.13:14

Neste breve estudo, no entanto, apresento apenas sete dessas muitas razões. Vejamos:

1 - Devemos seguir Jesus Porque Ele nos ama

16 Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.
João 3:16

2 - Devemos seguir Jesus Porque sem Ele nada podemos fazer

5 Eu sou a videira, vós as varas; quem está em mim, e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer.
João 15:5

3 - Devemos seguir Jesus Porque Ele é o único que nos purifica do pecado

29 No dia seguinte João viu a Jesus, que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
João 1:29

4 - Devemos seguir Jesus Porque Ele é o único mediador entre Deus e os homens

5 Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem.
1 Timóteo 2:5

5 - Devemos seguir Jesus Porque Ele anulou a conta da nossa dívida

13 Antigamente vocês estavam espiritualmente mortos por causa dos seus pecados e porque eram não judeus e não tinham a lei. Mas agora Deus os ressuscitou junto com Cristo. Deus perdoou todos os nossos pecados 

14 e anulou a conta da nossa dívida, com os seus regulamentos que nós éramos obrigados a obedecer. Ele acabou com essa conta, pregando-a na cruz. 

15 E foi na cruz que Cristo se livrou do poder dos governos e das autoridades espirituais. Ele humilhou esses poderes publicamente, levando-os prisioneiros no seu desfile de vitória. 

Colossenses 2.13:15

6 - Devemos seguir Jesus Porque Ele morreu por amor a nós!

e andai em amor, como também Cristo vos amou e se entregou a si mesmo por nós, em oferta e sacrifício a Deus, em cheiro suave.

Efésios 5:2 

Jesus verdadeiramente nos ama (muito antes de nós o amá-lo):

Nós o amamos porque ele nos amou primeiro.

1 João 4:19

34 Um novo mandamento vos dou: Que vos ameis uns aos outros; como eu vos amei a vós, que também vós uns aos outros vos ameis.

35 Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros.

João 13.34:35

7 - Devemos seguir Jesus Porque Ele nos dá a Salvação

12 E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos.

Atos 4:12

▶ A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo sejam com todos vocês!


SE CRISTO COMIGO VAI




segunda-feira, 13 de maio de 2024

LIÇÃO 6 - AS NOSSAS ARMAS ESPIRITUAIS

 2° TRIMESTRE DE 2024  EBD ADULTOS

HINOS SUGERIDOS: 212 • 225 • 305 - DA HARPA CRISTÃ

TEXTO ÁUREO

Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas, sim, poderosas em Deus, para destruição das fortalezas.”
(2 Coríntios 10.4)

VERDADE PRÁTICA

Diante da batalha espiritual, temos poderosas armas espirituais à nossa disposição: a Palavra de Deus, a Oração e o Jejum.

LEITURA DIÁRIA

Segunda | Efésios 6.1:2 As armas de crente são espirituais e devem ser usadas na jornada

Terça | 1 Pedro 5.8 O Inimigo apresenta diversas estratégias contra nós

Quarta | Mateus 4.4 • 1 Pedro 2.2 A Palavra de Deus, uma poderosa arma espiritual

Quinta | Salmos 55.17 • Efésios 6.18 A Oração, urna arma espiritual Indispensável

Sexta | Mateus 4.1:4 • Atos 13.2:3 O Jejum, um instrumento espiritual indispensável na caminhada

Sábado | 2 Timóteo 3.36 • João 17.9,20:22 • Atos 14.33 Estudando a Palavra, orando e jejuando

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Lucas 4.1-4, 16-20

Lucas 4

1- E Jesus, cheio do Espírito Santo, voltou do Jordão e foi levado pelo Espírito ao deserto.

2 - E quarenta dias foi tentado pelo diabo, e, naqueles dias, não comeu coisa alguma, e, terminados eles, teve fome.

3 - E disse-lhe o diabo: Se tu és o Filho de Deus, dize a esta pedra que se transforme em pão.

4 - E Jesus lhe respondeu, dizendo: Escrito está que nem só de pão viverá o homem, mas de toda palavra de Deus.

terça-feira, 7 de maio de 2024

LIÇÃO 5 - O REINO DE DEUS E AS SEMENTES

▶ 2° TRIMESTRE DE 2024 ▶ EBD ADOLESCENTES 

LEITURA BÍBLICA
Marcos 4.26-34

A MENSAGEM

Jesus disse: O Reino de Deus é como um homem que joga a semente na terra.

Marcos 4.26

DEVOCIONAL

• Segunda | Mateus 13.24-26,30

Terça       | Lucas 13.18,19

Quarta     | Lucas 17.20,21

• Quinta     | Marcos 1.14,15

• Sexta       | Mateus 6.33

• Sábado    | 1 Coríntios 3.6-9

VAMOS DESCOBRIR

Você sabe explicar com suas palavras o que é o Reino de Deus? Hoje vamos estudar sobre esse tema. Jesus contou muitas histórias para explicar verdades profundas sobre o seu Reino. A partir de duas parábolas contadas por Jesus, abordaremos questões como o crescimento invisível, porém, constante do Reino e seu início inexpressivo como um grão de mostarda e seu resultado final Vamos lá?!

HORA DE APRENDER

Hoje estudaremos duas histórias que fazem parte de um conjunto ainda maior de parábolas conhecidas como “parábolas do Reino”. Nesta lição, trataremos de apenas duas. Em ambas, Jesus compara o seu Reino às pequenas sementes.

I – O REINO DE DEUS

Afinal de contas, o que é o Reino de Deus? Você já parou para pensar nisso? De forma simples e objetiva, o Reino de Deus é a intervenção divina na História da humanidade para cumprir os seus propósitos redentores. Esse conceito nasceu na esperança judaica do Antigo Testamento, de uma ação divina que dava fim à presente era (marcada pelo pecado, dor, doença, atuação maligna) introduzindo um novo tempo (caracterizado pela presença do Espírito, da justiça, saúde e paz). Ou seja, os judeus aguardavam pelo fim, pois o fim também significava um novo começo – o início de uma nova história com Deus, o tempo do seu reinado.

Assim, podemos ver que o Reino de Deus é tanto presente, quanto futuro. Ao analisarmos os ensinamentos de Jesus, fica evidente a existência de uma tensão entre o Reino que chegou e o Reino que está por vir. Ele descreveu o Reino como algo presente (Lc 17.21; Mc 1.14; Mt 12.28), mas também como uma expectativa futura (Mt 6.10,33; 8.11; Mc 9.47). Na tentativa de traduzir essa tensão é que os teólogos falaram do Reino como “já” em relação a sua instauração presente e “ainda não” em relação a sua consumação futura. Por enquanto, aguardamos paciente e esperançosamente a consumação desse Reino (Rm 8.18-25; Fp 3.20,21; 1 Ts 1.9,10), enchendo-nos da presença do Espírito Santo.

O Reino é sinônimo da atividade de Deus

II – O REINO É COMO UMA SEMENTE

Jesus contou uma pequena parábola, que é narrada unicamente por Marcos (4.26-29). É a história do homem que lança a semente sobre a terra e, independentemente do seu esforço, acordado ou dormindo, ela brota e cresce, e, quando menos espera, seus frutos estão maduros e prontos para a colheita. Aqui temos algumas lições importantes sobre o Reino de Deus para aprender. Jesus diz que com o Reino de Deus também é assim; ao ser semeado nos corações, misteriosa e secretamente, ele vai crescendo e tomando forma, até que seus frutos sejam visíveis e abundantes.

De maneira que, assim como o lavrador precisa reconhecer seus limites, precisamos também aprender e aceitar que somente Deus é quem tem o controle de tudo. Nós somos apenas aqueles que lançam a semente e não temos o poder de fazê-las crescer e frutificar no tempo que queremos. Às vezes, algumas dão resultados rápidos, e outras demoram. No entanto, é o Senhor Todo-Poderoso que tem o domínio sobre todo o processo. O próprio Jesus, ao falar sobre o papel do Espírito Santo, disse que é Ele que “[…] convencerá as pessoas do mundo de que elas têm uma ideia errada a respeito do pecado e do que é direito, justo e também do julgamento de Deus” (Jo 16.8).

Como fica claro, nosso papel é semear, porém, o crescimento do Reino é responsabilidade exclusiva de Deus (1 Co 3.6,7). Em vez de ficarmos aflitos, devemos ter paciência, confiança e expectativa naquilo que vai acontecer sob a supervisão divina. Afinal de contas, o tempo de espera chegará ao fim e a colheita será efetuada (Mc 4.29). Assim também é com o Reino de Deus, chegará um tempo em que as inúmeras sementes espalhadas sobre a face da Terra crescerão e darão frutos em abundância e a colheita final, então, acontecerá; e o Reino que já teve início terá sua consumação final. Essa é nossa esperança.

Nós somos apenas aqueles que lançam a semente

III – O CRESCIMENTO DO REINO

Seguindo seus ensinamentos sobre o Reino de Deus, Jesus lhes propôs outra parábola (Mc 4.30-32). E essa é tão cativante como a anterior. Agora, Ele recorre à semente de mostarda, a menor das hortaliças da Palestina naquela época. A mostarda, uma vez semeada, “cresce muito até ficar a maior de todas as plantas. E os seus ramos são tão grandes, que os passarinhos fazem ninhos entre as suas folhas” (v.32). Como é possível notar, a história de Jesus dá um destaque tanto ao tamanho inexpressível da semente quanto ao resultado que ela produz, pois assim como o minúsculo grão de mostarda é capaz de produzir um enorme arbusto com até quatro metros de altura, assim também é o Reino de Deus, que no tempo oportuno revelará toda sua grandeza e efetividade.

O Reino que teve um início pequeno (como uma semente de mostarda) na Palestina com Jesus e os doze discípulos, logo começou a dar seus primeiros frutos em Atos dos Apóstolos (4.4; 5.14; 6.7) e tem crescido consistentemente no coração de milhares e milhares de pessoas espalhadas por toda Terra. Com essa parábola, o Senhor estava encorajando seus discípulos a permanecerem firmes e constantes, apesar de toda perseguição, incompreensão e deboche que estivessem recebendo, pois, o Reino que era pequeno cresceria em tamanho e em influência.

CONCLUSÃO

O Reino já está presente entre nós. Como uma semente que cresce de forma misteriosa, esse Reino continua crescendo, dia após dia. Você faz parte desse Reino!

VAMOS PRATICAR

1. Complete:

Jesus diz que com o Reino de Deus também é assim, ao ser semeado nos corações, misteriosa e secretamente ele vai crescendo e tomando forma até que seus frutos sejam visíveis e abundantes.

2. Quanto ao crescimento do Reino de Deus diga se a afirmativa é verdadeira (V) ou falsa (F):

(V) Nós, somos apenas aqueles que lançam a semente, mas não temos o poder de fazê-las crescer e frutificar no tempo que queremos.

(F) O Senhor nos encoraja a permanecermos firmes e constantes, apesar de toda dificuldade, pois o Reino que é pequeno e continuará pequeno e sem qualquer influência.

PENSE NISSO

ACREDITE!

Você faz parte do Reino de Deus. Este Reino está vivo, operante e crescente. Em breve o Rei virá. No tempo certo, Ele dominará sobre tudo e todos para todo o sempre e você fará parte desse reinado. Não troque o Reino de Deus, que é eterno, por nada deste mundo. 

segunda-feira, 6 de maio de 2024

LIÇÃO 5 - OS INIMIGOS DO CRISTÃO

 2° TRIMESTRE DE 2024  EBD ADULTOS

HINOS SUGERIDOS: 4 • 33 • 581 - DA HARPA CRISTÃ

TEXTO ÁUREO

Se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito. Não sejamos cobiçosos de vanglórias, irritando-nos uns aos outros, invejando-nos uns aos outros.
Gálatas 5.25,26

VERDADE PRÁTICA

Na jornada da fé há inimigos que tentam nos atrapalhar: o Diabo, a Carne e o Mundo; mas em Cristo somos mais que vencedores.

LEITURA DIÁRIA

Romanos 6.11-14; 1 João 2.15-17

Segunda | Mateus 13.39 • Lucas 11.18 A realidade bíblica do Inimigo de nossas almas

Terça Mateus 4.1-12 Como tentador, o Diabo atua para desestabilizar o crente

Quarta | Gálatas 5.19; 6.8 A realidade bíblica da Carne como inimiga da jornada

Quinta | 1 João 2.16 | Concupiscência da carne, dos olhos e soberba da vida

Sexta | João 12.31; 15.18 O mundo como sistema que procurar oprimir o crente

Sábado Tiago 5.7 É preciso sujeitar-se a Deus e resistir o Diabo

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Romanos 6

11 - Assim também vós considerai-vos como mortos para o pecado, mas vivos para Deus, em Cristo Jesus, nosso Senhor.

12 - Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, para lhe obedecerdes em suas concupiscências;

13 - Nem tampouco apresenteis os vossos membros ao pecado por instrumentos de iniquidade, mas apresentai-vos a Deus, como vivos dentre mortos, e os vossos membros a Deus, como instrumentos de justiça.

14 - Porque o pecado não terá domínio sobre vós, pois não estais debaixo da lei, mas debaixo da graça.

1 João 2

15 - Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele.

16 - Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo.

17 - E o mundo passa, e a sua concupiscência; mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre.

■  INTRODUÇÃO

Na jornada da vida cristã nos deparamos com perigos que ameaçam a trajetória do nosso caminho para o céu. Nela, encontramos três inimigos que buscam nos atrapalhar: o Diabo, a carne e o mundo. O Diabo e o mundo estão do lado externo de nossa trajetória; a carne, porém, está do lado de dentro: é a nossa natureza pecaminosa. Por isso, nesta lição, estudaremos esses três inimigos da Jornada da Vida Cristä.

Palavra Chave: Inimigos

1 - O PRIMEIRO INIMIGO DO CRISTÃO: O DIABO

1. O Diabo é real. A existência do Diabo como pessoa é descrita desde o primeiro livro da Bíblia. No Antigo Testamento, as ações de Satanás são descritas em Gênesis, 1 Crônicas, Jó, Salmos, Isaías, Ezequiel e Zacarias. O Novo Testamento mostra a atuação do Diabo por cerca de 25 vezes das 29 passagens dos Evangelhos em que Jesus o menciona. Em seu ministério, nosso Senhor atesta a realidade de Satanás (Mt 13.39; Lc 11.18).

2. A descrição de Satanás. As Escrituras Sagradas descrevem Satanás como um ser espiritual que pertencia a uma ordem angelical dos querubins, sendo o mais exaltado deles (Ez 28.12,14). Em Judas 9, por ele pertencer a uma ordem elevada, está registrado que o Arcanjo Miguel contendeu com Satanás a respeito do corpo de Moisés, mas não ousou pronunciar juízo de maldição contra ele. De fato, Satanás é o chefe dos anjos caídos. Ele possui poder, porém, suas ações estão limitadas, mas é visto como o deus deste século, o príncipe da potestade do ar (2 Co 4.4; Ef 2.2). Também podemos afirmar que Satanás é um ser que possui personalidade, ou seja, ele tem inteligência (2 Co 11.3), raiva (Ap 12.17), desejos (Lc 22.31) e vontade própria (Is 14.13,14; 2 Tm 2.26). Nosso Senhor considerava Satanás como uma pessoa e, por isso, usou pronomes pessoais para se referir a ele (Mt 4.1-12; cf. Jó 1.6-12; 2.1-4).

A existência do Diabo como pessoa é descrita desde o primeiro livro da Bíblia.

3. A identidade do Inimigo. Podemos conhecer o Inimigo por meio dos nomes que a Bíblia usa para descrevê-lo: Serpente, refere-se a sua sagacidade e astúcia (Gn 3.1; Ap 12.9); Satanás, mencionado 52 vezes, adversário ou opositor (Zc 3.1; Mt 4.10; Ap 20.2); Diabo, aparece 35 vezes, acusador (Mt 4.1; Ef 4.27); Maligno, revela o seu caráter (1 Jo 5.18,19); Dragão Vermelho, revela sua ferocidade (Ap 12.3,7,9,10); Tentador, ação tentadora no campo da mentira e da imoralidade (At 5.3; 1 Co 7.5); Enganador (Ap 12.9; 20.2,3); Belzebu, chefe dos demônios (Lc 11.15); Belial, pessoa má, sem valor (Jz 19.22; 1 Sm 30.22; 2 Co 6.15). Esses nomes revelam uma natureza cruel, perversa e destruidora do nosso inimigo.

SINOPSE I

O primeiro inimigo do cristão, o Diabo, é descrito na Bíblia como um ser real.

II - O SEGUNDO INIMIGO DO CRISTÃO: A CARNE

1. Conceito bíblico de carne. Há quatro definições para a palavra “carne” na Bíblia: 1) o tecido muscular do corpo humano e dos animais (Gn 2.21); 2) о corpo humano inteiro (Ex 4.7); 3) o ser humano segundo a sua fragilidade e mortalidade (Sl 78.39); 4) a natureza humana pecaminosa (Gl 5.19; 6.8). Dentre muitas perspectivas da palavra carne na Bíblia, a expressão “concupiscência da carne” tem grande relevância (1 Jo 2.16). Quando o apóstolo João usa esse termo, ele se refere à satisfação carnal em todas as suas dimensões: glutona- rias, sensualidade, bebedeira, relações sexuais ilícitas. A expressão revela que não há critério ou norma moral num contexto em que a busca pelo prazer individual dita a tendência. É o egoísmo em grau elevado.

2. A Carne no Novo Testamento. Na perspectiva do Novo Testamento, o termo grego sarx, isto é, “carne”, é uma referência direta à totalidade da natureza humana pecaminosa, à parte – de Deus, degradada, sem a presença do Espírito Santo. Em suas cartas, o apóstolo Paulo evidencia o que uma natureza dominada pela carne pode produzir (Gl 5.19-21; Cl 3.5,9). A carne opõe-se a Deus e aos seus propósitos, pois ela tenciona caminhar de modo independente do Altíssimo; seu desejo e vontade estão fora dos planos divinos, ela faz com que o ser humano aja como se fosse o próprio Deus.

3. A perspectiva doutrinária da palavra carne.  Doutrinariamente, a “carne” é a natureza humana depois da queda de Adão. Como vimos, a expressão “carne” pode ser usada para se referir ao corpo humano (1 Co 15.39), mas também à natureza pecaminosa (Rm 8.6). Nesse sentido, embora uma mesma palavra possa trazer sentidos diferentes, não há razão de confundir-se entre “carne” como corpo e “carne” como natureza pecaminosa, pois o que é produzido pela natureza pecaminosa, logo, é reconhecido como por exemplo: a idolatria é uma obra da carne, ou seja, da natureza humana pecaminosa (Gl 5.20).

SINOPSE II

O segundo inimigo do cristão, a Carne, pode se referir ao corpo, mas também à natureza humana caída.

III - O TERCEIRO INIMIGO DO CRISTÃO: O MUNDO

1- Perspectivas bíblicas da palavra “mundo”. Há cinco conotações bíblicas para a palavra mundo: 1) a terra (Sl 24.1); 2) o conjunto das nações conhecidas (1 Rs 10.23); 3) a raça humana (Sl 9.8; Jo 3.16); 4) o universo (Rm 1.20); 5) os que se opõem a Deus. Esses têm o Diabo como chefe e vivem na impiedade (Jo 12.31; 15.18). De modo geral, a Bíblia usa a palavra “mundo” para descrever duas grandes realidades: a) o planeta Terra em que habitamos (SI 19.4); b) as pessoas que vivem de maneira independente de Deus. A passagem de 1 João 2.15, quando diz para “não amarmos o mundo”, a ideia é a de uma sociedade separada de Cristo e que se manifesta contrariamente a Deus, pois está dominada pelos vícios mais infames, e cujas ações não condizem com a vontade de Deus. Na epístola, esses vícios são classificados em três níveis: concupiscência da carne, concupiscência dos olhos e a soberba da vida.

2. Três níveis de vícios infames. As concupiscências da carne, dos olhos e a soberba da vida são níveis de vícios infames que todo cristão encontrará diante de sua jornada:

a) A concupiscência da carne. A concupiscência da carne tem a ver com a natureza humana completamente dominada pelo pecado, corrompida, decaída, todo ato do corpo para fins maléficos e imorais.

b) A concupiscência dos olhos. A concupiscência dos olhos tem a ver com tudo o que envolve a mente e a imaginação.

Ela cria o desejo pelas coisas pecaminosas oferecidas pela mídia, música, filmes, literatura, a arte para ceder aos desejos carnais.

c) A soberba da vida. Esse nível de vício expressa a autoglorificação do homem no pecado, denotando seu egoísmo, vanglória e ateísmo. É o homem da atualidade desprezando o Criador em oposição deliberada.

3. Vencendo o mundo. Há um sistema carnal que age sob o controle do Maligno, que busca nos remover do caminho que leva ao céu por meio de ideologias anticristãs, estilos de vidas que não glorificam a Deus e formas contrárias aos valores do Evangelho. Para vencer essas investidas é preciso ter uma vida cheia do Espírito (Ef 5.18). É preciso também viver plenamente em Cristo Jesus, fazendo a vontade de Deus (Mt 7.21). Sendo assim, precisamos nos sujeitar a Ele, resistir ao Diabo, pois temos a sublime promessa: “ele fugirá de vós” (Tg 5.7).

SINOPSE III

O terceiro inimigo do cristão, o Mundo, apresenta três níveis de vícios infames: a concupiscência da carne, dos olhos e a soberba da vida.

■  CONCLUSÃO

O apóstolo Pedro nos adverte a respeito do plano do inimigo em nos tragar (1 Pe 5.8) com o objetivo de destruir a obra realizada por Cristo em nossas vidas. Ele quer enfraquecer a nossa caminhada rumo aos céus. A ação diabólica é feita mediante aos ataques do Inimigo. Então, para não ceder aos seus ardis, precisamos viver constantemente sob a presença do Espírito Santo, preparados e fortalecidos em Deus (Gl 5.16; Ef 6.10).

REVISANDO O CONTEÚDO

1. O que o Senhor Jesus atestou em seu ministério? 

Em seu ministério, nosso Senhor atesta a realidade de Satanás (Mateus 13.39 • Lucas 11.18).

2. Cite ao menos três nomes em que podemos conhecer o Inimigo na Bíblia. 

Serpente, adversário e Maligno.

3. O que a expressão “concupiscência da carne” revela?

A expressão revela que não há critério ou norma moral num contexto em que a busca pelo prazer individual dita a tendência. É o egoísmo em grau elevado.

4. Qual a perspectiva do Novo Testamento em relação a palavra grega sárx, ou seja, carne?

Na perspectiva do Novo Testamento, o termo grego sárx, isto é, “carne”, é uma referência direta à totalidade da natureza humana pecaminosa, à parte de Deus, degradada, sem a presença do Espírito Santo.

5. De acordo com a lição, quais são os três níveis de vícios infames?

A concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida. 

AVALIAÇÃO

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