Pastor Ademar Rodrigues

Este Blog tem por objetivo explorar temas relacionados à Educação Cristã e ao Ensino Bíblico. Acredito que o conhecimento das Escrituras é essencial para o crescimento espiritual e a formação de discípulos comprometidos. Neste espaço, compartilho insights, reflexões e recursos para enriquecer sua jornada de fé.
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sexta-feira, 27 de setembro de 2024

ENTRE OS JUNCOS

 

De acordo com o Evangelho de João, Capítulo 2, versículos 1 a 12, Jesus transformou a água em vinho num casamento numa cidade chamada “Caná da Galiléia”. Esta é uma pequena aldeia pouco mencionada em outras partes das Escrituras.

No hebraico original da Bíblia, a palavra canah  significa “junco”, um planta semelhante ao bambu, também conhecida como cana ou caniço.

Agora, veja que interesssante: Moisés, o libertador do povo de Israel da escravidão no Antigo Egito, começou seu caminho para a grandeza ao ser descoberto pela filha de Faraó em um "cesto entre os juncos", conforme narrado em Êxodo, Capítulo 2, versículo 5.

Jesus Cristo, o libertador da humanidade, tem o início de seu ministério a algo relacionado a juncos, ou seja, Caná da Galiléia, lugar de juncos.

No final da vida de Jesus, foi posto sobre a cabeça dele uma coroa de espinhos e, na mão direita, uma cana, conforme lemos em Mateus Capítulo 27, versículo 29, versão Almeida Revista e Corrigida.

Um pouco antes da morte de Jesus, deram a Ele uma esponja encharcada de vinagre para beber, e ela estava amarrada a um longo pedaço de junco, segundo nos diz Mateus Capítulo 27, versículo 48.

A  maneira mais eficaz de chegar nas profundas riquezas encontradas nas Sagradas Escrituras é participar da Escola Bíblica Dominical.

Participe da Escola Bíblica

Domingo, 17 horas

Com o Pastor Ademar Rodrigues

Igreja Evangélica Nascer em Cristo

Rua do Resende Número 69, Centro, Rio de Janeiro.

Esperamos por você!

Sua presença é muito importante para nós!




LIÇÃO 4 - PROMESSA E OBEDIÊNCIA

   4° TRIMESTRE DE 2024  EBD ADULTOS


TEXTO ÁUREO

“Se me amardes, guardareis os meus mandamentos.” (João 14.15)

VERDADE PRÁTICA

A obediência a Cristo demanda bênçãos espirituais que influenciam diversas áreas da vida.


LEITURA DIÁRIA

 Segunda – Êxodo 19.5,6 
 ■ O Concerto de Horebe e a promessa de ser um povo sacerdotal

 Terça – Deuteronômio 29.1
 ■ O Concerto nas campinas de Moabe para uma nova geração

 Quarta – Jeremias 31.33; cf. Hebreus 8.8-12
 ■ O advento de um Novo Concerto

 Quinta – 1 Timóteo 2.5
 ■ Jesus, o mediador do Novo Concerto

 Sexta – João 14.15
 ■ Jesus requer de nós a obediência no Novo Concerto

 Sábado – Romanos 14.17
 ■ O Reino tem a ver com justiça, paz e alegria no Espírito


LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Deuteronômio 29.1,9-12  Hebreus 8.6-13

Deuteronômio 29

1 – Estas são as palavras do concerto que o Senhor ordenou a Moisés, na terra de Moabe, que fizesse com os filhos de Israel, além do concerto que fizera com eles em Horebe.

...

9 – Guardai, pois, as palavras deste concerto e cumpri-las para que prospereis em tudo quanto fizerdes.

10 – Vós todos estais hoje perante 0 Senhor, vosso Deus: os cabeças de vossas tribos, vossos anciãos, os vossos oficiais, todo 0 homem de Israel,

11 – os vossos meninos, as vossas mulheres e 0 estrangeiro que está no meio do teu arraial; desde 0 rachador da tua lenha até ao tirador da tua água;

12 – para que entres no concerto do Senhor, teu Deus, e no seu juramento que 0 Senhor, teu Deus, hoje faz contigo.


Hebreus 8

6 – Mas agora alcançou ele ministério tanto mais excelente, quanto é mediador de um melhor concerto, que está confirmado em melhores promessas.

7 – Porque, se aquele primeiro for irrepreensível, nunca se teria buscado lugar para o segundo.

8 – Porque, repreendendo-os, lhes diz: Eis que virão dias, diz o Senhor, em que com a casa de Israel e com a casa de Judá estabelecerei um novo concerto,

9 – não segundo o concerto que fiz com seus pais, no dia em que os tomei pela mão, para os tirar da terra do Egito; como não permaneceram naquele meu concerto, eu para eles não atentei, diz o Senhor.

10 – Porque este é o concerto que, depois daqueles dias, farei com a casa de Israel, diz o Senhor: porei as minhas leis no seu entendimento e em seu coração as escreverei; e eu lhes serei por Deus, e eles me serão por povo.

11 – E não ensinará cada um ao seu próximo, nem a cada um ao seu irmão, dizendo: Conhece o Senhor; porque todos me conhecerão, desde o menor deles até ao maior.

12 – Porque serei misericordioso para com as suas iniquidades e de seus pecados e de suas prevaricações não me lembrarei mais.

13 – Dizendo novo concerto, envelheceu o primeiro. Ora, o que foi tornado velho e se envelhece perto está de acabar.


Hinos Sugeridos: 422 • 525 • 605 da Harpa Cristã


■ INTRODUÇÃO
A Bíblia apresenta uma relação entre promessa e obediência. Ao longo das Escrituras, percebemos que a obediência é um princípio divino que não caducou no Novo Testamento. Ela continua sendo requerida por Nosso Senhor para vivermos promessas específicas de Deus neste mundo. O Deus que prometeu no Antigo Testamento é o mesmo que prometeu no Novo e, ao mesmo tempo, exige do seu povo obediência à sua Palavra. Entretanto, quais são os termos da obediência no Novo Concerto conforme revelado no Novo Testamento? É o que estudaremos nesta lição.

Palavra-Chave: Obediência

I – A OBEDIÊNCIA NO ANTIGO TESTAMENTO

1. O Concerto de Horebe. O Concerto feito por Deus com o povo de Israel, no deserto de Horebe (Dt 29.1; Êx 19), era uma reafirmação das promessas que Ele havia feito a Abraão e seus descendentes (Gn 12.1-3; 22.8). No deserto do Horebe (também denominado de “Sinai”) ficou patente que o concerto divino exigia santa obediência do povo para que fosse bem-sucedido entre as nações: “se diligentemente ouvirdes a minha voz e guardardes o meu concerto, então, sereis minha propriedade peculiar dentre todos os povos; porque toda a terra é minha” (Êx 19.5). Pela santa obediência, o povo seria “um reino sacerdotal”, um “povo santo” (Êx 19.6). A nação de Israel deveria obedecer aos mandamentos do Senhor para viver as promessas em toda a sua peregrinação no deserto (Êx 20.1-17).

2. O Concerto nas campinas de Moabe. Muitos anos se passaram depois do Concerto de Horebe (Êx 19), e a maioria dos peregrinos havia perecido no deserto. Então, Moisés reuniu novamente o povo, agora nas campinas de Moabe, pois uma nova geração estava prestes a entrar na Terra Prometida: “Estas são as palavras do Concerto que o Senhor ordenou a Moisés, na terra de Moabe, que fizesse com os filhos de Israel, além do concerto que fizera com eles em Horebe” (Dt 29.1). A exposição básica desse Concerto pode ser vista em Deuteronômio 4 a 26.19, bem como sua ênfase nas bênçãos e maldições dos capítulos 27 a 30 do mesmo livro. Tudo nesse Concerto dependeria da fidelidade do povo de Israel aos mandamentos divinos.

3. As promessas provenientes da obediência. O Concerto de Moabe mostra uma lista de promessas que seriam proferidas no Monte Gerizim: bênçãos no campo, na cidade, na procriação, na vida doméstica, ao entrar e sair da terra (Dt 28.1-14). Em toda a área da vida dos judeus, as bênçãos divinas seriam derramadas como consequência da obediência aos mandamentos divinos estabelecidos nos concertos proferidos por Moisés. Também é verdade que as maldições seriam proferidas do Monte Ebal como consequência da desobediência aos mandamentos do Senhor (Dt 27.11-26). Portanto, no Antigo Testamento, vemos que a obediência tinha uma relação direta ao cumprimento de uma promessa na vida do povo de Israel.


SINOPSE I

No Concerto de Deus com Israel, observamos o cumprimento das promessas a partir da obediência do povo.

II – A OBEDIÊNCIA NO NOVO TESTAMENTO

1. Um Novo Concerto. Hebreus 8 apresenta aspectos do Antigo Concerto, mostrando o quanto eles apontam para o perfeito ministério do Senhor Jesus. Ali, vemos que o relacionamento entre Deus e o seu povo se dava por meio de uma fé manifesta pela obediência aos mandamentos da Lei e à observação ao sistema de sacrifício do Antigo Testamento. Contudo, o profeta Jeremias profetizou que chegaria o momento em que Deus instituiu um novo Pacto e que sua Lei se estabeleceria no interior da pessoa, isto é, no coração: “Mas este é o concerto que farei com a casa de Israel depois daqueles dias, diz o Senhor: porei a minha lei no seu interior e a escreverei no seu coração; e eu serei o seu Deus, e eles serão o meu povo” (Jr 31.33; cf. Hb 8.8-12).

2. Jesus Cristo, o mediador. O Senhor Jesus é o mediador que estabelece o Novo Concerto, o Novo Pacto profetizado pelo profeta Jeremias (Hb 8.10). Em vista disso, podemos afirmar que o Novo Pacto é uma promessa de graça e amor de Deus aos que o respondem com arrependimento e fé à oferta de Salvação. Assim, o relacionamento de obediência entre o salvo e Deus se dá nos termos do Novo Concerto, em que o Senhor Jesus é o verdadeiro mediador (1 Tm 2.5).

3. Obediência do Novo Concerto. Os ensinos do Novo Testamento mostram que fé e obediência andam lado a lado. Nosso Senhor ensinou: “Se me amardes, guardareis os meus mandamentos” (Jo 14.15). Essa expressão “guardareis” também pode ser substituída por “obedecereis”. Isso significa que o nosso amor pelo Salvador, que foi primeiramente obediente ao Pai (Fp 2.8), não pode ser apenas de palavras, mas em atos de obediência (At 26.19). Dessa forma, podemos desfrutar de bênçãos espirituais provenientes de uma vida de obediência a Deus e sua Palavra.


SINOPSE II

O Novo Testamento mostra Jesus como a Nova Aliança, cumprindo a promessa de salvação a todos que respondem com arrependimento e fé.

III – BÊNÇÃOS PROVENIENTES DA OBEDIÊNCIA A CRISTO

1. Bênçãos espirituais. No Novo Testamento, é o Espírito Santo que rege a vida dos que fazem parte do Novo Concerto por meio de Jesus Cristo mediante a fé (2 Co 3.4-6). Nesse contexto, aprendemos que uma vida de obediência a Cristo, mediante a obra do Espírito Santo, demanda bênçãos de natureza espiritual que abarcam todas as áreas de nossa vida: “Porque o Reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, e paz, e alegria no Espírito Santo” (Rm 14-17).

2. Justiça e Paz. Quem obedece a Cristo vive piedosamente em sua presença e em justiça (Mt 5.6). Dessa forma, temos uma vida de retidão proveniente da fé e da obediência a Cristo, pois fomos justificados e santificados por Deus (1 Co 6.11). Então, a paz que excede todo o entendimento torna-se realidade em nós (Fp 4.7). É aquela paz de que o Senhor Jesus falou aos seus discípulos: “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize” (Jo 14.27). Assim, a obediência a Cristo gera em nós justiça e paz em meio às turbulências do mundo.

3. Alegria no Espírito Santo. A alegria proveniente de uma relação com Cristo é a marca da vida de quem anda na justiça e tem a paz de Cristo. A Bíblia mostra que a alegria é um fruto do Espírito Santo (G1 5.22). Conforme nos ensinam as Escrituras, essa alegria não está condicionada aos ambientes externos da nossa vida, mas é consequência de uma vida cheia da presença do Espírito Santo. A presença do Santo Espírito enche-nos de alegria.


SINOPSE III

Os que obedecem a Cristo vivem em santidade e justiça, regidos pelo Espírito Santo.

■ CONCLUSÃO

Nesta lição, estudamos a respeito da obediência como relacionamento com Deus tanto na perspectiva do Antigo Testamento quanto do Novo. Vimos que, a despeito do Novo Pacto ter superado o Antigo, o princípio da obediência a Deus e à sua Palavra permanece o mesmo. Dessa forma, há promessas de justiça, paz e alegria no Espírito Santo para quem obedece aos mandamentos do Senhor Jesus. São promessas condicionadas à nossa obediência a Cristo.


REVISANDO O CONTEÚDO

1. O que foi o Concerto de Horebe?
Foi uma reafirmação das promessas que Deus havia feito a Abraão e seus descendentes (Gn 12.1-3; 22.8).

2. Como se pode ver uma exposição básica do Concerto nas Campinas de Moabe?
O Concerto de Moabe mostra uma lista de promessas que seriam proferidas no Monte Gerizim: bênçãos no campo, na cidade, na procriação, na vida doméstica, ao entrar e sair da terra (Dt 28.1-14).

3. O que o capítulo de Hebreus 8 apresenta?
Hebreus 8 apresenta aspectos do Antigo Concerto, mostrando 0 quanto eles apontam para o perfeito ministério do Senhor Jesus.

4. Quem rege a vida dos salvos do Novo Concerto?
O Espírito Santo.

5. De onde a alegria é proveniente?
A alegria proveniente de uma relação com Cristo é a marca da vida de quem anda na justiça e tem a paz de Cristo.


LIÇÃO        1     2    3    4    5    6    7    8    9    10    11    12    13


 

quarta-feira, 25 de setembro de 2024

LIÇÃO 3 - AS PROMESSAS DE DEUS PARA A IGREJA

  4° TRIMESTRE DE 2024  EBD ADULTOS

TEXTO ÁUREO

“Pois também eu te digo que tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela.” (Mateus 16.18)

VERDADE PRÁTICA

As promessas de Deus para a Igreja são gloriosas: promessas de vida eterna, de poder e glorificação final do nosso corpo.


LEITURA DIÁRIA

 Segunda – 2 Coríntios 11.2 
 ■ A Igreja é a Noiva de Cristo, o seu Noivo

 Terça – 1 Pedro 5.1-4
 ■ A Igreja é o rebanho de Deus

 Quarta – 1 Coríntios 6.19
 ■ Como Igreja somos templo do Espírito Santo

 Quinta – Marcos 16.15
 ■ A missão da Igreja é a evangelização do mundo

 Sexta – Efésios 2.19
 ■ Como Igreja, pertencemos à família de Deus

 Sábado – Colossenses 1.24
 ■ A Igreja é o Corpo de Cristo


LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Mateus 28.18-20  Marcos 16.15-18  Atos 1.6-8

Mateus 28

18 – E, chegando-se Jesus, falou-lhes, dizendo: É-me dado todo o poder no céu e na terra.

19 – Portanto, ide, ensinai todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo;

20 – ensinando-as a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até à consumação dos séculos. Amém!

Marcos 16

15 – E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura.

16 – Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado.

17 – E estes sinais seguirão aos que crerem: em meu nome, expulsarão demônios; falarão novas línguas;

18 – pegarão nas serpentes; e, se beberem alguma coisa mortífera, não lhes fará dano algum; e imporão as mãos sobre os enfermos e os curarão.

Atos 1

6 – Aqueles, pois, que se haviam reunido perguntaram-lhe, dizendo: Senhor, restaurarás tu neste tempo o reino a Israel?

7 – E disse-lhes: Não vos pertence saber os tempos ou as estações que o Pai estabeleceu pelo seu próprio poder.

8 – Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da terra.


Hinos Sugeridos: 11 • 63 • 530 da Harpa Cristã


■ INTRODUÇÃO

As promessas divinas para Israel foram proferidas há mais de 4.ooo anos antes do advento do Senhor Jesus. Tudo começou quando Deus chamou Abrão e fez-lhe promessas a respeito do divino propósito de formar uma grande nação. Nessa chamada, está implícita as promessas para Israel como nação ímpar dentre todos os povos da terra, a fim de, de uma forma especial, cumprir os propósitos divinos para a humanidade. Por isso, nesta lição, veremos que muitas promessas de Deus para Israel são irrevogáveis. Elas foram feitas por Deus a Abraão, a Isaque, a Jacó, a Davi e confirmadas com o advento do Senhor Jesus Cristo.

Palavra-Chave: Igreja

I – A NATUREZA DA PROMESSA DE DEUS PARA A IGREJA

1. A promessa de sinais sobrenaturais. O Evangelho de Mateus 28.18-20 revela o estabelecimento da Grande Comissão de Cristo para seus discípulos. Nesta comissão, três palavras resumem a tarefa: Ide, Ensine e Batize (v.19). Em Marcos 16 temos uma promessa de que sinais sobrenaturais ocorreriam para confirmar a obra da Grande Comissão (v.17). Dessa forma, como Igreja de Cristo, ao proclamar a mensagem de arrependimento e salvação, devemos esperar que milagres em nome de Jesus aconteçam como realidade de que o Reino de Deus está agindo no mundo (Lc 9-2). Portanto, estamos diante de uma promessa de confirmação da obra de evangelização.

2. A promessa de revestimento de poder. Com base na promessa de Cristo para seus discípulos, em Atos 1, nosso Senhor faz uma promessa de capacitação espiritual para a proclamação do Evangelho de Cristo: “Recebereis a virtude do Espírito” (v.8). É a promessa do batismo no Espírito Santo para capacitar o crente na transmissão das Boas-Novas de Salvação. Além de poder para proclamar, a capacitação do Espírito também nos forja como “testemunhas de Cristo” em nossa família, bairro, cidades e nações (v.8). Portanto, estamos diante de uma promessa de capacitação espiritual para a evangelização.

3. Promessas espirituais para uma instituição espiritual. Ao longo das Escrituras, percebemos que a Igreja foi forjada espiritualmente em Cristo. Por isso a natureza das promessas para a Igreja é primariamente espiritual. Notemos como Jesus se refere à Igreja em Mateus: “Edificarei a minha igreja” (Mt 16.18). A palavra grega para igreja aqui é ekklesia, é um termo que remonta uma reunião de pessoas chamadas do mundo para participarem ativamente do Reino de Deus. Isso é possível ‘ pela obra poderosa de nosso Senhor na Cruz. Por isso, a Igreja é denominada no Novo Testamento como Corpo de Cristo (Cl 1.24), o Templo de Deus (1 Co 3.16), a Noiva de Cristo (Ef 5.25-27). Assim, uma instituição espiritual tem promessas espirituais para serem confirmadas em seu ministério no mundo (Mc 16.18-20; At 1.6-8).


SINOPSE I

As promessas de Cristo para sua Igreja atuam no âmbito espiritual e material.

II – AS PROMESSAS DE DEUS PARA A IGREJA

1. Promessa de vida eterna. O estabelecimento da Grande Comissão do nosso Senhor, como vimos em Mateus 28 e em Marcos 16, constatamos que a primeira e grande promessa da Igreja é a de vida eterna, a salvação em Cristo Jesus. Essa promessa é para todo “aquele que nele crê”. Ora, “aquele que nele crê” é salvo pelo Senhor e, consequentemente, torna-se membro do Corpo de Cristo, a Igreja do Deus vivo, desde o primeiro dia de seu arrependimento e fé (Jo 3.16; Jo 5.24).

2. Promessa de Poder. Uma vez salvo em Cristo, e membro de seu Corpo, de acordo com o que lemos em Atos 1, temos uma gloriosa promessa de poder do alto para sermos instrumentos vivos em que os sinais e os milagres de Deus possam confirmar a Palavra que Ele nos entregou. Essa promessa foi feita em Atos dos Apóstolos (At 1.5,8), foi experimentada naquele tempo (At 10.44-46; 19.6) e, ao longo da história da Igreja, tem sido confirmada novamente na vida de milhares de servos de Deus que experimentam o Batismo no Espírito todos os dias e recebem dons espirituais preciosos para fazer a obra de Deus com fé e ousadia. O mesmo Senhor que batizou em Atos dos Apóstolos ainda batiza hoje!

3. A promessa da glorificação do nosso corpo. No mesmo corpo do texto bíblico em que se encontra a promessa do revestimento de poder, em Atos 1, também se encontra a promessa da Vinda do Senhor: “Varões galileus, por que estais olhando para o céu? Esse Jesus, que dentre vós foi recebido em cima no céu, há de vir assim como para o céu o vistes ir” (At 1.11). A Palavra de Deus nos mostra que quando o nosso Senhor arrebatar a sua Igreja, “seremos semelhantes a ele; porque assim como é o veremos” (1 Jo 3.2). Quando nosso corpo for glorificado, o “veremos face a face” e o conheceremos como também Ele nos conhece (1 Co 13.12). Que promessa gloriosa!

4. É preciso obedecer a Deus. Obedecer é a condição para que Deus cumpra suas promessas na vida de alguém ou de um povo, bem como de sua Igreja. A ordem era clara para os discípulos: “ficai, porém, na cidade de Jerusalém, até que do alto sejais revestidos de poder” (Lc 24.49). Há tanto valor para Deus na obediência que a Bíblia diz que é melhor obedecer que oferecer sacrifícios (1 Sm 15.22). Assim, é tempo de estar na presença de Deus em santa obediência (At 3.19)!


SINOPSE II

Em Cristo, cada crente recebe a promessa de vida eterna, de revestimento de poder pelo batismo no Espírito Santo e de um corpo glorificado na volta do nosso Senhor.

III – CONDIÇÕES PARA VIVER AS PROMESSAS DE DEUS

1. É preciso crer. As Escrituras mostram que perseverar na fé em Deus é condição indispensável para viver o tempo do cumprimento de suas promessas (At 2.1). A Bíblia mostra que Abraão recebeu uma promessa de que seria pai de uma grande nação. Ele creu em Deus, perseverou na fé “e isso lhe foi imputado como justiça” (Rm 4.3; cf. Gn 21.5). Nestes últimos dias, precisamos reanimar a nossa fé nas promessas de Deus. É tempo de confiar no Senhor e se fortalecer na força do seu poder (Ef 6.10)!

2. É preciso ser fiel. Uma vez que cremos no Senhor, devemos nos apresentar a Ele de maneira fiel. Os discípulos de Cristo, conforme nos mostra o Livro de Atos, permaneceram fiéis diante do que ouviram diretamente do Senhor (At 1.8; 2.1). Não importa o tempo que passe, nos apresentaremos a Deus em fidelidade como fez Jó que mesmo sem saber que era alvo da malignidade do Diabo que tirou-lhe os bens, os filhos e a saúde, manteve- -se fiel (Jó 1.21); como Daniel, lançado na cova dos leões, ainda assim permaneceu fiel ao Senhor (Dn 6.9-10). Tomemos as palavras de Jesus: “Sê fiel até à morte e dar-te-ei a coroa da vida” (Ap 2.10).

3. É preciso obedecer a Deus. Obedecer é a condição para que Deus cumpra suas promessas na vida de alguém ou de um povo, bem como de sua Igreja. A ordem era clara para os discípulos: “ficai, porém, na cidade de Jerusalém, até que do alto sejais revestidos de poder” (Lc 24.49). Há tanto valor para Deus na obediência que a Bíblia diz que é melhor obedecer que oferecer sacrifícios (1 Sm 15.22). Assim, é tempo de estar na presença de Deus em santa obediência (At 3.19)!


SINOPSE III

Segundo as Sagradas Escrituras, é necessário à Igreja fé, fidelidade e obediência para viver em plenitude as promessas divinas.

■ CONCLUSÃO

As promessas de Deus para a Igreja do Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo são de grande valor espiritual. Como Igreja, estamos integrados como membros desse corpo espiritual. Por meio de Cristo, as promessas do Senhor são grandiosas para todos os que fazem parte da Igreja. Nele, viveremos as promessas da vida eterna, de poder e da glorificação final do nosso corpo. Os planos de Deus para a sua Igreja são infalíveis.


REVISANDO O CONTEÚDO

1. O que o Evangelho de Mateus 28.18-20 revela?
Revela o estabelecimento da Grande Comissão de Cristo para seus discípulos. Nesta comissão, três palavras resumem a tarefa: Ide, Ensine e Batize (v.19).

2. O que temos em Marcos 16?
Em Marcos 16 temos uma promessa de que sinais sobrenaturais ocorreriam para confirmar a obra da Grande Comissão (v.17).

3. Qual é a promessa que o Senhor Jesus faz em Atos 1?
A promessa de capacitação espiritual para a proclamação do Evangelho de Cristo: “Recebereis a virtude do Espírito” (v.8). É a promessa do batismo no Espírito Santo.

4. Além da promessa de revestimento de poder em Atos 1, qual é a outra promessa que vemos nesse mesmo texto?
A promessa da Vinda do Senhor.

5. Qual o valor da obediência a Deus?
Há tanto valor para Deus na obediência que a Bíblia diz que é melhor obedecer do que oferecer sacrifícios (1 Sm 15.22).


■ EXERCÍCIO  


LIÇÃO        1     2    3    4    5    6    7    8    9    10    11    12    13


 

terça-feira, 24 de setembro de 2024

LIÇÃO 2 - AS PROMESSAS DE DEUS PARA ISRAEL

  4° TRIMESTRE DE 2024  EBD ADULTOS

TEXTO ÁUREO

“E abençoarei os que te abençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e em ti serão benditas todas as famílias da terra.” (Gênesis 12.3)

VERDADE PRÁTICA

Ainda que a queda espiritual tenha ocorrido com Israel, há uma gloriosa promessa ao remanescente fiel.


LEITURA DIÁRIA

 Segunda – Gênesis 15.6
 ■ Abraão creu e foi abençoado pelo Senhor

 Terça – Gálatas 4.25-31
 ■ Isaque, o filho da promessa no Antigo Testamento

 Quarta – Gênesis 29.32-35
 ■ Jacó, o pai das 12 tribos de Israel que dariam origem à nação

 Quinta – Mateus 1.23 • Isaías 7.14
 ■ O Senhor Jesus, o Emanuel, o “Deus conosco”

 Sexta – Mateus 1.23-24
 ■ O nascimento de Jesus como cumprimento de uma promessa

 Sábado – Romanos 9.3-5
 ■ Cristo, a promessa cumprida do Antigo Testamento


LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Gênesis 12.-13 • Romanos 9.1-5

Gênesis 12
1 – Ora, o Senhor disse a Abrão: Sai-te da tua terra, e da tua parentela, e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei.
2 – E iar-te-ei uma grande nação, e abençoar-te- ei, e engrandecerei o teu nome, e tu serás uma bênção.
3 – E abençoarei os que te abençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e em ti serão benditas todas as famílias da terra.

Romanos 9
1 – Em Cristo digo a verdade, não minto (dando-me testemunho a minha consciência no Espírito Santo):
2 – tenho grande tristeza e contínua dor no meu coração.
3 – Porque eu mesmo poderia desejar ser separado de Cristo, por amor de meus irmãos, que são meus parentes segundo a carne;
4 – que são israelitas, dos quais é a adoção de filhos, e a glória, e os concertos, e a lei, e o culto, e as promessas;
5 – dos quais são os pais, e dos quais é Cristo, segundo a carne, o qual é sobre todos, Deus bendito eternamente. Amém!

Hinos Sugeridos: 380 • 390 • 463 da Harpa Cristã


■ INTRODUÇÃO

As promessas divinas para Israel foram proferidas há mais de 4.ooo anos antes do advento do Senhor Jesus. Tudo começou quando Deus chamou Abrão e fez-lhe promessas a respeito do divino propósito de formar uma grande nação. Nessa chamada, está implícita as promessas para Israel como nação ímpar dentre todos os povos da terra, a fim de, de uma forma especial, cumprir os propósitos divinos para a humanidade. Por isso, nesta lição, veremos que muitas promessas de Deus para Israel são irrevogáveis. Elas foram feitas por Deus a Abraão, a Isaque, a Jacó, a Davi e confirmadas com o advento do Senhor Jesus Cristo.

Palavra-Chave: Descendência

I – ISRAEL: A PROMESSA DA CRIAÇÃO DE UMA GRANDE NAÇÃO

1. “E far-te-ei uma grande nação” (v.2). Essa promessa tinha como objetivo mostrar a Abrão o propósito de Deus em formar, a partir dele, uma grande nação, diferente de todas as outras, a nação de Israel (Gn 12.2). Ao longo da história, esse propósito se cumpriu de maneira evidente e poderosa. Quando Deus disse a Abraão que ele seria pai de uma grande nação, o patriarca estava com 75 anos, e sua esposa, Sara, era estéril. Anos depois, Deus renovou a sua promessa de criar uma grande nação a partir de Abraão (Gn 15.4,5).

2. E abençoar-te-ei, engrandecerei o teu nome e tu serás uma bênção” (v.2). Deus desejou promover o nome de Abrão numa dimensão jamais imaginada pelo patriarca. Entretanto, a promessa não era meramente materialista. A bênção material deveria carregar um testemunho espiritual: “E tu serás uma bênção” (Gn 12.2). Nenhuma nação teria dúvida de que era Deus que faria isso com Abrão. Era uma promessa por demais significativa, pois Abrão era filho de uma família idólatra (Gn 12.1) e Deus o escolheu para ser pai de um povo que ainda surgiria: o povo de Israel. A história hebreia comprova que o patriarca Abraão foi, de fato, uma grande bênção para os israelitas.

3. “E abençoarei os que te abençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem” (v.3). Essa foi uma promessa dupla: de bênção e de maldição. Na verdade, Abraão seria uma grande influência para os que se relacionavam com ele. De modo que Deus abençoaria os que auxiliassem Abraão e castigaria quem o amaldiçoasse. Esse evento faria de Abrão uma influência mundial que perduraria em sua posteridade. Além disso, essa promessa é confirmada em Números: “Benditos os que te abençoarem, e malditos os que te amaldiçoarem” (24.9).

4. “E em ti serão benditas todas as famílias da terra” (v.3). Essa promessa é considerada uma segunda profecia das Escrituras a respeito do Senhor Jesus (A primeira está registrada em Gênesis 3.15). Podemos ter essa confirmação por meio da Carta de Paulo aos Gálatas, em que uma bênção espiritual viria por meio de um descendente de Abraão, o pai dos israelitas. Essa bênção diz respeito ao advento do Senhor Jesus Cristo, sua boa notícia oferecida a todas as nações (Gl 3.8,16; cf. Jo 3.16)


SINOPSE I

A descendência de Abraão seria uma grande nação, acompanhada de um testemunho espiritual importante.

II – OUTRAS PROMESSAS A ISRAEL

1. A promessa de um filho a Abraão. Além das solenes promessas de Deus a Abraão, o Senhor prometeu-lhe um filho. A promessa pareceu estranha ao patriarca, pois como vimos anteriormente, ele era avançado em idade, sua esposa também, além dela ser estéril. O pai da fé argumentou com Deus que provavelmente seu servo, Eliezer, seria seu herdeiro. No entanto, o Senhor asseverou-lhe que não. Deus iria cumprir a sua grandiosa promessa na vida de Abraão (Gn 15.4-6). O filho da promessa, portanto, seria Isaque (Gn 21.1-7).

2. A promessa de um filho a Isaque. Deus não se esquece de suas promessas. Após a morte de Sara, Abraão casou-se com Quetura. Ele tinha mais de 100 anos e teve seis filhos com ela (Gn 25.1-5). Antes de morrer, Abraão providenciou uma esposa para Isaque, por intermédio de Eliézer, seu servo. Este foi à Mesopotâmia, e lá, por direção de Deus, encontrou uma esposa, Rebeca, para o filho de seu senhor, e a levou a Isaque€, que se casou com ela. No tempo próprio, ela deu à luz a dois filhos gêmeos: Esaú e Jacó (Gn 25.24-26).

3. A promessa renovada. O Senhor falou com Jacó e reiterou a promessa feita a Abraão, de que lhe daria aquelas terras (Gn 26.3,4). Isaque foi considerado o herdeiro da promessa (Hb 11.17-19) e, por isso, antes de morrer concederia bênçãos para seus filhos. Esaú perdeu seu direito de primogenitura, pois o trocou por um prato de comida (Gn 27.30-34). Orientado por seu pai, Jacó foi à casa de Labão, onde se casou com Raquel, que era estéril (Gn 28.1,2; 29.28). Por estratégia de Labão, Jacó se uniu com Léia e teve seis filhos com ela (Gn 29.21-27).Mais tarde, Deus abriu a madre de Raquel e esta concebeu dois filhos. Com sua serva, Bila, Jacó teve dois filhos; com Zilpa, serva de Leia, mais dois filhos; perfazendo às 12 tribos de Israel (Gn 29.32-35; 30.1-26); e teve mais uma filha, com Leia, Diná (Gn 30.20-21).

4. Promessa do Reino do Messias. Por intermédio do profeta Isaías, Deus falou que o Messias nasceria da descendência de Jessé, pai de Davi, para redimir Israel e a humanidade. Por isso, o Senhor Jesus é chamado de “O Filho de Davi” (Lc 18.37-4o), o “Emanuel”: “Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho, e ele será chamado pelo nome de EMANUEL, que traduzido é: Deus conosco” (Mt 1.23; cf Is 7.14).


SINOPSE II

As promessas feitas a Abrão culminam na promessa de que o Messias viria para redimir Israel e a humanidade de seus pecados.

III – A PROMESSA DE SALVAÇÃO PARA ISRAEL

1. A queda de Israel. O Novo Testamento mostra claramente a queda de Israel. A nação não conseguiu exercer o papel de nação sacerdotal no meio de outras nações (Lc 21.24). Por isso, os capítulos 9-11 da Epístola de Paulo aos Romanos trata de algumas questões que muitos cristãos dos dias atuais se fazem hoje: Como as promessas de Deus para Israel podem permanecer válidas hoje? Elas foram revogadas? De fato, Israel permanece em rebelião contra Deus porque a nação não reconheceu o Senhor Jesus como o seu Messias verdadeiro (Rm 9.30-31; 11.11-15).

2. A tristeza de Paulo por Israel. O capítulo 9 de Romanos revela a demasiada tristeza do apóstolo pelos judeus que não conhecem a Cristo (2 Co 9.22). Sim, os judeus que não conhecem a Cristo estão em uma situação muito difícil, pois o Senhor Jesus descende diretamente deles, segundo a carne (Rm 9.5). Esse sentimento de tristeza e, ao mesmo tempo, uma atitude piedosa de sofrer pela salvação dos judeus, deve ser um compromisso permanente de cada cristão para a evangelização dos judeus (Mt 23.32).

3. Promessa de salvação a Israel. “Quando orava por Israel, o apóstolo expressava o seguinte: “dos quais é a adoção de filhos, e a glória, e os concertos, e a lei, e o culto, e as promessas; dos quais são os pais, e dos quais é Cristo, segundo a carne, o qual é sobre todos, Deus bendito eternamente. Amém!” (Rm 9.3-5). Essas qualificações mostram que Deus cumpre a sua palavra, prometida àqueles homens que o buscam em sinceridade. Por isso, a Bíblia assegura que Israel será salvo, ainda que não totalmente. A Bíblia diz que esse povo será chamado de (‘filhos do Deus vivo” (Rm 9.26); que “o remanescente fiel de Israel” será salvo (Rm 9.27). O Libertador que virá de Sião fará isso (Rm 11.26).


SINOPSE III

A Bíblia assegura que o remanescente fiel de Israel será salvo pelo libertador que virá de Sião.

■ CONCLUSÃO

As promessas de Deus para Israel não podem falhar. O que Deus prometeu a Abrão, a Isaque e a Jacó se cumpriu em parte; e terá seu cumprimento pleno nos tempos futuros, quando o Senhor Jesus voltar em Glória e implantar o seu glorioso Reino do Milênio. Lembremos da Palavra de compromisso do Senhor: “Ainda antes que houvesse dia, eu sou; e ninguém há que possa fazer escapar das minhas mãos; operando eu, quem impedirá?” (Is 43.13).


REVISANDO O CONTEÚDO

1. Quantos anos Abrão tinha quando Deus disse que ele seria uma grande nação?
Quando Deus disse a Abraão que ele seria pai de uma grande nação, o patriarca estava com 75 anos.

2. Que promessas Deus fez a Abraão acerca de outros povos?
A bênção material deveria carregar um testemunho espiritual: “E tu serás uma bênção” (Gn 12.2 ). Nenhuma nação teria dúvida de que era Deus que faria isso com Abrão.

3. Qual foi a promessa que o Senhor reiterou a Jacó?
A história hebreia comprova que o patriarca Abraão foi, de fato, uma grande bênção para os israelitas.

4. Por que Esaú perdeu o direito de primogenitura?
Esaú perdeu seu direito de primogenitura, pois o trocou por um prato de comida (Gn 27.30-34)

5. O que Romanos 9 demonstra?
O capítulo 9 de Romanos revela a demasiada tristeza do apóstolo Paulo pelos judeus que não conhecem a Cristo (1 Co 9.22).


■ EXERCÍCIO  



LEITURA PARA APROFUNDAR

História dos Hebreus

Um clássico da literatura universal, esta obra atravessa séculos contando a história do povo judeu, através do registro de Flávio Josefo, que permanece como o principal relato extrabíblico dos acontecimentos contidos nas Escrituras.

Em Defesa de Israel

O povo de Israel, em toda a sua história, sempre foi alvo de perseguições e críticas. Atualmente diversos “fatos” têm sido divulgados de forma parcial ou omitidos para que o mundo se volte contra a nação Israelita.


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