Este Blog tem por objetivo explorar temas relacionados à Educação Cristã e ao Ensino Bíblico. Acredito que o conhecimento das Escrituras é essencial para o crescimento espiritual e a formação de discípulos comprometidos. Neste espaço, compartilho insights, reflexões e recursos para enriquecer sua jornada de fé.
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terça-feira, 22 de outubro de 2024

LIÇÃO 6 - A PROMESSA DE CURA DIVINA

   4° TRIMESTRE DE 2024  EBD ADULTOS


TEXTO ÁUREO
Verdadeiramente, ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputamos por aflito, ferido de Deus e oprimido.”
(Isaías 53.4)

VERDADE PRÁTICA
Jesus é o Médico dos médicos e não há enfermidade que Ele não possa curar.


LEITURA DIÁRIA

 Segunda – Gênesis 3.1-7,22-24 
 ■ O pecado é a causa das doenças

 Terça – Romanos 3.9-12
 ■ O pecado corrompeu toda a natureza humana

 Quarta – Gênesis 6.3,13 • 2 Pedro 2.5
 ■ Com o tempo, o homem passou a viver menos

 Quinta – Salmos 90.10
 ■ O salmista mostra a expectativa de vida mais curta

 Sexta – Romanos 8.23
 ■ Aguardando a redenção plena do nosso corpo

 Sábado – Hebreus 13,8 • Marcos 5.35-43
 ■ Jesus não mudou; Ele cura sim


LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Isaías 53.1-5 • Mateus 8.14-17 • Tiago 5.14,15

Isaías 53

1 - Quem deu crédito à nossa pregação? E a quem se manifestou o braço do Senhor?
2 - Porque foi subindo como renovo perante ele e como raiz de uma terra seca; não tinha parecer nem formosura; e, olhando nós para ele, nenhuma beleza víamos, para que 0 desejássemos.
3 - Era desprezado e o mais indigno entre os homens, homem de dores, experimentado nos trabalhos e, como um de quem os homens escondiam o rosto, era desprezado, e não fizemos dele caso algum.
4 - Verdadeiramente, ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputamos por aflito, ferido de Deus e oprimido.
5 - Mas ele foi ferido pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e, pelas suas pisaduras, fomos sarados.

Mateus 8

14 - E Jesus, entrando na casa de Pedro, viu a sogra deste jazendo com febre.
15 - E tocou-lhe na mão, e a febre a deixou; e levantou-se e serviu-os.
16 - E, chegada a tarde, trouxeram-lhe muitos endemoninhados, e ele, com a sua palavra, expulsou deles os espíritos e curou todos os que estavam enfermos,
17 - para que se cumprisse o que fora dito pelo profeta Isaías, que diz: Ele tomou sobre si as nossas enfermidades e levou as nossas doenças.

Tiago 5

14 - Está alguém entre vós doente? Chame os presbíteros da igreja, e orem sobre ele, ungindo-o com azeite em nome do Senhor;
15 - E a oração da fé salvará o doente, e o Senhor o levantará; e, se houver cometido pecados, ser-lhe-ão perdoados.



Hinos Sugeridos: 7 • 293 • 510 da Harpa Cristã



■ INTRODUÇÃO

Na Cruz do Calvário, o Senhor Jesus realizou uma obra completa de salvação. Essa obra, efetivada por Ele, nos autoriza a clamar pela Cura Divina. Nesta lição, veremos que, no plano divino, o Senhor nosso Deus desejou curar o seu povo para o alívio do sofrimento.
Esse plano ocorreu de maneira poderosa no ministério de Jesus, sendo consumado no poder da obra do Calvário. Jesus Cristo cura sim!

Palavra-Chave: Cura Divina

I – A PROMESSA BÍBLICA DA CURA DIVINA
1. A profecia messiânica de Isaías 53. A profecia bíblica de Isaías 53 apresenta o Senhor Jesus como o Messias, o Cristo de Deus que foi pregado na Cruz do Calvário para a nossa redenção (Isaías 53.1-3). Dessa forma, a obra do Calvário foi operada de maneira completa, perfeita e plena, de modo que, além de ser redimido e liberto do império do pecado, o salvo também recebe cura das doenças por causa da obra do Calvário (Isaías 53.4,5). Sim, o nosso Senhor Jesus sofreu em nosso lugar tanto o sofrimento físico quanto espiritual e, por isso, a obra de Salvação é completa. Além disso, o evangelista confirma o cumprimento da profecia de Isaías no ministério de Jesus (Mateus 8.17). Por isso, podemos afirmar que Jesus salva e cura.

2. O cumprimento profético no ministério de Jesus. O texto bíblico de Mateus 8.14-17 apresenta o Senhor Jesus curando a sogra de Pedro. Em seguida, Ele recebe endemoninhados e enfermos, expulsando os demônios de quem estava escravizado pelos espíritos imundos e curando os enfermos que se encontravam diante dEle. O evangelista Mateus se referiu a esse episódio da seguinte forma: “para que se cumprisse o que fora dito pelo profeta Isaías, que diz: Ele tomou sobre si as nossas enfermidades e levou as nossas doenças” (Mateus 8.17). Esse relato mostra que o Plano de Salvação de Jesus levava em conta também a cura divina dos enfermos.

3. Os ministros são chamados a orar e ungir os enfermos. Ao longo do Novo Testamento, os apóstolos, os demais líderes e a Igreja Primitiva criam no poder curador do Senhor Jesus, de modo que o povo de Deus esperava receber a cura por meio da oração, acompanhada de unção com o azeite por parte dos ministros da igreja e, se fosse o caso, também acompanhada de confissão de pecados (Tiago 5.14,15). Assim, cabe como responsabilidade dos ministros de Deus ungir os enfermos com azeite e orar com fé por eles. Quantos testemunhos mostram que o Senhor Jesus ainda cura, pois se trata de uma obra consumada no Calvário!


SINOPSE I
A obra de Cristo no Calvário foi operada de maneira completa, perfeita e plena, de modo que, além de ser redimido e liberto do império do pecado, o salvo também recebe a promessa da cura divina.

II – ORIGEM E CONSEQUÊNCIAS DAS DOENÇAS NO MUNDO
1. A origem das doenças no Éden. A origem das doenças e suas trágicas consequências remontam ao ato de desobediência dos nossos primeiros pais, conforme relatado em Gênesis 3. O pecado do ser humano fez com que as enfermidades surgissem, acompanhada de dor, sofrimento e morte. Por isso, conforme apresentamos no primeiro tópico, a doutrina bíblica da Cura Divina tem como a base a obra do Calvário, pois, de acordo com a Bíblia, a verdadeira causa do advento das doenças é o pecado (Gênesis 3.1-7,22-24).

2. A consequência do advento da doença. O pecado corrompeu todas as áreas da natureza humana (Romanos 3.9-12). Assim, uma das principais consequências do pecado, bem como do advento das doenças, foi a diminuição do tempo de vida do ser humano. A Bíblia revela que Adão viveu 930 anos; Sete, 912 anos; Enos, 905 anos; a idade de outros importantes personagens bíblico foi com o tempo, diminuindo (Gênesis 5.1-32). Ao anunciar o Dilúvio para Noé, Deus demarcou o limite da vida humana aos 120 anos (Gênesis 6.3,132 Pedro 2.5). O Salmo 90 afirma uma expectativa de vida mais curta: “A duração da nossa vida é de setenta anos, e se alguns, pela sua robustez, chegam a oitenta anos, o melhor deles é canseira e enfado, pois passa rapidamente, e nós voamos” (Salmos 90.10). O fato é que com o pecado e o advento das doenças o ser humano teve 0 tempo de sua vida diminuído.

3. A proliferação de doenças. Ao longo da história humana, presenciamos a proliferação de diversas doenças. Basicamente, podemos classificá-las em duas ordens de existências: a física e a mental. De ordem física, temos as doenças cardíacas, a diabetes, o câncer, dentre outras, que ceifam muitas vidas. De ordem mental, temos o Alzheimer, a depressão (que gera suicídio), diversos outros transtornos e demências. Essas e outras doenças afetam muitos de nossos irmãos em Cristo, pois os crentes não estão imunes a elas. Infelizmente, muitos incautos são ludibriados com falsas promessas de curas e, por isso, não procuram ajuda médica e, o que poderia ser tratado, acaba se agravando. É importante pontuar que a Palavra de Deus ensina que o nosso corpo ainda não foi plenamente redimido (Romanos 8.23). Por isso, não é incompatível orar por cura e, também, ao mesmo tempo, buscar auxílio dos médicos. Isso nada tem a ver com falta de fé, mas com o zelo de quem é templo do Espírito Santo (1 Coríntios 6.19).


SINOPSE II
As doenças tiveram sua origem na Queda. Elas são uma consequência direta do pecado.


III – JESUS CRISTO CURA SIM
1. A Cura Divina faz parte do Plano de Deus. Desde Êxodo 15, podemos perceber Deus se revelando com poder curador. No deserto com Israel, Ele atuou como o Médico do seu povo. A declaração divina “eu sou o Senhor, que te sara” (Êxodo 15.26) deixa patente o plano de Deus em curar pessoas, trazer alívio em suas doenças e sofrimentos. Esse plano divino fica muito claro no ministério de Jesus que, depois de curar pessoas, “teve grande compaixão delas” (Mateus 9.35,36).

2. Jesus cura. O mesmo Senhor Jesus que curou nos Evangelhos é o mesmo que cura hoje. Ele tem o poder curador. Nosso Senhor “é o mesmo ontem, e hoje, e eternamente” (Hebreus 13.8). O Jesus que curou a mulher do fluxo de sangue (Mateus 9.19-22), cura hoje; o Jesus que curou o cego de Jericó (Marcos 14.46-52), cura sim; o Jesus que levantou a filha de Jairo (Marcos 535-43), levanta qualquer ser humano de sua enfermidade. O poder de Jesus, por intermédio do Espírito Santo, está presente na vida da Igreja de Cristo para curar toda e qualquer enfermidade.

3. O que podemos fazer para receber a Cura Divina? Há alguns princípios bíblicos que devem acompanhar a vida de quem deseja experimentar a cura divina. Na Palavra de Deus, vemos que é preciso crer que Jesus pode curar, é preciso confiar no poder de Jesus (Mateus 7-12). Também aprendemos na Bíblia que devemos pedir aos líderes da igreja local que orem por nós, ungindo-nos com o azeite (Tiago 5.14-16). Não deixemos de perseverar na fé e em oração, pois nem sempre o nosso tempo é o tempo de Deus (Lucas 18.1-8). Finalmente, não deixe de procurar auxílio médico, quer para tratamento, quer para confirmar a cura divina recebida; pois quer usando e abençoando os médicos, quer curando de maneira sobrenatural, Cristo cura sim.


SINOPSE III
A Cura Divina faz parte do Plano Redentor de Deus. O Senhor Jesus ainda cura.

 CONCLUSÃO

Nesta lição, estudamos que a Obra de Cristo no Calvário nos garante a Salvação e a Cura Divina. Pelo nome de Jesus, podemos orar uns pelos outros para que haja a experiência de cura divina. O nosso Senhor não mudou. Ele continua o mesmo. Por isso, devemos nos dirigir a Ele com humildade e fé perseverante, confiando que Ele é poderoso para sarar as enfermidades do seu povo. Jesus Cristo cura sim!


REVISANDO O CONTEÚDO

1. O que a profecia de Isaías 53 apresenta?
A profecia bíblica de Isaías 53 apresenta o Senhor Jesus como o Messias, o Cristo de Deus que foi pregado na Cruz do Calvário para a nossa redenção (Isaías 53.1-3).

2. Como o evangelista Mateus se referiu ao episódio em que Jesus curou enfermos em Mateus 8?
O evangelista Mateus se referiu a esse episódio da seguinte forma: “para que se cumprisse o que fora dito pelo profeta Isaías, que diz: Ele tomou sobre si as nossas enfermidades e levou as nossas doenças” (Mateus 8.17).

3. O que aconteceu como consequência do pecado do ser humano?
O pecado do ser humano fez com que as enfermidades surgissem, acompanhadas de dor, sofrimento e morte.

4. Cite uma das principais consequências do pecado e do advento das doenças.
Uma das principais consequências do pecado, bem como do advento das doenças, foi a diminuição do tempo de vida do ser humano.

5. Cite alguns princípios que devem acompanhar a nossa vida para experimentarmos a cura divina.
Confiar no poder Jesus (Mateus 7-12); pedir aos líderes da igreja local que orem por nós, ungindo-nos com o azeite (Tiago 5.14-16); perseverar na fé e em oração (Lucas 18.1-8); não deixar de procurar auxílio médico, quer para tratamento quer para confirmar a cura divina recebida.


LIÇÃO        1     2    3    4    5    6    7    8    9    10    11    12    13



   


sábado, 5 de outubro de 2024

LIÇÃO 5 - A PROMESSA DE SALVAÇÃO

   4° TRIMESTRE DE 2024  EBD ADULTOS


TEXTO ÁUREO
Na verdade, na verdade vos digo que quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou tem a vida eterna e não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida.” (João 5.24)

VERDADE PRÁTICA
A promessa da vida eterna é a maior bênção divina para todo aquele que crê em Jesus Cristo.


LEITURA DIÁRIA

 Segunda – Números 21.4-9 
 ■ A Serpente no deserto como um tipo de Cristo

 Terça – Atos 4.12 • Romanos 6.4-11
 ■ Livres da escravidão do pecado e da condenação geração

 Quarta – Romanos 5.1
 ■ Justificados e tendo plena paz com Deus

 Quinta – João 16.7-11
 ■ A operação do Espírito Santo para a salvação

 Sexta – Romanos 8.16,17 • 2 Coríntios 5.17
 ■ Andando como nova criatura e em novidade de vidao

 Sábado – Atos 14.21,22 • Hebreus 2.1-3
 ■ O cuidado contra a apostasia individual


LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

João 3.14-21
14 - E, como Moisés levantou a serpente no deserto, assim importa que o Filho do Homem seja levantado,
15 - para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.
16 - Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.
17 - Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele.
18 - Quem crê nele não é condenado; mas quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus.
19 - E a condenação é esta: Que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz, porque as suas obras eram más.
20 - Porque todo aquele que faz o mal aborrece a luz e não vem para a luz para que as suas obras não sejam reprovadas.
21 - Mas quem pratica a verdade vem para a luz, a fim de que as suas obras sejam manifestas, porque são feitas em Deus.

Hinos Sugeridos: 277 • 39 • 491 da Harpa Cristã


■ INTRODUÇÃO

A Salvação é um dos mais importantes temas das páginas da Bíblia, pois é a principal promessa de Deus para a humanidade. A doutrina bíblica da salvação leva-nos a conhecer quão grande é o amor de Deus para com o ser humano. É, exatamente, isso o que nos mostra o Evangelho de João no capítulo 3, em que estudaremos a promessa da salvação, sua natureza e perseverança.

Palavra-Chave: Salvação

I – A PROMESSA DA SALVAÇÃO

1. Uma maravilhosa salvação. A Leitura Bíblica em Classe nos lembra a passagem bíblica do Antigo Testamento em Números 21.4-9, que trata de um ato simbólico em que a cura física seria uma realidade para quem olhasse para a Serpente de Bronze no deserto, e teria a maldição removida de sua vida. Semelhantemente, o sacrifício de Jesus na Cruz do Calvário proporciona redenção para a alma carente de salvação (Jo 3.14,15). Dessa forma, o amor de Deus é revelado nas Escrituras de uma maneira que não se pode mensurar, ao ponto de entregar o seu Único Filho para salvar aquele que crê (Jo 3.16). Essa preciosa promessa traz duas realidades: 1) a de que quem crê não será condenado (Jo 3.18); 2) a de que quem não crê já está condenado (Jo 3.18). Logo, a salvação é um maravilhoso presente de Deus para todos os que creem em seu Filho.

2. A obra de salvação. O Evangelho de João nos mostra que a obra de salvação é uma providência de Deus para salvar o ser humano de uma condenação eterna. No sentido geral, a palavra “salvação”, que vem do grego soteria, traz um sentido de “livramento de perigo, de ameaça” (Lc 1.69,71); “saúde” (At 27.34); “livramento da prisão” (Fp 1.19); “livramento do dilúvio” (Hb 11.7). Dessa maneira, a salvação propriamente dita tem a ver com os que recebem a Cristo Jesus como seu suficiente Salvador. Quando isso acontece, somos imediatamente libertos da escravidão do poder do pecado e da condenação eterna (At 4.12; Rm 6.4-11).

3. O Salvador. A obra de salvação tem como base a entrega do Filho de Deus como aquEle que pagou o preço do pecado. Jesus é o nosso Salvador, como bem expressa o termo grego, sõter, “salvador, libertador, preservador, conservador”, (Lc 2.11; Jo 4.42; At 5.31; 2 Pe 1.11). Assim sendo, o Evangelho de João nos revela que todo ser humano foi corrompido pelo pecado e, por isso, precisa de um Salvador. Esse Salvador, revelado em João 3-16,17, nos garante a gloriosa promessa de Salvação: “todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”. Quem se arrepende, crê e permanece em Jesus, jamais perecerá eternamente.


SINOPSE I
A salvação é um precioso presente de Deus para todos os que creem em seu Filho.

II – A NATUREZA DA PROMESSA DE SALVAÇÃO

Podemos compreender a natureza da Promessa de Salvação estudando alguns aspectos salvíficos dessa grande obra.

1. Justificação. Um dos aspectos da obra salvífica que está apresentado em termos bíblicos é a “justificação”. Quem é alcançado pelo Evangelho de Cristo, e crê no Filho de Deus com todo o seu coração, é “declarado justo”, isto é, livre da culpa e do merecimento da punição divina. Ele não é mais condenado; está declaradamente absolvido. É um salvo! Por intermédio da Justificação, o pecador é visto por Deus como se não houvesse praticado transgressão alguma. Dessa forma, fomos justificados e, por isso, temos plena paz com Deus por intermédio do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo (Rm 5.1).

2. Regeneração. Para que a obra de Salvação, apresentada no Evangelho de João 3, se manifeste na vida do salvo, é necessário que ocorra a Regeneração, denominada de Novo Nascimento no mesmo capítulo (Jo 3.1-6). Uma pessoa que nasce de novo passa por um processo de transformação interior em que o coração sofre uma mudança radical por intermédio do Evangelho, mediante o poder do Espírito (Jo 16.7-11). Essa obra é feita diretamente pelo Espírito Santo. Então, o pecador se torna filho de Deus, nova criatura que anda em novidade de vida (Rm 8.16,17; 2 Co 5.17). Uma vez que nascemos de novo, passamos a fazer parte da família de Deus (Hb 2.11).

3. Santificação. A santificação é um aspecto da salvação como resultado da obra do Calvário de nosso Senhor Jesus. Em primeiro lugar, por meio da Justificação e da Regeneração, somos santificados por Deus de maneira posicional, ou seja, imediatamente. Em segundo lugar, somos santificados de maneira progressiva por meio do relacionamento com Cristo. Esse processo ocorrerá até o advento da nossa glorificação final por ocasião da transformação do nosso corpo no advento do Arrebatamento da Igreja, pois teremos um corpo semelhante ao de Jesus ressurreto (Fp 3.21). Portanto, a obra de salvação exposta no Evangelho de João é completa.


SINOPSE II
Podemos 
compreender a natureza da Promessa de Salvação estudando alguns aspectos salvíficos dessa grande obra: justificação, regeneração e santificação.

III – PROMESSA E PERSEVERANÇA NA SALVAÇÃO

1. A base da promessa de salvação é Cristo. João 3 mostra, com clareza, que o nosso Senhor é o centro da promessa de nossa salvação. Deus escolheu um povo dentre pessoas pecadoras que se arrependeram e creram em Jesus Cristo como Senhor e Salvador (Ef 1.4; 2 Ts 2.13,14). Logo, a Igreja de Cristo, o povo de Deus, é constituída de pessoas unidas ao Senhor Jesus (Ef 1.9,10). Assim, fazemos parte do Corpo de Cristo e isso só é possível por causa da obra consumada no Calvário (Ef 1.7).

2. A Apostasia Individual. Nas Escrituras também encontramos uma grande advertência concernente à promessa da Salvação. A Bíblia nos mostra que a salvação não é incondicional, pois as pessoas podem resisti-la (Jo 3.18-20). E, também, mostra que os que a receberam, experimentaram o amor e o perdão de Deus, podem romper esse relacionamento, rejeitando por completo os ensinos fundamentais revelados na Palavra de Deus (apostasia doutrinária), bem como tornando-se novamente escravos da prática do pecado (apostasia moral). A isso denominamos “apostasia”, que implica uma rebelião contra Deus, abandono proposital da fé que uma vez nos foi entregue. Há diversos registros bíblicos que confirmam essa possibilidade (At 14.21,22; 1 Tm 6.10-12; Hb 2.1-3).

3. Promessa e a Segurança da Salvação. A promessa de Salvação também nos traz uma consoladora certeza, aquela mesma que o apóstolo Paulo escreveu: “Mas de ambos os lados estou em aperto, tendo desejo de partir e estar com Cristo, porque isto é ainda muito melhor” (Fp 1.23). O ensino bíblico do Novo Testamento afirma que, ao passar pela morte, o salvo já está imediatamente com Cristo. Assim, os que creem em Cristo, se submetem a Ele como o seu Senhor e, mediante um relacionamento pessoal com Cristo, estão definitivamente seguros para a vida eterna (1 Jo 5.13).


SINOPSE III
O nosso Senhor Jesus Cristo é o centro da promessa de nossa salvação.

CONCLUSÃO

A Promessa da Salvação nos lembra de que não podemos descuidar da nossa conduta diante de Deus e do mundo. A salvação, em primeiro lugar, depende de Deus, que estende sua mão ao pecador perdido. Mas também é necessário que o ser humano aceite humildemente o amor e a graça de Deus em seu favor. Quem crê em Jesus é salvo, mas quem o rejeita permanece perdido em delitos e pecados (Ef 2.1).


REVISANDO O CONTEÚDO

1. Quais são as duas realidades que se apresentam na promessa de salvação?
Essa preciosa promessa traz duas realidades: 1) a de quem crê não será condenado (Jo 3.18); 2) a de quem não crê já está condenado (Jo 3.18). Logo, a salvação é um maravilhoso presente de Deus para todos os que creem em seu Filho.

2. Qual é a base da obra de salvação?
A obra de salvação tem como base a entrega do Filho de Deus como aquEle que pagou o preço do pecado.

3. Na justificação, como o pecador é visto por Deus?
Por intermédio da Justificação, o pecador é visto por Deus como se não houvesse praticado transgressão alguma.

4. Quais os dois tipos de santificação, conforme nos ensina a lição?
Santificação posicional e santificação progressiva.

5. Cite textos bíblicos que apresentem a possibilidade da apostasia individual na vida de um salvo.
Atos 14.21,22; 1 Timóteo 6.10-12 e Hebreus 2.1-3.


LIÇÃO        1     2    3    4    5    6    7    8    9    10    11    12    13


  

sexta-feira, 27 de setembro de 2024

ENTRE OS JUNCOS

 

De acordo com o Evangelho de João, Capítulo 2, versículos 1 a 12, Jesus transformou a água em vinho num casamento numa cidade chamada “Caná da Galiléia”. Esta é uma pequena aldeia pouco mencionada em outras partes das Escrituras.

No hebraico original da Bíblia, a palavra canah  significa “junco”, um planta semelhante ao bambu, também conhecida como cana ou caniço.

Agora, veja que interesssante: Moisés, o libertador do povo de Israel da escravidão no Antigo Egito, começou seu caminho para a grandeza ao ser descoberto pela filha de Faraó em um "cesto entre os juncos", conforme narrado em Êxodo, Capítulo 2, versículo 5.

Jesus Cristo, o libertador da humanidade, tem o início de seu ministério a algo relacionado a juncos, ou seja, Caná da Galiléia, lugar de juncos.

No final da vida de Jesus, foi posto sobre a cabeça dele uma coroa de espinhos e, na mão direita, uma cana, conforme lemos em Mateus Capítulo 27, versículo 29, versão Almeida Revista e Corrigida.

Um pouco antes da morte de Jesus, deram a Ele uma esponja encharcada de vinagre para beber, e ela estava amarrada a um longo pedaço de junco, segundo nos diz Mateus Capítulo 27, versículo 48.

A  maneira mais eficaz de chegar nas profundas riquezas encontradas nas Sagradas Escrituras é participar da Escola Bíblica Dominical.

Participe da Escola Bíblica

Domingo, 17 horas

Com o Pastor Ademar Rodrigues

Igreja Evangélica Nascer em Cristo

Rua do Resende Número 69, Centro, Rio de Janeiro.

Esperamos por você!

Sua presença é muito importante para nós!




LIÇÃO 4 - PROMESSA E OBEDIÊNCIA

   4° TRIMESTRE DE 2024  EBD ADULTOS


TEXTO ÁUREO

“Se me amardes, guardareis os meus mandamentos.” (João 14.15)

VERDADE PRÁTICA

A obediência a Cristo demanda bênçãos espirituais que influenciam diversas áreas da vida.


LEITURA DIÁRIA

 Segunda – Êxodo 19.5,6 
 ■ O Concerto de Horebe e a promessa de ser um povo sacerdotal

 Terça – Deuteronômio 29.1
 ■ O Concerto nas campinas de Moabe para uma nova geração

 Quarta – Jeremias 31.33; cf. Hebreus 8.8-12
 ■ O advento de um Novo Concerto

 Quinta – 1 Timóteo 2.5
 ■ Jesus, o mediador do Novo Concerto

 Sexta – João 14.15
 ■ Jesus requer de nós a obediência no Novo Concerto

 Sábado – Romanos 14.17
 ■ O Reino tem a ver com justiça, paz e alegria no Espírito


LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Deuteronômio 29.1,9-12  Hebreus 8.6-13

Deuteronômio 29

1 – Estas são as palavras do concerto que o Senhor ordenou a Moisés, na terra de Moabe, que fizesse com os filhos de Israel, além do concerto que fizera com eles em Horebe.

...

9 – Guardai, pois, as palavras deste concerto e cumpri-las para que prospereis em tudo quanto fizerdes.

10 – Vós todos estais hoje perante 0 Senhor, vosso Deus: os cabeças de vossas tribos, vossos anciãos, os vossos oficiais, todo 0 homem de Israel,

11 – os vossos meninos, as vossas mulheres e 0 estrangeiro que está no meio do teu arraial; desde 0 rachador da tua lenha até ao tirador da tua água;

12 – para que entres no concerto do Senhor, teu Deus, e no seu juramento que 0 Senhor, teu Deus, hoje faz contigo.


Hebreus 8

6 – Mas agora alcançou ele ministério tanto mais excelente, quanto é mediador de um melhor concerto, que está confirmado em melhores promessas.

7 – Porque, se aquele primeiro for irrepreensível, nunca se teria buscado lugar para o segundo.

8 – Porque, repreendendo-os, lhes diz: Eis que virão dias, diz o Senhor, em que com a casa de Israel e com a casa de Judá estabelecerei um novo concerto,

9 – não segundo o concerto que fiz com seus pais, no dia em que os tomei pela mão, para os tirar da terra do Egito; como não permaneceram naquele meu concerto, eu para eles não atentei, diz o Senhor.

10 – Porque este é o concerto que, depois daqueles dias, farei com a casa de Israel, diz o Senhor: porei as minhas leis no seu entendimento e em seu coração as escreverei; e eu lhes serei por Deus, e eles me serão por povo.

11 – E não ensinará cada um ao seu próximo, nem a cada um ao seu irmão, dizendo: Conhece o Senhor; porque todos me conhecerão, desde o menor deles até ao maior.

12 – Porque serei misericordioso para com as suas iniquidades e de seus pecados e de suas prevaricações não me lembrarei mais.

13 – Dizendo novo concerto, envelheceu o primeiro. Ora, o que foi tornado velho e se envelhece perto está de acabar.


Hinos Sugeridos: 422 • 525 • 605 da Harpa Cristã


■ INTRODUÇÃO
A Bíblia apresenta uma relação entre promessa e obediência. Ao longo das Escrituras, percebemos que a obediência é um princípio divino que não caducou no Novo Testamento. Ela continua sendo requerida por Nosso Senhor para vivermos promessas específicas de Deus neste mundo. O Deus que prometeu no Antigo Testamento é o mesmo que prometeu no Novo e, ao mesmo tempo, exige do seu povo obediência à sua Palavra. Entretanto, quais são os termos da obediência no Novo Concerto conforme revelado no Novo Testamento? É o que estudaremos nesta lição.

Palavra-Chave: Obediência

I – A OBEDIÊNCIA NO ANTIGO TESTAMENTO

1. O Concerto de Horebe. O Concerto feito por Deus com o povo de Israel, no deserto de Horebe (Dt 29.1; Êx 19), era uma reafirmação das promessas que Ele havia feito a Abraão e seus descendentes (Gn 12.1-3; 22.8). No deserto do Horebe (também denominado de “Sinai”) ficou patente que o concerto divino exigia santa obediência do povo para que fosse bem-sucedido entre as nações: “se diligentemente ouvirdes a minha voz e guardardes o meu concerto, então, sereis minha propriedade peculiar dentre todos os povos; porque toda a terra é minha” (Êx 19.5). Pela santa obediência, o povo seria “um reino sacerdotal”, um “povo santo” (Êx 19.6). A nação de Israel deveria obedecer aos mandamentos do Senhor para viver as promessas em toda a sua peregrinação no deserto (Êx 20.1-17).

2. O Concerto nas campinas de Moabe. Muitos anos se passaram depois do Concerto de Horebe (Êx 19), e a maioria dos peregrinos havia perecido no deserto. Então, Moisés reuniu novamente o povo, agora nas campinas de Moabe, pois uma nova geração estava prestes a entrar na Terra Prometida: “Estas são as palavras do Concerto que o Senhor ordenou a Moisés, na terra de Moabe, que fizesse com os filhos de Israel, além do concerto que fizera com eles em Horebe” (Dt 29.1). A exposição básica desse Concerto pode ser vista em Deuteronômio 4 a 26.19, bem como sua ênfase nas bênçãos e maldições dos capítulos 27 a 30 do mesmo livro. Tudo nesse Concerto dependeria da fidelidade do povo de Israel aos mandamentos divinos.

3. As promessas provenientes da obediência. O Concerto de Moabe mostra uma lista de promessas que seriam proferidas no Monte Gerizim: bênçãos no campo, na cidade, na procriação, na vida doméstica, ao entrar e sair da terra (Dt 28.1-14). Em toda a área da vida dos judeus, as bênçãos divinas seriam derramadas como consequência da obediência aos mandamentos divinos estabelecidos nos concertos proferidos por Moisés. Também é verdade que as maldições seriam proferidas do Monte Ebal como consequência da desobediência aos mandamentos do Senhor (Dt 27.11-26). Portanto, no Antigo Testamento, vemos que a obediência tinha uma relação direta ao cumprimento de uma promessa na vida do povo de Israel.


SINOPSE I

No Concerto de Deus com Israel, observamos o cumprimento das promessas a partir da obediência do povo.

II – A OBEDIÊNCIA NO NOVO TESTAMENTO

1. Um Novo Concerto. Hebreus 8 apresenta aspectos do Antigo Concerto, mostrando o quanto eles apontam para o perfeito ministério do Senhor Jesus. Ali, vemos que o relacionamento entre Deus e o seu povo se dava por meio de uma fé manifesta pela obediência aos mandamentos da Lei e à observação ao sistema de sacrifício do Antigo Testamento. Contudo, o profeta Jeremias profetizou que chegaria o momento em que Deus instituiu um novo Pacto e que sua Lei se estabeleceria no interior da pessoa, isto é, no coração: “Mas este é o concerto que farei com a casa de Israel depois daqueles dias, diz o Senhor: porei a minha lei no seu interior e a escreverei no seu coração; e eu serei o seu Deus, e eles serão o meu povo” (Jr 31.33; cf. Hb 8.8-12).

2. Jesus Cristo, o mediador. O Senhor Jesus é o mediador que estabelece o Novo Concerto, o Novo Pacto profetizado pelo profeta Jeremias (Hb 8.10). Em vista disso, podemos afirmar que o Novo Pacto é uma promessa de graça e amor de Deus aos que o respondem com arrependimento e fé à oferta de Salvação. Assim, o relacionamento de obediência entre o salvo e Deus se dá nos termos do Novo Concerto, em que o Senhor Jesus é o verdadeiro mediador (1 Tm 2.5).

3. Obediência do Novo Concerto. Os ensinos do Novo Testamento mostram que fé e obediência andam lado a lado. Nosso Senhor ensinou: “Se me amardes, guardareis os meus mandamentos” (Jo 14.15). Essa expressão “guardareis” também pode ser substituída por “obedecereis”. Isso significa que o nosso amor pelo Salvador, que foi primeiramente obediente ao Pai (Fp 2.8), não pode ser apenas de palavras, mas em atos de obediência (At 26.19). Dessa forma, podemos desfrutar de bênçãos espirituais provenientes de uma vida de obediência a Deus e sua Palavra.


SINOPSE II

O Novo Testamento mostra Jesus como a Nova Aliança, cumprindo a promessa de salvação a todos que respondem com arrependimento e fé.

III – BÊNÇÃOS PROVENIENTES DA OBEDIÊNCIA A CRISTO

1. Bênçãos espirituais. No Novo Testamento, é o Espírito Santo que rege a vida dos que fazem parte do Novo Concerto por meio de Jesus Cristo mediante a fé (2 Co 3.4-6). Nesse contexto, aprendemos que uma vida de obediência a Cristo, mediante a obra do Espírito Santo, demanda bênçãos de natureza espiritual que abarcam todas as áreas de nossa vida: “Porque o Reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, e paz, e alegria no Espírito Santo” (Rm 14-17).

2. Justiça e Paz. Quem obedece a Cristo vive piedosamente em sua presença e em justiça (Mt 5.6). Dessa forma, temos uma vida de retidão proveniente da fé e da obediência a Cristo, pois fomos justificados e santificados por Deus (1 Co 6.11). Então, a paz que excede todo o entendimento torna-se realidade em nós (Fp 4.7). É aquela paz de que o Senhor Jesus falou aos seus discípulos: “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize” (Jo 14.27). Assim, a obediência a Cristo gera em nós justiça e paz em meio às turbulências do mundo.

3. Alegria no Espírito Santo. A alegria proveniente de uma relação com Cristo é a marca da vida de quem anda na justiça e tem a paz de Cristo. A Bíblia mostra que a alegria é um fruto do Espírito Santo (G1 5.22). Conforme nos ensinam as Escrituras, essa alegria não está condicionada aos ambientes externos da nossa vida, mas é consequência de uma vida cheia da presença do Espírito Santo. A presença do Santo Espírito enche-nos de alegria.


SINOPSE III

Os que obedecem a Cristo vivem em santidade e justiça, regidos pelo Espírito Santo.

■ CONCLUSÃO

Nesta lição, estudamos a respeito da obediência como relacionamento com Deus tanto na perspectiva do Antigo Testamento quanto do Novo. Vimos que, a despeito do Novo Pacto ter superado o Antigo, o princípio da obediência a Deus e à sua Palavra permanece o mesmo. Dessa forma, há promessas de justiça, paz e alegria no Espírito Santo para quem obedece aos mandamentos do Senhor Jesus. São promessas condicionadas à nossa obediência a Cristo.


REVISANDO O CONTEÚDO

1. O que foi o Concerto de Horebe?
Foi uma reafirmação das promessas que Deus havia feito a Abraão e seus descendentes (Gn 12.1-3; 22.8).

2. Como se pode ver uma exposição básica do Concerto nas Campinas de Moabe?
O Concerto de Moabe mostra uma lista de promessas que seriam proferidas no Monte Gerizim: bênçãos no campo, na cidade, na procriação, na vida doméstica, ao entrar e sair da terra (Dt 28.1-14).

3. O que o capítulo de Hebreus 8 apresenta?
Hebreus 8 apresenta aspectos do Antigo Concerto, mostrando 0 quanto eles apontam para o perfeito ministério do Senhor Jesus.

4. Quem rege a vida dos salvos do Novo Concerto?
O Espírito Santo.

5. De onde a alegria é proveniente?
A alegria proveniente de uma relação com Cristo é a marca da vida de quem anda na justiça e tem a paz de Cristo.


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