Pastor Ademar Rodrigues

Este Blog tem por objetivo explorar temas relacionados à Educação Cristã e ao Ensino Bíblico. Acredito que o conhecimento das Escrituras é essencial para o crescimento espiritual e a formação de discípulos comprometidos. Neste espaço, compartilho insights, reflexões e recursos para enriquecer sua jornada de fé.
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quinta-feira, 13 de fevereiro de 2025

LIÇÃO 13 - PERSEVERANDO NA FÉ EM CRISTO

  

 1° TRIMESTRE DE 2025  EBD ADULTOS


TEXTO ÁUREO
“E temos, mui firme, a palavra dos profetas, à qual bem fazeis em estar atentos, como a uma luz que alumia em lugar escuro, até que o dia esclareça, e a estrela da alva apareça em vosso coração (2 Pedro 1.19)

VERDADE PRÁTICA
A Bíblia Sagrada é o único instrumento moral e espiritual estabelecido por Deus para aferir a nossa conduta diante do Criador, da sociedade, da pátria e da família.

LEITURA DIÁRIA

 Segunda – Êxodo 5.1
 ■ A expressão “assim diz o SENHOR” é o selo da autoridade da Bíblia

 Terça – Marcos 7.13
 ■ As Escrituras Sagradas são a Palavra de Deus

 Quarta – João 10.35
 ■ O Senhor Jesus, a maior autoridade no céu e na terra, disse que a Bíblia é inerrante

 Quinta – Hebreus 4.12
 ■  A Palavra de Deus é poderosa para alcançar o mais íntimo do ser humano

 Sexta – 1 Pedro 1.25
 ■ A validade da Palavra de Deus é para sempre

 Sábado – 2 Pedro 1.20,21
 ■ A Bíblia Sagrada foi produzida por homens movidos pelo Espírito Santo

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

10  Tu, porém, tens seguido a minha doutrina, modo de viver, intenção, fé, longanimidade, amor, paciência,
11  perseguições e aflições tais quais me aconteceram em Antioquia, em Icônio e em Listra; quantas perseguições sofri, e o Senhor de todas me livrou.
12  E também todos os que piamente querem viver em Cristo Jesus padecerão perseguições.
13  Mas os homens maus e enganadores irão de mal para pior, enganando e sendo enganados.
14  Tu, porém, permanece naquilo que aprendeste e de que foste inteirado, sabendo de quem o tens aprendido.
15  E que, desde a tua meninice, sabes as sagradas letras, que podem fazer-te sábio para a salvação, pela fé que há em Cristo Jesus.
16  Toda Escritura divinamente inspirada é proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça,
17  para que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente instruído para toda boa obra.

Hinos Sugeridos: 322 • 456 • 505 da Harpa Cristã

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  • 322 - AS SANTAS ESCRITURAS
  • 456 - A FONTE TRANSBORDANTE
  • 505 - AS PALAVRAS DE JESUS

■ INTRODUÇÃO
As religiões mundiais e os movimentos dissidentes delas possuem diversos escritos sagrados. No Cristianismo, a fonte de autoridade é a Bíblia Sagrada.
A autoridade bíblica deriva sua origem em Deus, o que nos permite chamar a Bíblia de a Palavra de Deus. Isso encerra a superioridade das Escrituras como plena e total garantia de infalibilidade, mas não falta quem indevidamente reivindica essa mesma autoridade ou até mais que as Escrituras.

Palavra-Chave: Perseverança

I –  DIANTE DAS HERESIAS É PRECISO PERSEVERANÇA
1. Os falsos mestres. As duas epístolas a Timóteo, classificadas com justiça como “Epístolas Pastorais” juntamente com a epístola a Tito, destacam-se também pelo seu caráter apologético. São refutações às heresias contra as “fábulas ou as genealogias intermináveis” (1 Timóteo 1.4 • 4.7 • Tito 3.9), e a expressão, “falsamente chamada ciência” (1 Timóteo 6.20), sem dúvida, é um combate ao pensamento gnóstico, que começou a surgir e chegou ao ápice no século 2. Irineu de Lião (135-204) combateu o tal sistema em sua obra Contra as Heresias. O apóstolo Paulo está combatendo dois principais grupos heréticos em sua geração: os gnósticos de sua geração, como combateu as heresias judaicas, também de sua época, os falsos “doutores da lei” (1 Timóteo 1.7), da “circuncisão” (Tito 1.10) e as “fábulas judaicas” (Tito 1.14).

2. A experiência apostólica (vv.10,11). O apóstolo elogia a perseverança de Timóteo na fé e na doutrina em tempos tão difíceis (v. 10). As perseguições são uma referência à experiência da primeira viagem missionária juntamente com Barnabé (Atos 13.8-12,50 • 14.5-7,19). É verdade que Timóteo se integrou à comitiva de Paulo em Listra na sua segunda viagem missionária (Atos 16.1-3). Isso aconteceu depois dessas perseguições, e Timóteo, nessa época, ainda não fazia parte da comitiva paulina, contudo deve ter sido testemunha ocular de algumas dessas perseguições, pois vivia na região e a sua mãe era crente, sem dúvida, membro da igreja.

3. Entendendo o “querer” (v.12). O verbo “querer” em “todos os que piamente querem viver em Cristo Jesus padecerão perseguições” é mais que um simples desejo, mas uma resolução, ou seja, um propósito de coração, é uma vida com propósito. Sofrer pela causa do Evangelho é motivo para glorificar a Deus “porque sobre vós repousa o Espírito da glória de Deus” (1 Pedro 4.14). É isso que Deus espera de cada um de nós na atualidade.

4. Características dos enganadores (v.13). O termo usado pelo apóstolo para “enganadores” ou “impostores” é goês, uma palavra que aparece uma só vez no Novo Testamento e nenhuma na Septuaginta, usado na antiga literatura grega como “embusteiro, impostor, feiticeiro, charlatão, encantador”, então, essas pessoas denunciadas por Paulo pertencem ao campo religioso. Isso indica que o apóstolo está se referindo a ensinadores e doutrinadores de mentiras, a falsos mestres, em nada diferem dos falsos doutores. Nenhum deles teve futuro promissor (2 Pedro 2.1-3).

SINOPSE I
A perseverança na fé e na doutrina é fundamental diante das heresias.

II – APRENDENDO, SENDO INTEIRADO E SABENDO
1. De quem Timóteo aprendeu as Sagradas Letras? (v. 14). O contexto em 2 Timóteo 3.10-17 mostra que a fonte de autoridade do aprendizado de Timóteo são “as sagradas letras”, as Escrituras Sagradas, que são inspiradas por Deus. Interessante que no versículo 14 o apóstolo emprega o pronome relativo, “de quem”, em “sabendo de quem o tens aprendido”, no plural grego, tinõn, literalmente ,“dos quais”, isso permite as seguintes traduções: “Você sabe quem foram os seus mestres na fé cristã” (NTLH); “pois conhece aqueles de quem aprendeu” (NVT); “confiar naqueles de quem você aprendeu” (NBV). Desde a infância (v. 15) seria uma referência natural à sua mãe Eunice e à sua avó Loide (2 Timóteo 1.5) e ao próprio apóstolo Paulo (2 Timóteo 2.2).

2. Permanecendo firme nas Sagradas Letras (v.15). Timóteo é exortado a permanecer firme “naquilo que aprendeu” e que “acredita”, ou de “que foste inteirado” por duas razões principais: a) porque sabia de quem tinha aprendido; b) porque são as “sagradas letras”, os escritos sagrados, a Bíblia. O que ele aprendeu de sua mãe e de sua avó era uma herança espiritual muito útil para o exercício de seu ministério sob orientação paulina. Aprendemos com isso a importância da educação nos caminhos do Senhor desde a infância no lar (Deuteronômio 6.4-8Provérbios 22.6). O ensino cristão deve começar em casa, no lar (Deuteronômio 6.6-9). A igreja, por meio da Escola Bíblica Dominical, apoia e complementa essa formação. Esse princípio vale para os nossos dias.

3. A Bíblia é divinamente inspirada. Está escrito que “toda a Escritura é inspirada por Deus” (v.16 - NAA). O termo grego theopneustos, “inspirada por Deus, divinamente inspirada”, vem das palavras Theos, “Deus”, e pneo, “respirar, soprar”. É oportuno saber a abrangência da inspiração do texto sagrado “toda Escritura” e, também, seus autores humanos, pois, “os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo” ou: “movidos pelo Espírito Santo” (2 Pedro 1.21 - TB, NAA). Esse caráter especial e único da “palavra dos profetas” a torna única no gênero. Ela pode fazer qualquer pessoa sábia para a salvação em Jesus e é proveitosa para ensinar, repreender, corrigir, instruir em justiça (vv.15-17). Nenhuma literatura no mundo possui essa prerrogativa. 

SINOPSE II
Quem aprende da Palavra de Deus persevera e permanece na verdade.

III –  TENDO AS ESCRITURAS COMO O FUNDAMENTO
l. A autoridade apostólica. A Igreja se submete inquestionavelmente à autoridade dos apóstolos do Novo Testamento. Sabemos que essa é a vontade de Deus. Se os Evangelhos de Mateus e Lucas, ou pelo menos um deles, são colocados no mesmo nível do Antigo Testamento (1 Timóteo 5.18 • Deuteronômio 25.4 • Mateus 10.10 • Lucas 10.7), e da mesma forma as epístolas paulinas (2 Pedro 3.15,16), isso é uma forma de reconhecer definitivamente o Novo Testamento como Escritura inspirada. Assim, todos os livros da Bíblia têm o mesmo grau de inspiração e a mesma autoridade; logo, devemos dar a mesma atenção e credibilidade tanto aos profetas do Antigo Testamento como aos apóstolos do Novo.

Todos os livros da Bíblia têm o mesmo grau de inspiração e a mesma autoridade; logo, devemos dar a mesma atenção tanto aos profetas do Antigo Testamento como aos apóstolos do Novo.

2. Abrangência. Em muitas passagens no Novo Testamento, o termo “Escritura” ou no plural, “Escrituras”, se refere ao Antigo Testamento algumas dezenas de vezes (Mateus 21.42Marcos 12.10Lucas 24.27João 2.22 •  5.39). Mas o contexto da expressão paulina “toda Escritura é inspirada por Deus” não se restringe apenas ao Antigo Testamento e sabemos disso porque a intenção do Espírito Santo é mostrar que se trata de todos os 66 livros da Bíblia: “para que vos lembreis das palavras que primeiramente foram ditas pelos santos profetas e do mandamento do Senhor e Salvador, mediante os vossos apóstolos” (2 Pedro 3.2), Antigo e Novo Testamento.

3. O manual de Deus (vv. 16b,17). Além de ser valiosa para os quatro propósitos pastorais: a Bíblia é “proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça”, não somente para os obreiros, mas para equipar qualquer pessoa que leia as Escrituras para “toda a boa obra” (v.17). Estaríamos à deriva no mundo sem essas palavras, pois elas nos levam à luz de Cristo (Salmos 119.105).

SINOPSE III
Toda a Palavra de Deus é autoritativa e regra fundamental para a nossa vida.

■ CONCLUSÃO
A Bíblia é um guia seguro para toda a humanidade, e não somente para a Igreja. Ela é a única revelação de Deus escrita para o ser humano e a fonte de autoridade espiritual para aferir a nossa conduta diante de Deus, da sociedade e da família. Trata-se de uma orientação segura para a vida humana, a nação de Israel e a Igreja, bem como as exortações para o mundo, incluindo o aspecto político, social e religioso das nações.

REVISANDO O CONTEÚDO

1. Quais os dois principais grupos heréticos que o apóstolo Paulo combatia? 
O apóstolo Paulo está combatendo dois principais grupos heréticos em sua geração: os gnósticos de sua geração, como combateu as heresias judaicas, também de sua época, os falsos “doutores da lei” (1 Timóteo 1.7), da “circuncisão” (Tito 1.10) e as “fábulas judaicas” (Tito 1.14).

2. Qual a fonte de autoridade do aprendizado de Timóteo?
A fonte de autoridade do aprendizado de Timóteo são “as sagradas letras”, as Escrituras Sagradas, que são inspiradas por Deus.

3. Onde deve começar o ensino cristão?
O ensino cristão deve começar em casa, no lar (Deuteronômio 6.6-9).

4. Qual a abrangência da inspiração do texto sagrado?
Antigo e Novo Testamento.

5. Como estaríamos no mundo sem a Bíblia?
Estaríamos à deriva no mundo sem essas palavras, pois elas nos levam à luz de Cristo (Salmos 119.105).


LIÇÃO        1     2    3    4    5    6    7    8    9    10    11    12    13  



Me siga:


LIÇÃO 12 - A IGREJA TEM UMA NATUREZA ORGANIZACIONAL

  

 1° TRIMESTRE DE 2025  EBD ADULTOS


TEXTO ÁUREO
Por esta causa te deixei em Creta, para que pusesses em boa ordem as coisas que ainda restam e, de cidade em cidade, estabelecesses presbíteros, como já te mandei (Tito 1.5)

VERDADE PRÁTICA
A Igreja é um organismo vivo de natureza espiritual e, ao mesmo tempo, uma organização.

LEITURA DIÁRIA

 Segunda – Atos 14.23
 ■Uma reunião de ministério para consagração de presbíteros

 Terça – Atos 15.6
 ■ O primeiro concilio para tratar de assuntos doutrinários

 Quarta – Romanos 15.25-27
 ■ O apóstolo Paulo se envolvia em campanhas pela ação social

 Quinta – 1 Coríntios 5.2-5
 ■  “Comissão de Ética” na igreja de Corinto

 Sexta – 1 Coríntios 16.1,2
 ■ “Tesouraria” para cuidar das finanças

 Sábado – Romanos 16.1,2
 ■ Carta de recomendação e a “secretaria” da igreja

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Tito 1.1-9

 Paulo, servo de Deus e apóstolo de Jesus Cristo, segundo a fé dos eleitos de Deus e o conhecimento da verdade, que é segundo a piedade,
2 – em esperança da vida eterna, a qual Deus, que não pode mentir, prometeu antes dos tempos dos séculos,
 mas, a seu tempo, manifestou a sua palavra pela pregação que mefoi confiada segundo o mandamento de Deus, nosso Salvador,
 a Tito, meu verdadeiro filho, segundo a fé comum: graça, misericórdia e paz, da parte de Deus Pai e da do Senhor Jesus Cristo, nosso Salvador.
 Por esta causa te deixei em Creta, para que pusesses em boa ordem as coisas que ainda restam e, de cidade em cidade, estabelecesses presbíteros, como já te mandei:
 aquele que for irrepreensível, marido de uma mulher, que tenha filhos fiéis, que não possam ser acusados de dissolução nem são desobedientes.
 Porque convém que o bispo seja irrepreensível como despenseiro da casa de Deus, não soberbo, nem iracundo, nem dado ao vinho, nem espancador, nem cobiçoso de torpe ganância;
 mas dado à hospitalidade, amigo do bem, moderado, justo, santo, temperante,
 retendo firme afiei palavra, que é conforme a doutrina, para que seja poderoso, tanto para admoestar com a sã doutrina como para convencer os contradizentes.

Hinos Sugeridos: 53 • 247 • 482 da Harpa Cristã

    • Clique no título ABAIXO para ouvir!

  • 053 - ESPERANÇA DA IGREJA
  • 247 - DEUS NOS GUARDE NO SEU AMOR
  • 482 - COMUNHÃO

■ INTRODUÇÃO
A Bíblia apresenta a Igreja como corpo espiritual de Cristo, um organismo vivo com suas reuniões em torno do Senhor Jesus e suas ordenanças. Por outro lado, é também uma organização, congregação ou assembléia, com sua forma de governo. A presente lição pretende mostrar a natureza organizacional da Igreja.

Palavra-Chave: Organização

I –  TITO E AS IGREJAS NA ILHA DE CRETA
1. Tito (v.4). O apóstolo escreveu a Tito, estando ele em Nicópolis, na costa oeste da Grécia, ou mais provavelmente, a caminho dessa região, pois ele afirma “deliberei invernar ali”, e não “aqui”. Como as Epístolas a Timóteo, a de Tito traz importantes diretrizes para os pastores em todos os lugares e épocas. Tito é chamado de “verdadeiro filho” do apóstolo Paulo (1.4), expressão que o apóstolo também usa para Timóteo (1 Timóteo 1.2). Tito era grego (Gálatas 2.3), convertido provavelmente em Antioquia. Seu nome não é mencionado em Atos dos Apóstolos, mas aparece nove vezes em 2 Coríntios, duas em Gálatas (2.1,3), uma em 2 Timóteo (4.10) e na epístola que lhe fora destinada, que traz o seu nome. Foi companheiro do apóstolo Paulo em suas viagens missionárias, e ajudou o apóstolo em Roma (2 Timóteo 4.10) e em Nicópolis (Tito 3.12).

2. O pastor de Creta (v. 5). Foi constituído pastor da ilha Creta pelo apóstolo Paulo para colocar “em boa ordem as coisas que restam” e, também, para estabelecer presbíteros de cidade em cidade. Os relatos de Atos omitem esse trecho do itinerário de Paulo. Ele passou por Creta durante a sua quarta vigem, da condição de prisioneiro com destino a Roma, num local chamado “bons portos” (Atos 27.8), pelo que parece não foi nessa ocasião que ele deixou Tito em Creta.

3. Creta. Em 67 a.C., Roma anexou a ilha de Creta ao seu império, unindo-a a Cirene, no Norte da África, nos termos da Líbia, como uma só província. A situação espiritual de Creta era desanimadora porque a igreja estava desorganizada, e o grande descuido no comportamento daqueles crentes é denunciado no capítulo 2. Parece que o relaxamento espiritual era consequência de um desleixo natural, que era característica dos cretenses (Tito 1.12,13). Outro problema ali é que havia judaizantes rebeldes, mercenários e provocadores de divisão (Tito 1.10-16).

SINOPSE I
O apóstolo Paulo colocou Tito como pastor em Creta para cuidar das demandas organizacionais e orgânicas da igreja.

II – A INSTITUCIONALIDADE BÍBLICA DA IGREJA
l. A instrução paulina. A organização eclesiástica a que o apóstolo Paulo instrui Tito não se restringe a uma estruturação ministerial. Estabelecer presbíteros de cidade em cidade (v. 5) e instruir os líderes durante a sua carreira apostólica (Atos 14.23 • 20.28), o apóstolo já vinha fazendo. O Novo Testamento revela a origem e o desenvolvimento desse governo. O apóstolo menciona “os bispos e diáconos” (Filipenses 1.1). O contexto da epístola dá a entender que o relaxo e o descuido em que estavam as comunidades cristãs da ilha de Creta eram reflexo da cultura da região (Tito 1.12). Isso está além de um problema meramente ministerial.

Quando se fala em institucionalizar, dar caráter institucional ou de tornar institucional significa estabelecer organização.

 

2. Igreja como instituição. Podemos definir organismo como forma individual de vida, um ser ou algo vivente. Na eclesiologia, o ensino ou estudo sobre a Igreja, significa ser a igreja um organismo porque é um corpo espiritual e vivo, cuja espiritualidade é gerada pelo Espírito Santo (1 Coríntios 3.16, 17 • 6.19 • Efésios 2.21). Ela é uma instituição divina que veio à existência pelo poder de Deus. Mas o nosso enfoque é a igreja como organização. Quando se fala em institucionalizar, dar caráter institucional ou de tornar institucional significa estabelecer organização. Na igreja isso foi acontecendo com o tempo desde os dias apostólicos. O apóstolo tinha em mente uma organização da igreja.

3. Organização. Temos no Novo Testamento alguns lampejos que nos mostram que aqueles irmãos se organizavam. Seguem alguns exemplos a favor da organização eclesiástica: havia local e horário e ordem no culto (1 Coríntios 14.26,40), reunião de ministério para consagração de presbíteros, segundo o contexto da época de uma igreja emergente (Atos 14.23); foi realizado um concilio, que nós diriamos, uma convenção, para tratar de assuntos doutrinários (Atos 15.6). As igrejas dispunham de serviços sociais para atender as famílias economicamente fragilizadas, os capítulos 8 e 9 de 2 Coríntios tratam do assunto (Romanos 15.25-27); havia na igreja de Corinto o que hoje chamaríamos de comissão de ética (1 Coríntios 5.2-5) e também tesouraria (1 Coríntios 16.1-3). A carta de recomendação era mais como um documento, um recurso para garantir a origem e identidade das pessoas (Romanos 16.1,2). 

SINOPSE II
A Igreja é uma instituição divina que demanda uma organização institucional.

III – A QUESTÃO ATUAL
1. Organismo e organização. A ideia é de que a igreja deve se restringir a um local onde as pessoas se reúnem para adorar a Deus, estudar a Palavra, pregar o evangelho, orar e celebrar as ordenanças eclesiásticas. O que alguns ainda não entenderam é que essas atividades espirituais exigem uma organização. A nossa atitude é mostrar que a Bíblia nos apresenta a igreja como um organismo e ao mesmo tempo uma organização. Mas nunca devemos nos esquecer de que somos cidadãos de duas pátrias, a terrestre e a celestial, e isso significa responsabilidade com as autoridades civis constituídas (Romanos 13.1-7) como também com as autoridades eclesiásticas (Hebreus 13.17). O ensino de Jesus é: “Dai, pois, a César o que é de César e a Deus, o que é de Deus” (Mateus 22.21). A organização da igreja além de ser uma necessidade natural é também uma exigência do Estado.

A nossa atitude é mostrar que a Bíblia nos apresenta a igreja como um organismo e ao mesmo tempo uma organização.

 

2. A experiência pentecostal. O movimento pentecostal moderno surgiu num contexto antidenominacionista e ainda hoje há os que acreditam que tal organização representa um problema à vida espiritual. Os primeiros pentecos- tais modernos desde os seus ancestrais, o Movimento Holiness, conhecido também como Movimento de Santidade, eram contra à institucionalidade da Igreja. Charles Fox Pahram, aos 20 anos de idade, assumiu o pastorado de uma Igreja, em Eudora, Kansas, mas, em 1895, ele entregou a licença de pregador local, deixando o denominacionismo para sempre, de modo que se tornou itinerante independente até o fim da vida. Mas a igreja do período apostólico adotou um programa de funcionamento logo no limiar de sua história e foi uma bênção, pois ajudou a cumprir a sua tarefa de maneira eficaz (Atos 6.1-7).

3. É necessário organizar. Em 1914, alguns dos pioneiros entenderam que havia chegado a hora de rever o sentimento antidenominacionista de Parham e de outros líderes que havia entre os pentecostais da santidade, isso para evitar um crescimento desordenado. Foi nesse contexto que foi criado o Concilio das Assembléias de Deus nos Estados Unidos. No Brasil não foi diferente. Diante do avanço da obra no Brasil era necessário estruturar o Movimento Pentecostal e criar um órgão máximo para manter a identidade e a unidade doutrinária das dessas igrejas no país e, dessa forma, trazer solução para as questões de ordem doméstica, interna e externa. Foi com base nesses ideais que os pioneiros brasileiros e suecos criaram a Convenção Geral das Assembléias de Deus, em setembro de 1930.
SINOPSE III
Organismo e Organização não são excludentes em si, mas necessárias para a missão da Igreja.

■ CONCLUSÃO
É importante entender que organização e organismo não são elementos excludentes em si mesmos, mas o contrário, pois isso ajuda no arranjo entre muitos organismos individuais num sistema geral. A Igreja é o povo de Deus do Novo Concerto, é uma comunidade internacional, uma congregação supranacional de estrangeiros e peregrinos (1 Pedro 2.11). Seria humanamente impossível ela cumprir a sua agenda missionária, evangelizadora, ensino da Palavra e serviço social em nosso país e no mundo sem uma estrutura organizacional.

REVISANDO O CONTEÚDO

1. Por que a situação espiritual de Creta era desanimadora?
A situação espiritual de Creta era desanimadora porque a igreja estava desorganizada, e o grande descuido no comportamento daqueles crentes é denunciado no capítulo 2.

2. O que dá a entender o contexto da Epístola a Tito?
O contexto da epístola dá a entender que o relaxo e o descuido em que estavam as comunidades cristãs da ilha de Creta eram reflexo da cultura da região (Tito 1.12).

3. Cite três exemplos bíblicos em favor da organização eclesiástica.
Havia local e horário e ordem no culto (1 Coríntios 14.26,40), reunião de ministério para consagração de presbíteros, segundo o contexto da época de uma igreja emergente (Atos 14.23); foi realizado um concilio, que nós diriamos, uma convenção, para tratar de assuntos doutrinários (Atos 15.6).

4. Qual a nossa atitude em relação aos que pensam ser a igreja apenas local de culto?
A nossa atitude é mostrar que a Bíblia nos apresenta a igreja como um organismo e ao mesmo tempo uma organização.

5. Por que o programa de funcionamento, adotado pela igreja do período apostólico, foi uma bênção?
A igreja do período apostólico adotou um programa de funcionamento logo no limiar de sua história e foi uma bênção, pois ajudou a cumprir a sua tarefa de maneira eficaz (Atos 6.1-7).


LIÇÃO        1     2    3    4    5    6    7    8    9    10    11    12    13  


segunda-feira, 10 de fevereiro de 2025

LIÇÃO 11 - A SALVAÇÃO NÃO É OBRA HUMANA

 1° TRIMESTRE DE 2025  EBD ADULTOS


TEXTO ÁUREO
Não pelas obras de justiça que houvéssemos feito, mas, segundo a sua misericórdia, nos salvou pela lavagem da regeneração e da renovação do Espírito Santo.” (Tito 3.5)

VERDADE PRÁTICA
A salvação é um ato da graça soberana de Deus pelo mérito de Jesus Cristo e não vem das obras humanas.

LEITURA DIÁRIA

 Segunda – Salmos 49.7-9
 ■ Não há recurso humano que possa salvar o ser humano

 Terça – Salmos 146.3
 ■ Somente em Deus há salvação

 Quarta – João 3.16
 ■ Jesus Cristo é o único Salvador do mundo

 Quinta – Romanos 5.1
 ■ A fé em Jesus é suficiente para a salvação

 Sexta – Gálatas 2.16
 ■ Ninguém é salvo pelas obras da lei

 Sábado – João 1.17
 ■ A graça e a verdade vieram por Jesus Cristo

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Efésios 2.1-10

Efésios 2
1 - E vos vivificou, estando vós mortos em ofensas e pecados,
2 - em que, noutro tempo, andastes, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe das potestades do ar, do espírito que, agora, opera nos filhos da desobediência;
3 - entre os quais todos nós também, antes, andávamos nos desejos da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos por natureza filhos da ira, como os outros também.
4 - Mas Deus, que é riquíssimo em misericórdia, pelo seu muito amor com que nos amou,
5 - estando nós ainda mortos em nossas ofensas, nos vivificou juntamente com Cristo (pela graça sois salvos),
6 - enos ressuscitou juntamente com ele, e nos fez assentar nos lugares celestiais, em Cristo Jesus;
7 - para mostrar nos séculos vindouros as abundantes riquezas da sua graça, pela sua benignidade para conosco em Cristo Jesus.
8 - Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isso não vem de vós; é dom de Deus.
9 - Não vem das obras, para que ninguém se glorie.
10 - Porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas.

Hinos Sugeridos: 156 • 227 • 535 da Harpa Cristã

    • Clique no título ABAIXO para ouvir!

  • 156 - OVELHA PERDIDA
  • 227 - DEUS AMOU DE TAL MANEIRA
  • 535 - TU ÉS FIEL, SENHOR

■ INTRODUÇÃO
O apóstolo Paulo mostra nessa Leitura Bíblica em Classe o contraste entre o estado espiritual da miséria humana e a restauração à comunhão com Deus. Além disso, deixa claro a impossibilidade de qualquer pessoa angariar a salvação por meio de seu próprio esforço, e até mesmo, de desejar a salvação ou sentir a necessidade de Deus, senão por intervenção divina direta, por meio do Espírito Santo.

Palavra-Chave: Salvação

I – A SALVAÇÃO SOB A GRAÇA DE DEUS
1. A descrição do estado espiritual humano (vv. 1-3). O relato da condição pecaminosa da natureza humana confirma a extensão da corrupção do gênero humano, estudado na lição anterior. O apóstolo emprega algumas expressões para reforçar a dura realidade do pecado: “mortos em ofensas e pecados” (v. 1); andar “segundo o curso deste mundo” (v. 2); “segundo o príncipe das potestades do ar” (v. 2.b); “do espírito que, agora, opera nos filhos da desobediência” (v. 2c); “andávamos nos desejos da nossa carne” (v. 3); “éramos por natureza filhos da ira” (v. 3b). É uma triste fotografia da raça humana.
Por ‘morte espiritual,’ a Bíblia quer dizer que a humanidade caída está separada de Deus (Isaías 59.2) e não significa aniquilação espiritual total.

2. Mortos em ofensas e pecados (vv. l, 5). As expressões “E vos vivificou” (v. 1) e “nos vivificou juntamente com Cristo” (v. 5) revelam a ação do Espírito Santo em favor dos pecadores, que a salvação só é possível mediante a graça de Deus, e sem ela ninguém pode ser salvo (w. 4, 5). Mas há algo que precisa ser esclarecido, as expressões “mortos em ofensas e pecados” (v. 1) e “mortos em nossas ofensas” (v. 5) não devem ser entendidas literalmente por se tratar de uma metáfora, uma das figuras de linguagem para descrever o estado da queda espiritual. Por “morte espiritual”, a Bíblia quer dizer que a humanidade caída está separada de Deus (Isaías 59.2) e não significa aniquilação espiritual total.

3. A exegese dos versículos 8-10. Essa passagem bíblica elimina qualquer interpretação ou tentativa da salvação com ajuda humana ou de qualquer esforço adicional para completar a obra de Cristo. O termo “graça” significa literalmente “favor imerecido”, o favor divino do qual não somos merecedores. A salvação é pela graça de Deus mediante a fé em Jesus e não vem das obras, pois não se trata de uma recompensa. Uma boa exegese esclarece que a expressão “isto é dom de Deus” se refere à salvação pela graça e não à fé. Como afirma o respeitado erudito da língua grega, A. T. Robertson: “a graça é a parte de Deus e a fé é a nossa”. De modo, como dizia Norman Geisler, “a fé é o meio e a salvação é o fim. O meio vem antes do fim”. 

SINOPSE I
ensino bíblico sobre a salvação descreve o real estado do ser humano caído em pecado e ofensas. Por isso, só a graça de Deus pode salvá-lo.

II – SOTERIOLOGIAS INADEQUADAS NA ANTIGUIDADE
1. Os reencarnacionistas. Com o termo “soteriologia” nos referimos aos diversos ensinos religiosos inadequados sobre a salvação. O primeiro deles é a doutrina da reencarnação, tão antiga quanto a humanidade, originária do Hinduísmo, mas presente também no Budismo, no Jainismo e no Sikhismo. É defendida, pelos Hare Krishnas, kardecistas e muitos outros. Os adeptos da doutrina da reencarnação têm em comum a busca da perfeição por meio de um progresso evolutivo até que esses ciclos da roda de renascimento parem de girar. Em resumo: a salvação pelo seu próprio esforço e sem Jesus. Trata-se de uma crença antibíblica (Salmos 78.39 • Hebreus 9.27 • João 9-1-3).
Sabemos da existência do mal, proveniente de Satanás, mas não admitimos que o Diabo tenha poder suficiente para medir força com Deus [...].
2. Os galacionistas. É o nome dado aos legalistas judaizantes opositores do apóstolo Paulo na província da Galácia (Gálatas 1.7). Esses judeus convertidos ao Cristianismo queriam que os gentios observassem a Lei de Moisés como condição para salvação (Atos 15.1). A verdade bíblica é que “pelas obras da lei nenhuma carne será justificada” (Gálatas 2.16).

3. Os gnósticos. No campo soteriológico, eles apregoavam uma visão dualista do universo, o maniqueísmo. O que é isso? Fundado por Mâni (216-276), na Pérsia, atual Irã, seu ensino era que o “universo é composto do reino das trevas e do reino da luz e os dois lutam pelo domínio da natureza e do próprio ser humano”. Desse modo, o ser humano, para ser salvo, precisa se libertar da prisão do mundo e de seus poderes planetários, e essa libertação só é possível por meio de um conhecimento místico, gnõsis, uma espécie de iluminação espiritual limitada aos “espirituais”. Os demais são pessoas materiais e não podem receber esse conhecimento. De fato, sabemos da existência do mal, proveniente de Satanás, mas não admitimos que o Diabo tenha poder suficiente para medir força com Deus e o seu Filho, Jesus Cristo (Jó 1.12; 2.6 • Marcos 5.7-13). A salvação é para todas as pessoas (Atos 17.30 • Titos 2.11).

SINOPSE II
As soteriologias inadequadas na Antiguidade passam pelas reencarnacionistas, galacionistas e gnósticas.

III – AS SOTERIOLOGIAS INADEQUADAS DE HOIE
1. O Islamismo. Segundo essa religião, se as boas ações superarem as más, tal pessoa irá para o paraíso (Alcorão 13.22.23). Eles ensinam ainda que Allah não ama os pecadores, mas somente os piedosos: “Allah não ama os agressores... Allah não ama a nenhum ingrato pecador” (Alcorão 2.190, 276). Esta é uma das 24 vezes que o Alcorão afirma que Allah não ama os pecadores. Na concepção dos islâmicos, não há necessidade de expiação, logo, não existe salvação como no sistema cristão. A salvação no contexto deles é por mérito, pelas obras. Mas, à luz da Bíblia, o pecador recebe a vida eterna a partir do momento que passa a crer, no coração, que Deus ressuscitou Jesus dentre os mortos e confessa publicamente o nome de Jesus (Romanos 10.9,10).

O pecador recebe a vida eterna a partir do momento que passa a crer, no coração, [...] e confessa publicamente o nome de Jesus.

2. As Testemunhas de Jeová. A salvação não está em Cristo, mas na organização religiosa delas, diferente do que ensina a Bíblia (João 14.6). Existem dois grupos de salvos, um que tem direito ao céu, restrito a 144.000, a “classe dos ungidos”; outro grupo, a “classe da grande multidão” e a que vai herdar a terra, segundo a teologia do movimento. Seus teólogos ensinam que as Testemunhas de Jeová, que pertencem à “classe da grande multidão”, não são filhos de Deus, não pertencem a Cristo, não têm o Espírito Santo, Jesus não é o Mediador delas nem têm esperança de salvação. A Bíblia nos ensina que não existe cristão sem o Espírito Santo (Romanos 8.9) e que “Mas a todos quantos o receberam deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus: aos que creem no seu nome” (João 1.12).

3. O Mormonismo. Os mórmons creem numa salvação geral, em que os não mórmons são castigados e depois liberados para a salvação, e numa perspectiva individual, em que a salvação é obtida pela fé em Jesus e pela obediência às leis e às ordenanças. Eles consideram ordenanças, segundo os artigos 3 e 4 das Regras de Fé, fé em Jesus, arrependimento, batismo por imersão e imposição de mãos, mas há outros requisitos. Um deles é aceitar Joseph Smith Jr. como porta-voz de Deus. Tal ensino, no entanto, diverge das Escrituras, pois elas nos ensinam que o Senhor Jesus não precisa de co-salvador. A Bíblia ensina que Ele é o único Salvador (João 14.6 • Atos 4.12). A salvação não é por mérito humano, ninguém pode ser salvo pelas boas obras, mas somente pela graça, mediante a fé (Tito 3.5 • Efésios 2.8,9). Existe apenas uma salvação, e ela está à disposição de todos os seres humanos (Tito 2.11 • Judas 3).

SINOPSE III
O Islamismo, as Testemunhas de Jeová e o Mormonismo apresentam uma doutrina da salvação inadequada em nossos dias.

■ CONCLUSÃO
Entendemos que somente pela graça é possível chegar-se a Deus, e isso é um ato soberano de sua graça e bondade. É a misericórdia divina que leva as pessoas ao arrependimento (Romanos 2.4). Graça não é mérito, e nem o ato de o pecador receber a dádiva divina se constitui mérito pessoal. Mas Deus disponibilizou a sua graça para todos os seres humanos e não para uns poucos escolhidos. A Bíblia ensina que a salvação é para todos.

REVISANDO O CONTEÚDO

1. O que a Bíblia quer dizer quando fala de “morte espiritual”?
Por “morte espiritual”, a Bíblia quer dizer que a humanidade caída está separada de Deus (Isaías 59.2) e não significa aniquilação espiritual total.

2. O que esclarece uma boa exegese sobre a expressão, “isto é dom de Deus”? 
Uma boa exegese esclarece que a expressão “isto é dom de Deus” se refere à salvação pela graça e não à fé.

3. Quais os três principais movimentos dos primeiros séculos cuja soterio- logia é inadequada?
As reencarnacionistas, galacionistas e os gnósticos.

4. Quais as três soteriologias inadequadas de hoje?
O Islamismo, as Testemunhas de Jeová e o Mormonismo.

5. O que ensinam os teólogos das Testemunhas de Jeová sobre a “classe da grande multidão”?
Seus teólogos ensinam que as Testemunhas de Jeová, que pertencem à “classe da grande multidão”, não são filhos de Deus, não pertencem a Cristo, não têm o Espírito Santo, Jesus não é o Mediador delas nem têm esperança de salvação.


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